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Ana narrando A subida até a casa dele foi silenciosa. A Rocinha lá embaixo parecia distante, as luzes espalhadas como se não tivessem nada a ver com o que estava prestes a acontecer. Quando ele estacionou lá no alto, meu coração batia forte demais pra fingir calma. Entramos. A casa era grande, silenciosa, sofisticada do jeito que eu não esperava. Tudo escuro, tons neutros, cheiro dele no ar. Miguel não disse nada. Só fechou a porta atrás de nós e me guiou pelo corredor como se já soubesse exatamente onde queria chegar. O quarto. Uma suíte ampla, chique, luz baixa, cortinas pesadas, cama grande no centro. Tudo parecia pensado pra i********e. Pra perda de controle. Eu ainda estava absorvendo o ambiente quando senti o corpo dele atrás de mim. Miguel me puxou por trás, colando de verda

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