Cap. 1 A família e as descobertas
Eu me chamo Miguel Guerra, embora tenha esse sobrenome pesado, sou da paz, assim como toda minha família.
Hoje estou atrasado e resolvi ir pra faculdade com meu segurança, na verdade ele é como um tio pra mim. Tio Reynaldo é como se fosse da família, é segurança do meu pai desde quando eu era muito pequeno, a esposa dele, tia Josi, foi babá dos meus irmãos e cuidou de mim também. Agora ela só cuida da família dela, mas é muito amiga da minha mãe. Tio Rey, é o nosso anjo da guarda, ja salvou minha família de muitas. Ele é enorme, cheio de músculos, e assusta só de olhar, mas é brincalhão e cheio de energia positiva. Hoje, ele está dirigindo pra mim, vai levar meu carro pra revisão. Estou ouvindo vozes, mas me concentro limpando minha mente pra poder estudar, sem ser importunado.
Cheguei na faculdade, pedi licença e entrei no meio da aula, o professor não falou nada, só sorriu e continuou com a aula. Absorvi tudo com facilidade e no final, acabei explicando pra quem não entendeu a matéria. Eu aprendo tudo muito rápido, na verdade quando vejo os professores dando aula, tudo que eles falam, é como se eu ja soubesse de tudo. É muito estranho isso. E é por isso que eu entrei na faculdade com 16 anos. Não pulei ano nenhum, provei que era apto a mudar de ano escolar fazendo muitas provas . Foi moleza. Então, eu fiz enem pra medicina só pra testar meu conhecimento e fiquei em 1⁰ lugar. Mas meus pais não acharam correto eu entrar numa faculdade pública e tirar a chance de quem realmente precisava. Então, fiz uma prova numa faculdade particular pra provar que era capaz, passei. Me matriculei e meu pai paga feliz, porque estou me realizando.
Agora estou aqui, no último ano de medicina com 21 anos, consegui adiantar a faculdade fazendo 2 semestres ao mesmo tempo, fiz muitos cursos superiores, tive várias ajuda do meu tio que é médico, que me ensinou muita coisa, estagiei num hospital de emergência, ralei pra caramba. No começo não foi tão fácil assim, principalmente quando tinha aulas onde estudava pedaços de corpos ou defuntos inteiros. A energia é pesada e eu escuto pessoas que morreram falando. Mas, consigo orienta-los em pensamento e ajuda-los a sair desse mundo terreno e assim estudo tranquilo e fico em paz. Meu pai até pediu pra eu desacelerar um pouco, falou que eu não precisava ter pressa, que precisava viver e curtir um pouco a vida. Mas eu gosto de estudar, e medicina é minha vida, fora que os professores gostam muito de mim, sabem que eu gosto mesmo, é de um desafio. Eles falam que eu praticamente ja tenho capacidade pra trabalhar. Mas preciso mesmo terminar o semestre pra constar que, ninguém me favoreceu e pegar meu diploma pra trabalhar. No início, quando comecei a participar de cirúrgias, ficava enjoado com o cheiro do sangue. Agora me acostumei. Depois que eu me tornar um cirurgião e bacharel, vou continuar estudando. Quero mais pra frente, virar legista forense, esse é meu sonho. Nasci pra isso. Tenho facilidade pra aprender sobre o corpo humano e não tenho medo dos mortos, convivo com eles o tempo todo, falando comigo. Ja me acostumei e sei lidar com eles desde pequeno.
A única coisa que ja me tirou do sério foi a espivetada da Elisa. Difícil entender as loucuras dela. Ela não tem juízo. Na infância e adolecência, brincávamos muito, não desgrudava dela. Tenho um carinho de irmã, por ela.
Minha irmã Luz, que é mais nova do que Elisa, uns 3 anos, é inteligente e mais responsável do que ela.
Elisa tem 18 anos, é estudande de educação fisica, crescemos juntos, ja quiz namorar ela com meus 10 anos. Ela era muito criança, quer dizer ainda é. E depois fui dando conta, que esse sentimento mudou. Elisa é filha da tia Melissa e tio Bruno. Eles também tem o José, hoje com 23 anos, é formado em contabilidade, mas trabalha como piloto, igual ao pai. Eles são filhos adotados, mas Elisa é a cara da tia Melissa. E José é um n***o bonitão, ele tem a personalidade igual do tio Bruno. É um cara muito seguro, amigo e trabalhador. Tio Bruno não é meu tio de sangue, ele é amigo de infância do meu pai. Mas são como irmãos.
