Cap. 5 O cheiro do amor.

1994 Words
Fiquei deitado admirando sua beleza por uns 5 minutos, até que ela abriu os olhos e sorriu. Eu sorri também. Ela é tão linda! Se aconchegou no meu peitoral e ficou me fazendo carinho. Eu fechei os olhos abraçando-a, passando a mão em seus cabelos, senti uma paz profunda, não era só desejo, era um carinho imenso... um sentimento de p******o, de felicidade. Ela ficou tocando suave com as ponta dos dedos no meu peitoral descendo até a extremidade da minha bermuda e logo fiquei e******o. _Ally... oque você quer, heim? perguntei sussurando no ouvido dela _Quero seu carinho, quero conhecer seu corpo, quero que me toque e conheça o meu. Respirei fundo ao ouvir ela pedindo. Passei a mão suavemente em seu rosto, admirando cada detalhe dos seus traços e beijei sua boca, que me deixava louco. Passei a mão em seus s***s, virei ela na cama, ficando de lado quase por cima dela, fui descendo meu beijos pelo pescoço, até chegar nos s***s, puxei um deles pra fora do sutiã e passei minha língua e escutei ela suspirar, envolvi minha boca em todo m@milo e suguei devagar, passeava a língua em volta e sugava, fiz o mesmo com o outro sei0, enquanto minha mão passeava pelo seu corpo, até que senti a mão dela sobre a minha, empurrando minha mão para dentro da sua calcinha, senti ela toda molhadinha, meu m****o latejava na bermuda, fiquei m@sturbando ela, chupand0 seus sei0s. Estava tão molhada que dava pra ouvir o barulhinho do liquido dela nas minhas mãos. Ela passou a mão na minha bermuda. _Principe... tira, quero ver ele. Ela queria que eu tirasse a bermuda, pra me ver nu. _Ally se eu tirar, não vou aguentar. Não quero ser precipitado com você. _Então, me faz mais carinho. Ela estava com uma carinha tão sapeca. Me aproximei do seu quadril, puxei sua calcinha de ladinho, ela estava depilada e tinha pelinhos só em cima, não resisti. Ela ja estava de pernas abertas pra mim. Comecei a passar a língua em volta, senti seu melado, chupei seu c******s devagar, passei a língua melando ainda mais e comecei explorar com um o dedo seu c******s enquanto chupava ela, senti ela ofegante, de repente escutei um gemido comprido, intenso e gostoso de prazer, dei uma olhada rapidamente no rosto dela, cheio de luxuria e continuei lambendo todo seu melzinha saboroso, ela estava com o corpo tendo espasmos, aquele tremor do 0rgasmo. Abaixei as pernas dela, e deitei ao seu lado abraçando e fazendo carinho no seu corpo. _Principe, isso foi intenso. _Você relaxou princesa. _Isso foi muito bom. Ela falou sorrindo. _Era esse carinho que você queria? _Era. Eu não sabia que era tão bom, com você me tocando é diferente, mais intenso. Beijei ela com desej0 e sussurrei. _Eu preciso de um banho pra me aliviar, princesa. _Principe, deixa eu te aliviar. _Tem certeza? _Tenho. Me ensina. Ela foi tirando minha bermuda e fiquei só com minha box e falei que se ela não quizesse, eu fazia isso sozinho, no banho. Ela sentou de joelhos na cama. _Não. Eu quero ver como é, quero aprender. Ela começou a passar a mão por cima, eu tirei meu membr0 pra fora, não estava tão duro quanto antes. Ja tinha acalmado um pouco. Mas ela segurou e disse: _É grande. Eu segurei a mão dela e ensinei a me m@sturbar. Meu membr0 ficou duro e maior, com as veias sobressaltadas, fechei os olhos, e deixei ela me tocar sozinha, respirando pesado, meus músculos ficaram mais evidentes. Ela sorriu, se aproximou do meu ouvido ainda me tocando e disse: _Você é lindo Miguel. _Ally vem, coloca na sua boca, não vou te sujar. Falei num sussurro, eu estava cheio de tes@o. _Como eu faço? Ela perguntou _Passa a língua, só não morde. Ela sorriu. Abaixou, passou a língua em volta da glande e depois colocou a glande toda na boca, sugou e ficou rodeando sua língua. Tomou fôlego