Capítulo 11 Quando um dia comum se transforma num presente de paz. A manhã começou leve, quase com gosto de domingo. Laura e dona Sandra estavam na sala, ajoelhadas no tapete colorido ao lado do bebê, brincando com Dion. O menino soltava gritinhos animados enquanto esticava as mãos para alcançar um chocalho de pano. Laura ria como há muito não ria — solta, viva, inteira. Sandra, com a energia de quem parecia ter metade da idade que tinha, imitava sons, batia palmas e dizia: — Olha esse moço! Já tá querendo conversar mais que a mãe! — Vai passar o dia todo falando, igualzinho o pai. — respondeu Laura, rindo, com os olhos brilhando. Por volta das 10h, com o sol já morno batendo na janela, Sandra olhou para fora e sugeriu: — Que tal aproveitar esse dia bonito e levarmos esse rapaz pra t