Meu tio de sangue, é tio Luís, ele é médico cirurgião plástico, é irmão gêmeo do meu pai. Também tem a tia Linda que é irma deles, ela é mãe do Henrique, meu primo. E é casada com tio Markus que é um ator muito famoso internacional. Tia Linda trabalha na clinica dr⁰ Luís Guerra, ela administra tudo com tia Isadora, a esposa do tio Luís. Tia Isa é a verdadeira dona de tudo, ela tem outros empreendimentos, ela é uma empresária bilionária, herdou milhões da mãe, mas dobrou sua herança trabalhando, só não gosta de aparecer. É mãe da Manuella e Bernardo, meus primos.
Meus avós por parte de pai são vó Luíza e vô Jorge, vivem viajando, curtindo a vida. Minha vó Lena, por parte de mãe faleceu há 5 anos atrás e vô Augusto também faleceu, há 2 anos atrás. Eles me criaram até meus 5 anos. Minha mãe biológica, Mônica, morreu quando eu era bebê. E meu pai não tinha como estudar, trabalhar e ficar comigo ao mesmo tempo. Ele ralou muito estudando, deixou de viver emoções na vida, pra virar um juíz honesto e respeitado. Ele só me pegou com minha vó, pra eu morar com ele quando minha mãe Amanda apareceu. Ela perdeu os pais dela, antes de casar com meu pai.
Minha mãe é estilista de moda íntima, tem uma fábrica de lingeries, roupas de praia e de esporte. Tem uma loja de moda praia em Angra e vende pra grandes lojas de departamento. É a melhor pessoa do mundo, além de linda.
Quando minha mãe conheceu meu pai e se apaixonou por ele, ela era casada com tio Luís. Eu ainda nem a-conhecia, até sonhei com ela, grávida do meu pai. Até minha mãe Mônica apareceu pra mim e disse, que Amanda ia ser minha mãe, e que ela ficaria grávida da minha irmã Luz. Que eles se amavam de outras vidas e precisavam ficar juntos. Amanda enfim, se separou do meu tio Luís e se casou com meu pai. Acho que ajudei a fortalecer esse amor. Ela teve a Luz e o Vitório, que são gêmeos. Ela ja foi minha mãe em outras vidas. Então, ela é tudo pra mim. Minha p******o, meu alicerce, minha amiga, conselheira e mãe dedicada e carinhosa.
Quando eu a vi pela primeira vez, eu ja sabia que ia ser minha mãe, eu só precisava convencê-la de que ela e meu pai ja se amavam. Eu também a amei como minha mãe, e fiz ela se apaixonar por mim, não foi de propósito, mas eu precisava dela pra ficar perto do meu pai e fiz de tudo pra buscar seu amor e carinho. Ela me deu de mamá quando eu tinha 5 anos. Eu buscava aconchego nela o tempo todo. Eu até, muitas vezes, ouvia ela amando o papai, eu ficava quietinho porque sabia que ela estava fazendo meu pai feliz, mesmo sem entender oque eles estavam fazendo. Algumas vezes eu interrompia, s*******o, porque eu queria também ter contato e o carinho dela, mas com o tempo, eu fui entendendo que eles faziam coisa de casal e passei a deixar eles sozinhos nessa i********e, porque tia Josi dizia pra eu não atrapalhar, eu ficava muito feliz de saber que isso aproximava mais ainda eles, percebi que eles ficavam felizes depois. Eu tinha maior curiosidade de saber oque eles faziam e às vezes eu entrava no quarto escondido pra ver eles dormindo pelados, agarradinhos, respirando o mesmo ar que o outro, de tão colados que ficavam, e ainda são assim até hoje, ás vezes ainda entro no quarto deles, pra vê-los dormindo juntinhos. Eles não enjoam um do outro, impressionante! Gosto de saber que eles se amam e se respeitam muito e morrem de ciúmes um do outro. Lindo de ver a sintonia deles.
Nem sei o significado do nome "Amanda" mas pra mim, significa amor. Ela me deu carinho, me educou, lembro de uma vez que ela me colocou de castigo. Ela ficou mais triste do que eu. Ela me ensinou muita coisa na vida. Às vezes eu ficava perdido, escutando vozes, ela que explicou que eu era medium, me deu p******o quando as energias eram pesadas, me ensinou a me defender delas.
