POV DE BRIGITEE. Vejo Eduard indo em direção ao ateliê de arte. Enquanto ele resolve o problema com minha mãe, que interferiu em seu ritual tão querido, subo para tomar banho. Quando chego lá, estou horrível. Não consigo acreditar. Pareço uma prostituta parada em frente àquele espelho. Droga, no que me transformei, numa miserável que parte o coração dos outros? Me repreendo pelas minhas ações, mas então me lembro de que quem sofre é a mãe rui*m, e supero isso. Enquanto tomo banho, ouço o som de uma ambulância, o que me preocupa. Enxáguo o cabelo rapidamente e saio para ver quem se machucou. Olho para a varanda e vejo Eduard parado lá, encarando a ambulância. Será que ele bateu na minha mãe? Quando a ambulância vai embora, desço e sigo em direção àquela casa, enrolada apenas numa toalha

