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Contrato com o Bilionário Frio

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Blurb

pós a morte do padrasto, Estrela Duarte descobre que herdou muito mais que uma pensão decadente: dívidas capazes de destruir sua família. Sem saída, ela aceita um contrato perigoso com Dante Villareal — um bilionário frio, misterioso e conhecido por afastar qualquer pessoa que tente se aproximar.

Ele precisa de uma esposa de fachada para salvar a própria irmã e proteger seu império.

Ela precisa desesperadamente do dinheiro.

Dividindo a mesma mansão, Estrela logo percebe que por trás do olhar sombrio de Dante existem segredos, culpa e cicatrizes que ninguém conhece.

As regras eram simples:

— sem sentimentos;

— sem perguntas;

— e jamais entrar no quarto dele.

Mas quanto mais Estrela se aproxima, mais percebe que o verdadeiro perigo não é o homem frio que todos temem… e sim se apaixonar por ele.

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O senhor Villareal
Estrela A sexta-feira mais esquisita de toda a minha vida, nada nunca foi fácil para a família Duarte e principalmente se tratando da minha mãe. Levantei da cama com o pé esquerdo, senti o cheiro r**m que vinha da cozinha... E aquilo já deveria ter sido meu primeiro aviso de que o dia seria um desastre. Minha mãe nunca queimava café. Nunca! — Mãe? — chamei, prendendo o cabelo em um coque bagunçado. — A senhora colocou carvão na cafeteira? E nenhuma resposta veio, mas ela já anda irritada comigo porque ainda não consegui um trabalho decente para ajudar com as finanças. A pensão Duarte não era grande, mas sempre fazia barulho porque vez ou outra havia alguns hóspedes que sempre que seguiam viagem por perto... Escolhem ficar aqui. Sempre tinha uma televisão ligada, algum aleatório reclamando do calor ou alguém arrastando malas pelo corredor. Segui então até a cozinha, onde encontrei a minha mãe parada perto da pia. Ela estava com um papel na mão e, pela cara que fazia, não deve ser nada bom! — Mãe? Antes de ela dizer qualquer coisa, eu já podia esperar que estamos bem enrascadas. — O pessoal do banco veio aqui hoje cedo — ela disse com a voz falhando. — Tá… e? — perguntei. — Eles vão tomar a pensão. Fiquei olhando para ela por alguns segundos, esperando meu cérebro processar aquilo e sei o quanto ela ama esse lugar. — Mas eles podem? — Estrela… — Como assim, tomar a pensão? A gente atrasou algumas parcelas, mas… Ela começou a chorar sem conseguir formar alguma palavra, nossa, ela deveria me dizer que tudo vai ficar bem... Mas vê-la desabar antes mesmo de mim, me deixou em pânico. Depois da morte do meu padrasto, ela parecia funcionar no modo automático. Como se estivesse tão anestesiada que nem tivesse forças para buscar alguma salvação para a única coisa que temos. Mas naquele momento… ela estava destruída. — Aquele i*****l do Pacheco fez empréstimos escondidos — confessou. — Muitos mesmo. — De quanto estamos falando mãe? Eu sempre sei quando ela quer fugir da conversa, os olhos desviam dos meus... — Mãe… — Mais de quatrocentos mil.— Eu quase infartei, sempre soube que ele não sabia se controlar com os gastos, mas nunca imaginei tanta irresponsabilidade. — Quatrocentos mil reais? Vocês piraram? — Eu também não sabia, minha filha! — ela gritou, chorando ainda mais. — Ele dizia que estava resolvendo problemas da pensão… dizia que ia pagar… Passei a mão no rosto, tentando respirar e não perder ainda mais a compostura. — Não… não… isso não faz sentido… Minha mãe sentou na cadeira devagar, com um pano de prato no ombro e o café queimando na panela até eu desligar o fogo. — Já estamos perdendo tudo e não tem muito o que fazer! Não podemos ficar sem esse lugar, minha mãe sofreu a vida toda com aquele crápula. A tratava m*l, além de colocá-la tantos chifres que nem pude contar. Meu celular vibrou em cima da mesa e era o Rafael. Atendi sem pensar. — Bom dia, estrela da minha vida! Fechei os olhos e eu reviraria os olhos para aquele apelido tão ridículo, mas a raiva da situação era maior que as besteiras dele. — Rafa… — O que aconteceu? — ele perguntou. — A gente vai perder a pensão. Ouvi o barulho de uma porta batendo do lado dele. — Tô indo aí! Desliguei antes que ele começasse a fazer mil perguntas e minha mãe limpou as lágrimas. — A culpa foi minha. — Não começa com isso, mãe! — Eu devia ter percebido. — E eu devia ter ganhado na loteria. Nenhuma das duas coisas aconteceu. Acabamos dando uma risada, bem fora de hora, e eu cheguei mais perto e sequei uma lágrima de seus olhos. — Hein minha velha, quanto tempo a gente tem? — Silêncio total. — Mãe? — Trinta dias. Um mês, para um milagre cair do céu! E eu nem na loteria jogo, impossível! Mas tem que haver uma saída... Fiquei na cama por um tempo, até que bateram na porta. Quando abri a porta, encontrei um homem desconhecido e de terno escuro parado ali. Formal demais, um coroa perfumado e cheio de pose. — Senhorita Estrela Duarte? — Depende. Quem quer saber? — pergunto. Ele me analisou, já estou acostumada a esse tipo de abordagem. Ainda mais de homens nessa faixa de idade! — Muito prazer, doutor Álvaro Medeiros. Sou advogado! Ótimo! Porque claramente o meu dia ainda podia piorar, só me falta ir para a cadeia. — Se veio cobrar alguma dívida, pegue a senha e entre na fila. — Vim porque existe uma proposta para a senhorita! Cruzei os braços. — Não compro perfume, não vendo rim e não participo de pirâmide financeira. Pela primeira vez, um pequeno sorriso apareceu no rosto dele. — Meu cliente deseja conhecê-la amanhã pela manhã. É possível? — Seu cliente? — perguntei sem fazer a menor ideia de quem seja. Eu até tinha algumas clientes, mas com certeza ele não iria querer uma extensão de cílios. — Dante Villareal. Minha mãe nos estava espiando, mas não conseguiu ver se ela reagiu àquele nome. Todo mundo sabe quem ele é! Quase uma lenda da cidade, frio, calculista, estranho... Bilionário! Dono da Villareal Tech. Conhecido por ser absurdamente apático e praticamente invisível fora dos eventos da empresa. Minha mãe chegou mais perto de nós... — O que alguém como ele iria querer comigo? — pergunto. — Não fique aí fora feito uma estátua, vai entra! O advogado abriu a pasta devagar e colocou alguns documentos sobre a mesa pequena do centro. — O senhor Villareal gostaria de conhecê-la amanhã. — E para quê? — Minha mãe tomou a palavra. Ele me encarou por alguns segundos antes de responder. — Porque ele deseja fazer um contrato de casamento com a senhorita. Uma gargalhada quase involuntária saiu de mim, tomou conta do lugar todo e me olharam esperando que eu saísse daquele transe.

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