Foi ela que me explicou sobre s**o também e me passou algumas regras.
Quando eu estava com 17 anos, meu pai, sempre trabalhando, ainda não tinha conversado nada sobre s**o comigo. Claro, eu ja tinha lido algumas coisas na internet e visto alguns filmes com cenas eróticas. Me sentia muito quente e ficava e******o, me masturbava no banho, mas sempre fui timido com as meninas.
Até que um dia, eu estava fazendo um trabalho da faculdade com uma colega de turma, no meu quarto. Ela sempre estudava comigo e vivia dando em cima de mim. Eu ficava muito sem graça, sem saber oque fazer, ela 3anos mais velha que eu. Meus colegas de turma eram sempre mais velhos que eu, sempre me chamavam de bebê. Então ela, a Renatinha tinha 20 anos, aproveitou que a porta do meu quarto estava encostada (a gente sempre encostava a porta pra estudar sem o barulho que meus irmãos faziam, brincando), ela sentou no meu colo de lado, pegou a minha mão e colocou nos peit0s dela e me beijou. Eu fiquei super nervoso e muito e******o, não deu tempo nem de reagir, minha mãe entrou naquele momento, trazendo um lanche. Fiquei branco, tentando disfarçar meu volume, a Renatinha levantou na hora, pediu desculpas pra ela. Minha mãe ficou séria, pensei que fosse brigar. Mas não. Ela colocou o lanche na mesa, com toda calma, respirou fundo, encostou a porta e disse:
_Olha... sua irmã e seu irmão estão em casa, então, se vocês quiserem ter um pouco mais de i********e sugiro que façam isso, quando eles não estiverem em casa pra não despertar a curiosidade e não ficar incômodo pra vocês. Ou então, eu posso levar vocês em algum lugar reservado, para que possam ficar à vontade e se conhecerem melhor. E só me falar quando quiserem ir.
_Desculpa Amanda, eu não quiz desrespeitar sua casa, não me toquei das crianças. A Renatinha se justificou, era muito mais madura do que eu, que fiquei sem saber oque falar.
Depois que terminamos nosso trabalho, ela logo foi embora. Mas antes me falou que gostaria de ficar sozinha comigo, que era pra eu combinar com minha mãe de nos levar pra esse lugar reservado que ela tinha prometido. Como eu ia falar isso com minha mãe, eu estava muito sem graça. Naquela noite mesmo, minha mãe esperou meus irmãos dormir, entrou no meu quarto, eu estava deitado na cama, ouvindo música e lendo um livro, ela fez um sinal pra eu tirar o fone de ouvido e sentou numa poltrona de frente pra mim.
_Vamos conversar filho.
_Claro, mãe. Sobre oquê?
É claro que eu ja imaginava qual era o assunto. Tentei manter calma. Porque minha mãe era muito aberta e compreensiva comigo. Mas eu precisava vencer essa barreira da vergonha, não sabia se tirava minhas dúvidas com ela, na verdade eu queria que fosse meu pai a me falar sobre aquele assunto. Mas minha mãe era genial ao abordar qualquer situação.
_Sobre s**o. Você ja fez? Ela foi direta e sem rodeios.
_Não mãe. Falei sem graça.
_Filho, então... eu sei que você ja estudou o corpo humano e não preciso te dizer oque vai acontecer. Só quero que você se previna usando p**********o, pra não pegar doenças e não engravidar ninguém, porque é muito cedo. Saiba que a maior responsabilidade é sua, de qualquer atitude não pensada. Então, eu comprei algumas camisinhas pra você. Tudo bem?
_Sim mãe, tudo bem.
_Filho se não souber colocar, procure videos na internet que ensina como se coloca. Não confia nas meninas pra colocar pra você, porque a unha pode furar... e isso pode mudar todos os seus planos, entende? A c*******a não impede de você sentir prazer nenhum, ok?
_Sim, ok.
_Então, tenha seu prazer com sabedoria pra não ter dor de cabeça depois. Voce quer me perguntar alguma coisa?
_Não. Quer dizer... é sério que você me leva em algum lugar pra eu ficar sozinho com a Renatinha?
_Claro filho, se você quiser e ela também, ela é maior de idade não é?
_Sim.
_Então, eu posso levar vocês num lugar, e fico te esperando ou te busco depois, porque você ainda é menor de idade, ok. Mas daqui uns meses quando você for maior e tiver sua carteira de motorista poderá ir sozinho.
