— Eu acho que você não deveria ter bebido aquela champanhe... — Fragoso murmurou enquanto eu ria baixinho e observava ele manobrar o volante do Audi com tranquilidade. Eu não estava bêbada, só... Um pouco alegre. Tudo bem que em meu estado de sobriedade, minha mente estaria entrando em parafuso com a cena da Beth, mas agora... Nada importava. E aquilo, provavelmente, era um m*l entendido. Quando ele fez a curva e o arranha céu imenso e imponente entrou no meu campo de visão, meu estômago revirou. Era a cobertura dele. Pensei que me levaria para um hotel, para um canto sem vínculos. Porém, estávamos estacionando na garagem do edifício mais luxuoso da cidade, prestes a entrar na cobertura de Guilherme Fragoso. — Joyce? — chamou e eu tentei coordenar minha ansiedade e fazer minhas pernas