e voltou a c****r. A boca dela estava linda, com os lábios rosados, carnudos, brilhando do meu pré g**o. Ela tentou colocar ele todo na boca, viu que eu estava gostando, foi aumentando a velocidade das chupadas, cada vez mais e mais. _Ally... que gostoso aah Gemi, suspirei, tentei segurar. _Ally vou g0zar... Eu falei, mas ja estava gozand0. Não deu tempo de tirar da boca dela. Mas ela não fez f**o, engoliu tudo e ainda sorriu com uma carinha vermelha e s****a que eu nunca tinha visto nela. Nesse momento, senti algo tão forte. Ally estava tão linda, sorrindo, me abraçou, deitou sobre meu corpo. Eu senti que éramos um só. Nunca senti isso com outras garotas. Era como se o corpo dela fosse atravessar o meu, parecia que eu estava com uma corrente elétrica ligada nela. Eu ja estive com garotas experientes, mas com a Ally foram só preliminares, mas ao mesmo tempo, intenso. Meu corpo gritava por ela e minha cabeça sentia um turbilhão de sentimentos, que eu nunca senti por nenhuma garota. Minha mente vagou, não sei se estou sonhando ou lembrando do colo da minha mãe Mônica, ela falava comigo carinhosa, chorando. "Eu te amo meu filho, eu vou cuidar de você, de longe e você vai ser muito amado e muito feliz" Eu era um bebê. Eu lembrei do cheiro dela, do carinho, do amor. Me senti flutuando no ar. Depois lembrei do colo da minha mãe Amanda, me dando de mamar, o cheiro dela era o mesmo e eu senti o mesmo amor nos olhos dela. E o cheiro delas era igual. E era o mesmo cheiro da Ally. Não era perfume. Era o cheiro do amor. Um amor profundo, quase paupavel. Era como se os três amores tivessem se juntado, fazendo eu me sentir completo. Abri os olhos, olhei pra Ally dormindo em meu peito. Senti seu cheiro e tive a certeza. Era o cheiro do amor. Ela dormia silenciosa, nos meu braços e eu ri sozinho, lembrando das vezes que vi meus pais dormindo juntos. Estiquei o braço e peguei meu celular, eram 4hs da tarde. Tinha uma mensagem da minha mãe. >"Ei, filhote, amor da minha vida, vem pra casa, vou fazer cachorro quente, pizza, seu pai fez aquele bolo de cenoura com chocolate. Traz a Ally. Os pais dela estão vindo pra cá também, chegarão às 6hs. Vocês tem que chegar antes deles. Te amo meu filho." Respondi: "Combinado. Daqui a pouco estaremos aí. Amo vocês mãe!" Acordei minha princesa com dois beijinhos na testa, fiz carinho em seus cabelos. Ela abriu os olhos, ainda deitada em cima de mim. _Miguel... _Oi princesa. _Tô com muita sede. _Tem água e refrigerante no frigobar, pode pegar princesa. Ela foi engatinhando pela cama, desceu e foi direto no frigobar. Fiquei olhando... Meu Deus! Que bund@ bonita! Fiquei excit@do de novo, só de olhar. Ela sorriu bebendo água e falou: _Ta gostando do que ta vendo? _Muito. _Eu também. Falou percebendo minha excitação. _Você dormiu princesa? Mudei de assunto. _Sim, nem percebi. Ela me deu a garrafa de água e eu bebi também. _Então, vamos tomar banho pra acordar, e depois, temos que ir pra minha casa e chegar antes dos seus pais. _Ahnn como assim? _Isso mesmo, minha mãe me mandou mensagem agora, ela convidou eles pra comer cachorro quente e pizza, você acredita? _Ai principe, adoro cachorro quente. Vamos, então. _Calma comilona, dá tempo de tomarmos banho juntos. Vem? _Vamos. Nunca tomei banho com ninguém. Eu sorri, achando engraçado. Entramos no banheiro, liguei o chuveiro. Ela tirou a calcinha e o sutiã, um pouco tímida e entrou no chuveiro. Eu entrei logo atrás. Nos beijamos nos acaricíamos intimamente, nos conhecendo. Depois do banho, enquanto ela vestia a lingerie, eu estava me secando, olhando pra ela. _Você é linda Ally. Nos abraçamos de novo, não queríamos mais desgrudar um do outro. _Miguel... Ela sentou na cama, seus olhos brilharam. _Que foi princesa, você está bem? _Não sei, tô