_Ta bom. Eu posso marcar pro final de semana?
_Claro. Marca sim. Só me avisa o dia e hora que vocês querem marcar.
Ela organizou tudo e não falou nada pro meu pai. Eu combinei com a Renatinha 3 dias depois. Minha mãe e eu fomos buscar ela no shopping. Eu estava muito nervoso. E minha mãe foi conversando comigo até chegar lá.
_Ta nervoso?
_Estou, um pouco.
_Filho, vai com calma. Seja carinhoso! Deixa o prazer tomar conta de vocês, se beijem, troque carícias com ela, se toquem e quando vocês estiverem prontos para a penetração, você coloca a c*******a. Não deixa pra depois, ta bom. Gozou, tira a c*******a amarra e joga fora. Se for penetrar de novo, coloca outra. Nunca coloque uma c*******a em cima da outra, isso não dá certo e se rasgar joga fora. Entendeu?
_Ta mãe, entendi.
_Você ja aprendeu a colocar a c*******a?
_Ja sei, mãe. Você ta me deixando mais nervoso ainda.
_Fica tranquilo, vai dar tudo certo meu lindo. Vai la buscar sua gatinha, seja gentil com ela. Vou te esperar aqui no carro.
Minha mãe estacionou no shopping e eu fui buscar a Renatinha que estava na frente de uma loja com umas amigas. Quando cheguei lá, ela estava uma gata, com uma saia jeans curtinha e uma blusa que aparecia o umbigo com o piercing. Suspirei fundo e pensei: "Isso tudo é pra mim?"
Ela veio em minha direção, nem deixou eu chegar perto das colegas dela. Ela estava tão cheirosa. Me deu um selinho e fomos pro carro da minha mãe, que nos levou num flat que ela tinha reservado no nome dela. Entramos os três juntos, minha mãe fez o checkin e subimos o elevador. Quando chegamos lá, ela nos deixou sozinhos e pediu pra eu ligar a hora que quizéssemos ir embora. Ela foi pra casa.
E eu fiquei sozinho com a Renatinha. Estava muito nervoso, mas ela começou a me beijar, fiquei logo e******o. Fiz tudo como minha mãe disse, carícias e toques, sem pressa. Descobrir o prazer com alguém, é maravilhoso. E tudo correu naturalmente. Entendi o porquê dos gemidos e dos grunidos que ouvi dos meus pais algumas vezes. Era o ápice do prazer. Algo sensacional. Depois de toda minha descoberta e de me sentir tão leve e com fome, tomamos um banho, eu pedi uma pizza no restaurante do hotel, eles entregaram no quarto. Enquanto eu e a Renatinha comíamos a pizza, liguei pra minha mãe.
_Oi filho, tudo bem?
_Tudo. Você pode nos buscar?
_Claro, chego em 15 minutos.
Ela subiu até o flat, mas não entrou. Caminhamos até o elevador, ela foi muito discreta, perguntou se a gente estava com fome, falamos que tínhamos comido uma pizza, ela sorriu e falou que tinha reservado o flat até domingo. Então, saquei que podíamos voltar no dia seguinte. Ja que era uma sexta à noite. Renatinha ficou toda animada. E no carro, ela cochichou no meu ouvido que gostaria de voltar no dia seguinte. Eu concordei. Deixamos a Renatinha em casa. E voltamos pra casa.
_Correu tudo bem filho?
_Sim, foi muito bom mãe. Eu estava tão empolgado e tinha tanta liberdade com minha mãe que até contei alguns detalhes pra ela. Ela ouviu, sorriu pra mim e disse que estava muito feliz por mim.
_Mãe, eu posso voltar amanhã?
_Claro filho, mas não pode esquecer de sempre usar a c*******a, não importa se vai ser rapidinho. Não entra nessa de segurar pra gozar fora. Usa a c*******a. Se esquecer de comprar ou de levar a c*******a, não faça a penetração, combina outro dia, respira fundo, segura a vontade ou vai no banheiro se aliviar, entende? Essa responsabilidade é sua, não esquece.
_Sim, entendi.
Nós chegamos na garagem do prédio, ela me abraçou, me deu um beijo na bochecha, subi o elevador agarrado nela, agradecendo o cuidado e as orientações que ela me passou e ela o tempo todo, fazendo carinho no meu rosto e cabelo. Minha mãe é sempre muito carinhosa, me apoia em tudo e sempre escolhe a melhor maneira das coisas acontecerem. Não sei como seria, se fosse com meu pai. Ele é carinhoso, mas passamos pouco tempo juntos. Não sei se ele, faria algo assim, pra me passar segurança.
