— Aí está, o meu garoto de ouro! Bruno, conheça o jovem empresário em ascensão... eh... — Pode me chamar de Hugo! Hugo estendeu a mão para se cumprimentarem e ambos se encararam com o rosto sério. Os olhos negros de Bruno brilhavam ao examinar o estranho tatuado, enquanto os olhos castanhos de Hugo permaneceram tão firmes quanto o seu aperto de mão. O diretor levantou enxugando o suor da testa com um lenço, devido à gafe que acabara de cometer. Se recriminava internamente por esquecer o nome de um novo-rico disposto a patrocinar Bruno. Se mostrava sempre mais disposto a paparicar ricos de famílias antigas e abastadas, pois representavam prestígio, mas sabia serem os novos-ricos que detinham o dinheiro, e faziam de tudo para ganhar o prestígio que não tinham no sobrenome. Lambeu os beiço

