Gustavo abriu a porta do dormitório e imediatamente Bruno e Cristóvão viraram-se na direção dele, ansiosos. No entanto, bastou ver as feições de desânimo no rosto de Gustavo, para Bruno fechar os olhos e respirar profundamente, soltando o ar dos pulmões com força, como se o seu sopro pudesse expulsar os problemas da sua vida. — Ele não aceitou, não é? — Perguntou ao se jogar na cama de Gustavo e cobrir os olhos com o braço. — Não... Eu tentei, falei até que patrocinaria algum outro guri para ele iniciar no boxe, mas o velho pançudo está decidido a te manter aqui o máximo que conseguir. — Falta pouco mais de um ano para ele ser obrigado a liberar o Bruno, não seria melhor aceitar o patrocínio? — Perguntou Cristóvão confuso com a negativa do diretor. Bruno retirou o braço do rosto e o us