Continuando... quando entramos em casa, ela agiu naturalmente, quando meus irmãos e meu pai perguntaram onde eu estava. Ela disse que eu estava no shopping lanchando com uns colegas da faculdade.
Eu beijei meu pai, meus irmãos e fui pro quarto me sentindo muito homem.
No dia seguinte de manhã quando acordei, meu pai sentado na poltrona do meu quarto, olhando pra mim.
_Pai... oque você ta fazendo aqui?
_Nada filho, só queria conversar.
_Espera um pouco.
Levantei rapidinho, fui no banheiro, escovei os dentes, lavei meu rosto e voltei pro quarto, sentei na cama, ele estava tão sério.
_Pode falar pai, fiz algo de errado?
_Não filho. É que, sua mãe me contou sobre onde você esteve ontem. Então, acho que faltei com você, de ter tido uma conversa de homem. Queria saber se você quer conversar sobre algo que não conseguiu falar com sua mãe.
_Pai, minha mãe conversou comigo algumas coisas. Os cuidados que eu tenho que ter pra me prevenir, e que essa responsabilidade é minha e não da garota.
_Certo filho. E como foi? Mesmo sendo sua primeira vez e com essa responsabilidade, deu pra você curtir e relaxar?
_Sim, foi muito bom.
_Sua mãe te explicou sobre as preliminares?
_Ela me falou que eu tenho que ir com calma, realizar as carícias primeiro.
_Sim, você entendeu porque tem que ser nessa ordem?
_Mais ou menos.
_Filho, as mulheres precisam de mais carícias pra se sentir preparada para a penetração. Quando eu digo preparada, é lubrificada. Se você tentar essa penetração sem ela estar lubrificada, com certeza ela pode sentir dor e não sentir prazer e nem chegar ao o*****o. Então, pro s**o ser bom, tem que ser pros dois. Você vai precisar dar prazer a ela primeiro, estimula-la pra depois você ter o seu prazer. Senão, você vai penetrar, gozar rápido e deixar a garota decepcionada. Ta entendendo?
_Sim. Então pai, a mulher pode estar com vontade, mas o corpo dela ainda não está pronto pra receber?
_Isso mesmo, filho. As mulheres precisam sentir o toque, ser estimuladas com as preliminares. O homem, só de olhar ja fica e******o, com o m****o ereto e pronto para a penetração. A mulher não. Então, não esqueça, que você vai precisar se controlar um pouco e estimular a sua garota no meio da transa, para que ela se mantenha lubrificada todo o tempo e assim consiga atingir o o*****o também. Entendeu?
_Entendi. Então ontem, eu fiz carícias nela, mas acho que depois que aconteceu a penetração, fui um pouco rápido e gozei logo.
_Isso acontece, é dificil controlar o t***o no inicio. O controle, você vai adquirindo aos poucos. E é por isso que deve estar sempre com o p**********o, pra evitar o risco de gozar na garota. Senão você ja sabe as consequências né?
_Sim, sei. Gravidez.
_Isso mesmo. Pra você aprender a controlar, vai trabalhar sua mente. No meio da transa, você pode diminuir um pouco o ritmo, dá uma paradinha, respira, estimula a sua garota com carícias e continua a transa até ela chegar no ápice dela e aí depois, você pode gozar. E se por acaso você gozar antes dela, você pode proporcionar prazer pra ela com as carícias, beijos e até com s**o o**l, pra ela atingir o ápice. Sabe como é?
_Sei, ja li sobre.
_E sobre essas preliminares, seja sempre delicado no toque e aos poucos você vai notar se sua garota gosta de um toque mais forte ou não. Mais de início, seja sempre gentil, carinhoso pra vocês se conhecerem. Essas preliminares são muito prazerosas, aumenta mais o tes@o, mas você precisa perceber oque agrada ela. Então vai devagar, pergunta se ela gosta do toque, oque agrada ela ou não na hora de s**o. Vocês podem até conversar sobre isso antes ou durante o s**o. E assim vocês vão criando uma i********e maior e o s**o se tornando mais prazeroso pros dois.
_Entendi. Obrigado pelas dicas. Minha mãe não me falou essas coisas.