sentindo uma coisa. _Oque, me conta? _Não sei dizer, queria ficar aqui com você pra sempre. Abraçada. _Vamos ter muito tempo pra isso. _Eu sei. Ela queria me falar alguma coisa e não estava conseguindo. Ficou sentada, mexendo na bolsa, eu terminei de me vestir e quando olhei pra ela, estava chorando. _Ally que foi? Sentei ao lado dela na cama, ela ainda estava de calcinha e sutiã. Ela chorava e soluçava. Abracei ela. _Fala comigo, que foi? Meu coração ficou apertado. _Foi alguma coisa que eu fiz, heim, fala princesa, por favor. Você ta arrependida do que fizemos? _Não, não é isso. Eu... estou apaixonada por você e tô com medo Miguel! Eu suspirei. _É por isso que você ta chorando? _Tô sendo ridicula né. Ela se levantou pra se vestir. Eu abracei ela. _Não, não está. Eu também estou apaixonado por você Ally. Fiz um carinho no rosto dela, seus olhos verdes brilhavam. _Não tenha medo, estamos juntos. Sei que parece muito cedo pra esse sentimento. Mas é que nós temos uma conexão forte. Nos beijamos, até que o telefone dela tocou. Ela correu pra atender. >Oi Pai >Oi filha você não viu minha mensagem? >Desculpa, não vi, meu celular tava carregando. >Nós vamos encontrar com vocês. >Eu sei. Estamos esperando. >Quer que a gente leve alguma roupa? >Traz uma jaquetinha branca que ta no meu armario. Eu tomei banho aqui, tô com um vestido que eu trouxe. >Ta bom. Eu levo. Estamos quase saindo. Ela desligou e eu percebi que precisava ser rápido pra sair. Ela colocou um vestido longo azul claro, penteou os cabelos, calçou sua rasteirinha, guardou as coisas dela na bolsa e saímos, quando estávamos no elevador, ela lembrou que esqueceu o biquini pendurado no banheiro. Falei pra ela não se preocupar, que outro dia voltamos pra pegar. Ela sorriu e concordou. Chegamos na minha casa, meus pais nos abraçaram e fomos ajudar minha mãe arrumar os lanches na mesa. Logo chegaram meus irmãos com tio Reynaldo e tia Josi. Ally abraçou os dois e meus irmãos também. _Rey, Josi vocês ficam pra lanchar com a gente? _Hoje não, vamos pro aeroporto agora, esperar o Gabriel chegar de Londres com o grupo de intercambio. Eles se despediram e sairam logo. Gabriel é o filho da tia Josi e do tio Rey, ele tem 12 anos, é falante, brincalhão, inteligente. Meus pais sao padrinhos dele. Luz e Vitório arrastaram Ally pro quarto deles. Eu fiquei na sala conversando com meus pais. _Filho, vocês estavam no flat? _Sim, estávamos. Mas não rolou nada mãe. Estamos nos conhecendo. _Filho, respeite essa menina, a familia dela é zelosa com ela. _Eu sei pai. Estou respeitando isso. _Você está gostando muito dela filho? _Sim mãe. Estou apaixonado por ela. Na verdade é mais do que uma simples paixão. _Eu sei, percebi como você fica encantado com ela. A conexão de vocês foi igual a minha com seu pai. _Verdade, você me conhece bem, mãe. _Sim, claro. Você é o meu primogênito. E a mamãe te ama eternamente. _Também te amo eternamente mãe. Nos abraçamos. _Ei, eu tô aqui também. _Olha seu pai com ciúmes. _Também te amo pai. _Eu também meu filho. Amo muito você. Ele nos abraçou. Logo, o interfone tocou, era o porteiro avisando que a visita estava subindo. Meus pais receberam os pais da Ally com abraços e o Daniel veio correndo me abraçar. Cristina e seu Pedro me abraçaram também. _Tudo bem? _Tudo. _E a Ally, cadê? Cristina perguntou _Ah, ela está no quarto da minha irmã e irmão. Levei eles até a porta do quarto. E Ally estava deitada na cama da Luz com ela, conversando e vendo meu irmão jogar XBox. Quando viu os pais e o irmão, correu e foi abraça-los. Depois fomos todos lanchar e percebi que seu Pedro não tirava os olhos de mim e da Ally. Não me incomodei, pois ele viu o cuidado, o carinho e a conexão que eu tenho com ela.
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