Maratona 3/14 Vicent De Lucca — Vamos, Vicent! — Isabela grunhiu, andando de um lado para o outro. — Calma! — resmunguei, puxando a mala. Os nervos tinham se acalmado, finalmente, e eu não precisava mais do pai de Ana, ou seja, eu podia me livrar da garota, finalmente. Não era como se eu não quisesse ter feito isso a muito tempo, eu queria, mas não queria perder o meu maior apoio. Se separados já somos grandes, imagine juntos? Essa idéia de que ele deveria estar junto comigo foi uma das coisas mais bizarras que eu já tinha presenciado; não por sermos ruins juntos, mas mexer com qualquer um dos dois separados, seria como encostar em uma casinha de marimbondos. Eles se assustaram, pessoas — que estávamos estudando para saber se estavam de vigias ou não — sumiram e eles sairam de perto