_Entendo filho. Ela deixou pra eu te falar.
_Pai, a Renatinha me falou que quer me encontrar hoje de novo lá no flat que minha mãe reservou.
_Então vai, meu filho. Sua mãe te leva. Ela me disse que reservou o flat pra 2 dias. Mas filho, sempre tenha cuidado, que existe umas garotas que gostam de prender os rapazes, engravidando. Então, não confia nelas em colocar o p**********o pra você. Também tem algumas garotas que diz que está tomando pilula, não confia, não precisa falar nada com elas, só precisa ter esse cuidado e sempre se proteger, colocando a c*******a.
_Ok, entendi. Vou ter esse cuidado. Pai, vou mandar mensagem pra ela e perguntar a que horas ela vai querer sair.
_Certo filho. Sua mãe me disse que ela é maior de idade.
_Sim, ela tem 20.
_Ok filho, nada de s**o com meninas menor de idade. Isso poderá custar a sua paz.
_Pode deixar, pai. Entendi.
_Se você quiser conversar comigo, me procura. Estarei sempre disponível pra gente ter essa conversa de homem.
_Obrigado pai.
_Você está virando um homem filho, é responsavel pelo que fala e faz. Agora vamos tomar café da manhã.
_Vamos.
E assim, foi a minha primeira vez, meus pais me deram maior apoio. Naquela tarde me encontrei com a Renatinha. Minha mãe, nos levou no flat de novo, subiu com a gente e logo foi embora, sendo muito discreta. E o s**o com a Renatinha foi ainda melhor, depois das dicas que meu pai me deu. Consegui prolongar o nosso tempo de prazer.
Depois daquele final de semana, meu pai acabou comprando um flat bem maneiro pra mim. Assim, eu poderia ter meus encontros e não despertar a curiosidade dos meus irmãos dentro de casa.
Eu e meu pai, ficamos até mais próximos, conversamos mais vezes, ele me falou que um homem sério, quando sai com uma garota, não fica falando com os amigos oque fez e oque não fez com ela. E que é sempre pra eu tomar cuidado e não iludir nenhuma garota, deixar sempre explicado que tipo de envolvimento eu e ela estaríamos tendo. Se é namoro ou se é uma ficada, que ficasse sempre claro. E se eu tivesse uma namorada, poderia trazer pra nossa casa sempre, mas o s**o eu teria no flat, pra eu ter minha privacidade.
Eu estava tendo esse cuidado também. Eu e a Renatinha ficamos juntos por um pouco mais de 2 meses, não estávamos namorando, só ficando. Mas depois dela, rolou com outras também. As garotas ja tinham percebido que eu estava diferente, mais aberto as possibilidades de sair, de t*****r. E parece uma coisa, depois disso, choveu garota dando em cima de mim. Teve uma vez, que eu saí com uma garota de 25 anos, ela era muito experiente, aprendi várias posições, aprimorei uma habilidade de dar prazer e controlar meu tes@o e só goz@ndo depois dela. O s**o foi ficando cada vez mais prazeroso com o conhecimento e a prática.
O flat sempre estava abastecido e limpo, eu tinha a chave pra ir lá sempre que quizesse. O tio Rey passou a me levar na porta do hotel e só voltava pra me buscar quando eu ligava, e se ficasse muito tarde, eu voltava pra casa de uber, ou dormia no flat mesmo. Mas eu sempre avisava aos meus pais.
Com 17 anos eu tive toda essa liberdade, mas não podia deixar de estudar e dar satisfação da minha vida, pros meus pais. Porque meus pais me ensinaram a ter responsabilidade e eu tenho maior respeito por eles. Sempre conversamos sobre tudo.
Logo depois, completei 18 anos, tirei minha carteira de motorista, meu pai me deu um carro de presente. Pratiquei bastante a direção, indo pra todos os lugares com tio Rey do lado, isso me deu tranquilidade e segurança pra dirigir tudo sozinho. Foi a ano que mais peguei garotas. Depois fui ficando mais seletivo, mais tranquilo, amadureci mais em todos os aspectos e estou me dedicando mais os estudos.
