Manuela Cardoso
O deus grego gostoso, tirou a camisa mostrando-me os ombros atléticos, um peito robusto e uma cintura cuja musculatura sugeria não se tratar apenas de um ocioso homem de negócios. A penugem salpicava-lhe o tronco e estendia-se até os m*****s, depois espessava á medida que descia para o umbigo até se estender precisamente acima do cós das calças.
Observo-o com desejo a desapertar as calças, que ele deslizou até ao chão juntamente com as cuecas. A ereção ficou, por fim, libertada no meio de um escuro ninho de veludos. Meus olhos arregalaram-se maravilhados perante a impossível curvatura ascendente. Nem meu ex noivo ficam assim por minha causa.
— Poderia alguém duvidar do meu desejo por ti, yineka mou? — ele desliza para a cama e abre as minhas pernas com seus joelhos.
— Não! — sorriu para ele.
— Desejo-te muito — diz ele com uma voz rouca antes de abaixar a cabeça e beijar me nos lábios.
Meu corpo curvou-se para o receber. Tinha passado muito tempo desde a última vez que tinha procurado deliberadamente a companhia de um homem. Ele colocou os braços acima da minha cabeça até eu ficar imóvel e sem reacção. Ele não se limitou a me beijar.
Os meus gemidos ecoaram no quarto quando ele lambeu e chupou um dos meus s***s a seguir o outro. Sua língua iniciou um caminho descendente para o umbigo, seguida pelas mãos que percorreram cada curva do meu corpo até pousarem nas minhas pernas. De seguida ele deslizou dois polegares por baixo da minha calcinha e pressionou a sua boca o meu núcleo, ainda coberto pela lingerie.
Collin Morris
Meus lábios se curvaram em um sorriso sedutor enquanto levava a deusa de ébano até a banheira do hotel. A maneira como ela comandava a atenção, exigindo ser chamada de 'Deusa do Ébano', enviou uma emoção através de mim. Eu podia ver o desejo queimando em seus olhos, e combinava com o fogo acendendo dentro de mim.
—— Deusa do Ébano—— Eu murmurei, minha voz baixa e rouca enquanto me inclinava para perto, minha respiração passando por cima de sua orelha. —— Quem somos eu e você hoje à noite, então?
—— Dois estranhos buscando saciar seus desejos carnais —— a deusa de ébano retrucou ofegante.
Minhas mãos percorreram suas curvas sob a água, explorando os contornos do seu corpo com uma sensação de descoberta, como se a encontrasse novamente. Cada toque era deliberado, provocador, construindo a tensão entre nós.
—— Sim, continua por favor, sou sua
Com suas palavras, um rosnado retumbou no fundo do meu peito. A possessividade em seu tom, alegando ser meu, enviou uma onda de desejo primitivo correndo por minhas veias. Eu agarrei seus quadris firmemente, puxando ela contra meu comprimento endurecido.
—— Sua, apenas sua —— a deusa de ébano afirma se entregando a mim.
Minha boca encontrando a sua em um beijo ardente. Minha língua mergulhou em seus lábios, enredando-se com a sua em uma dança sensual enquanto eu explorava as profundezas de sua boca. Interrompendo o beijo, eu arrastei meus lábios ao longo de sua mandíbula, beliscando e chupando a carne macia. Minhas mãos deslizaram para baixo para segurar sua b***a, apertando os globos flexíveis enquanto eu apertava minha ereção contra seu estômago.
—— Vou te mostrar quem é o dono da noite, Deusa do Ébano —— Sussurro de forma feroz.
Com um rosnado feroz, eu levantei a deusa de ébano contra a borda da banheira, suas pernas se envolvendo instintivamente em volta da minha cintura. Meu p*u latejante pressionou insistentemente contra sua entrada escorregadia, buscando entrada em seu calor acolhedor.
—— Você quer isso, não é? —— Eu disse asperamente, meus olhos brilhando com luxúria crua enquanto eu me posicionava em seu núcleo —— Quer sentir o dono dentro de você, marcando você como minha?
—— Sim, eu quero isso, faça-o...
Com um impulso poderoso, eu me embainhei completamente dentro dela, esticando e enchendo a deusa de ébano até a borda. Um gemido gutural escapou de mim com a sensação requintada de suas paredes apertadas apertando em volta do meu eixo grosso.
—— Ahh, Deus, você é tão apertada —— Eu gemi, começando a me mover, recuando quase completamente antes de bater de volta com força implacável.
—— Aaaah! Muito bom, continua...
Seu encorajamento ansioso me estimulou, meu ritmo acelerando enquanto eu batia dentro dela com paixão desenfreada. A água chapinhava descontroladamente ao nosso redor, criando uma sinfonia caótica de sons - o tapa da carne, o jorro de líquido e nossa respiração irregular.
—— Sim, assim, toma tudo! —— Eu grunhi, meus quadris estalando para frente com intensidade brutal, enfiando meu p*u mais fundo em sua b****a apertada a cada estocada ——Eu vou encher você de prazer, Deusa do Ébano!
Inclinando-me, capturei sua boca em um beijo contundente, engolindo seus gritos de prazer enquanto eu devastava sua garganta com minha língua. Uma mão se estendeu entre nós, dedos encontrando seu c******s inchado e esfregando círculos firmes ao redor do nó sensível ——Fique pronta para se correr em mim, porque eu vou te levar lá...
—— Me faça gozar por favor...
Seu apelo desesperado quebrou o que restava da minha contenção. Com um rugido selvagem, eu mergulhei nela com abandono selvagem, meu p*u entrando e saindo da sua b****a disposta em um ritmo frenético. A força das minhas estocadas sacudiu seu corpo inteiro, enviando ondas de êxtase através dela.
—— Aaaaaah! Mais...
—— Isso, grita para mim! Grita por mim enquanto eu te levo ao céu! ——Eu exigi, meu aperto em seus quadris apertando enquanto eu a fodia mais forte, perseguindo nossa liberação mútua. De repente, senti seus músculos internos começarem a ter espasmos e vibrar ao redor do meu eixo. Seu clímax atingiu como uma onda gigante, e eu montei a crista com ela, meu próprio orgasmo caindo sobre mim.
—— Ahhh, sim! Toma tudo, Deusa do Ébano! ——
À medida que os tremores secundários da nossa intensa cópula diminuíam, eu desabei contra ela, minha testa descansando em seu ombro. Nós dois ofegávamos pesadamente, tentando recuperar o fôlego em meio à névoa persistente de prazer.
—— UAU! Isso foi incrível —— a deusa de ébano sussura também cansada.
—— Incrível é pouco para descrever aquilo —— Eu concordei, minha voz rouca de satisfação. ——Você é uma deusa, meu docinho.
Lentamente, levantei minha cabeça para olhar para ela, meus olhos suavizando com afeição e admiração. Neste momento, o jogo de faz de conta desapareceu, substituído pela profunda conexão que eu compartilhava com aquela mulher desconhecida sem nome.
—— Mas agora, preciso de um abraço real, —— Eu sussurrei, a puxando para perto e a segurando firmemente contra meu peito ——Porque, na verdade, você sempre será minha única deusa.