Pete estava deitado na cama, pálido, me encarando como se eu fosse a coisa mais importante do mundo. Entrei no quarto sozinha, atendendo ao seu pedido de ter um momento só nós dois. Cheguei perto devagar, sem saber muito bem como reagir. Meu coração estava acelerado. — Oi, Pete. Como você está? — Nem pensei duas vezes e me joguei em um abraço apertado, o mais forte que já recebi dele. Lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto. — Estou com tanto medo. Pensei que ia te perder, Pete! Senti suas mãos tocando minhas costas, me envolvendo em um abraço profundo. — Você é uma h*****a, Nana. Se você não tivesse agido rápido, como é que ia salvar a vida da sua amiga? — Sua voz estava fraca. — Não se esforce demais, você precisa descansar. E valeu mesmo por ter salvado minha vida. Ele me olhou