Quando eu tinha 20 anos, fui numa balada, com o pessoal da faculdade, tinha uma colega e um cara que não conheço, dando em cima de mim, eu não tenho interesse em homens, nem estava afim dessa colega, eu estava paquerando uma garota de olhos verdes que estava numa mesa perto do bar. Meus amigos não a conheciam. Eu não sou de beber, mas depois de dançar com a turma, fui até o bar pegar um drink pra mim, só pra vê-la de perto. Continuei paquerando a garota. Ela também me olhava nos olhos. Meus colegas estavam conversando comigo, enquanto eu a paquerava. Comecei a ouvir uma voz me falando pra eu ir embora. Com a animação, acabei resolvendo ignorar a voz na minha cabeça. As garotas voltaram a dançar e os rapazes continuaram bebendo e conversando comigo, de repente comecei a ficar tonto e meus colegas da faculdade sumiram. Peguei meu celular e liguei pra minha mãe, quando ouvi a voz dela, estava uma confusão na minha cabeça, escutei várias vozes falando ao mesmo tempo e o barulho da balada só atrapalhava. Eu estava perdendo o controle, falei rápido pra minha mãe ir me buscar, nem ouvi ela responder. Desliguei o celular e mandei a localização. Eu precisava sair dali, pra minha mãe me encontrar, mas minha cabeça começou a girar, a garota que eu estava paquerando desde que entrei na balada, se aproximou, pegou no meu braço e me tirou do bar, nós caminhamos até a saída abraçados e de repente estávamos num carro. Eu zonzo, peguei meu celular e fiz a ligação de novo, lembro que ela pegou o celular da minha mão, não vi mais nada, apaguei. Só sei que, no dia seguinte, acordei na minha cama, abraçado com minha mãe. Meu pai dormindo na poltrona, de frente pra mim.
Aquela garota de olhos verdes, me salvou, ela ficou esperando meus pais chegarem pra me buscar. Ainda com a cabeça girando, meus pais me explicaram que a garota chamada Ally, viu que eu não estava bem e me tirou da balada com ajuda de uma amiga dela. Explicou pra eles, que estava me paquerando, e percebeu que eu só tinha bebido um drink. Então, desconfiou que alguém tivesse colocado algo na minha bebida. Era o tal do "boa noite cinderela". Não combinava nada comigo. Mas quem colocou, não contava que meu santo era forte. Depois entendi que, além daquela garota e dos meus pais, tive ajuda espiritual. Naquele dia, minha mãe só faltou me dar banho, me paparicou o dia inteiro, foi carinhosa ao extremo, meu pai passou o dia no telefone tentando descobrir quem tinha me drogado. Falou com o dono da boate, seguranças, buscou por câmeras do local, conversou com a Ally por telefone e alguns dos meus colegas que estavam na balada, mas não conseguiram descobrir quem foi o culpado. A desconfiança era de um rapaz que estava dando em cima de mim, nao era do nosso ciclo de amizades, mas era conhecido de um deles. Como ninguém tinha como provar, meu pai colocou um detetive a procura do cara, só conseguiu o nome dele.
No fim da tarde, a Ally mandou mensagem pro meu pai perguntando se podia ir me visitar. E ela foi. Era uma gata, de olhos verdes, cabelo castanho escuro, lisinho, corte reto, na altura do ombro, falava manso, muito charmosa. Eu estava na sala vendo um filme, abraçado com minha irmã, quando ela entrou. Minha mãe cumprimentou ela com um abraço e um beijo, agradecendo ter me socorrido. Eu muito sem graça, cumprimentei-a com 2 beijinhos na bochecha, ela sentou no sofá da sala, a Luz agarrada comigo, parecia estar enciumada, meu pai entrou na sala cumprimentou ela também. Ela, explicou como foi tudo, como percebeu que eu fiquei estranho, que não parava de passar as mãos no rosto, como se tivesse com muito sono. Com ajuda de uma amiga, elas me abraçaram e sairam andando comigo até o estacionamento, a boate estava cheia e ninguém percebeu nada, ela me colocou no carro da amiga dela, que voltou pra boate pra ficar com o namorado. E ela ficou comigo no carro, falou com meus pais no meu celular e ficou esperando eles chegarem, pra me buscar. Ela contou tudo em detalhes, meus pais chamaram ela pra lanchar e fomos todos pra sala de jantar. Lanchamos e logo depois, minha mãe precisou sair pra buscar o Vitório na casa de um colega da escola dele. Meu pai chamou a Luz pra terminar uma tarefa da escola, na verdade, ele percebeu que precisávamos ficar sozinhos. Eu estava me sentindo hipnotizado por Ally, um pouco nervoso e com um estranho frio no estômago, uma sensação que nenhuma garota me fazia sentir.