No amanhecer seguinte, Marina despertou sob uma luz quente que escapava pelas cortinas. O quarto estava silencioso. Ela piscou devagar, espreguiçou-se… e então viu. O anel. O diamante tocado pela luz dançava no seu dedo de forma tão delicada, tão brilhante, que fez seu coração dar um salto. Ela se sentou na cama num rompante, os cobertores escorregando por seu corpo, os lábios entreabertos em choque suave, encantado. Era real. Tudo. Cada segundo da noite anterior. Segurando o cobertor contra si, ela atravessou o corredor, os pés descalços deslizando no chão frio até a cozinha. E lá estava ele. Erick, de costas, diante do fogão. O vapor suave do café subia, seus cabelos úmidos caíam bagunçados sobre a testa. A luz da manhã realçava o contorno do dorso dele, relaxado, sereno. Tão de

