— Sai de cima, Guilherme! Eu estou bem! — resmunguei, tentando empurrar o Fragoso preocupado e um Nick achando que estávamos brincando. — AH! VOCÊS DOIS! — grunhi, bufando. Guilherme não arredou o pé e meu cachorro só latiu, colocando a língua pra fora. Meu pé estava dolorido, mas eu tinha certeza que não era uma torção. Só dei um "jeito", como minha vó diz. Devo ter caído em cima dele na hora da fuga para evitar aquele maluco que o Marcel resolveu mostrar que tinha pegada, me dando um beijo digno de uma novela mexicana. Porém, daqui que eu explicasse a parte do "não-senti-absolutamente-nada-e-já-estou-muito-encrencada-com-você-para-me-meter-com-outro", ele já teria ido tentar quebrar a cara do sargento lá e voltado de maca, direto para o hospital. — Não saio daqui enquanto você não se

