Maratona oficialmente aberta 2/14 Vicent De Lucca — Não ficou com ciúmes? — Perguntei. — Ciúmes? De você? — Ela perguntou, apoiando a cabeça no vidro. — Porque ficaria? — Ana estava solta pela casa, como uma cobra rastejando pelos cantos e bom, eu estava por lá. — Pontuei, rindo. — Confio no meu taco. — Ela bocejou. — E se fosse para me trair, seria com alguma coisa melhor... se é que me entende. — Você é ácida. — Só as vezes. — riu. — A verdade é que não acredito que você fez tanto para me ter e terminar em uma traiçãozinha boba. — a parou um tempo para refletir. — ao menos, eu penso assim, pode ser que você não. — Eu nunca trairia você, confie em mim! — Murmurei. — Confio, confio minha vida a você, mas não sei se estou apostando todas as minha fixas. — ela titubeou o dedos na

