Capítulo 3

1358 Words
Renata On Acordo ouvindo um som estranho na casa, parece que tem alguém brigando, me levanto, deixo a banheira enchendo, fico a mexer no celular até o alarme apitar, quando escuto vou tomar um banho, não quero me envolver na briga deles se realmente estiverem brigando, entro no banheiro e tiro minha roupa, entro na água quente e fico a relaxar. Fico longos minutos alí até finalmente sair e pegar uma toalha para me cobrir, pego uma roupa no armário e me visto, vou até o espelho me olhar, estou aceitável para meu primeiro dia de trabalho. Saio do quarto e caminho pela casa até achar a escada para o primeiro andar, desço e vou para cozinha, todos estão comendo, acho que será um pouco complicado pedir para um deles me levar para o trabalho. — Já vai trabalhar? — pergunta Andrei comendo. — sim, mas é meu segundo dia na Romênia e eu não conheço nada. — falo me sentando na cadeira, pego uma maçã e como. — não se preocupe com isso, um dos meus doces filhos vai te levar não é? / Diz Daciana com um sorriso esperando um dos filhos responder. — irei levar ela depois de comer. — diz o homem de olhos verdes comendo. — por que Andrei não pode me levar? — pergunto curiosa. — ele ia ter um carro se não tivesse ido embora daqui. — diz Aurelious olhando o filho que não se importa com o comentário. — não me arrependo nem um pouco de ter ido para Inglaterra, irei trabalhar para comprar minha moto. — diz Andrei olhando o pai. — desculpa a pergunta, mas quando acordei escutei um som estranho. — falo e término de comer a maçã. — foi o Andrei e o Cezar brincando por algum motivo i****a, eles não crescem nunca. — Diz Aurelious que pega um copo de suco e bebe. — a culpa não é minha se ele entra no meu quarto e pega minhas coisas. — Diz Andrei que parece estar bem puto com esse assunto. — vocês dois deveriam crescer isso sim, você acabou de voltar e já está brigando. — diz Daciana que parece um pouco brava. — irei escovar os dentes e já irei te levar. — Vejo Nicolae a se levantar e sair do quarto. Me levanto depois de comer a maçã e vou para o meu quarto passar em enxaguante bucal, desço novamente e vejo Nicolae me esperando. — demorou. — Diz me olhando sério. — desculpa, podemos ir, não quero chegar atrasada. — Falo querendo ir logo embora. Saímos da casa, sigo ele até o que parece ser a garagem, vejo ele entrar em um dos carros, entro e fico ao lado dele. — espera, irei te entregar o endereço. — Falo procurando o papel na minha bolsa, depois de revirar tudo consigo achar e entregar a ele. Fico olhando a paisagem fixamente, é tão incrível estar na Romênia, espero conseguir me adaptar bem aqui. — por que decidiu vir para cá?— Diz enquanto dirige, sinto curiosidade em sua voz. — amo o folclore daqui, é muito fascinante.— Falo observando a vista. — quer dizer que ama as histórias de vampiros?— a pergunta dele até que é interessante. — amo muitas outras histórias além dessa.— falo o observando dirigir. — entendo, já estamos chegando no seu trabalho, não fale com homens estranhos, pois pode acabar sendo sequestrada ou pior. — a forma que ele falou me fez ficar com medo. — está bem.— vejo ele parar o carro, abro a porta e saio. — quando for ir embora liga para o Andrei e manda ele me chamar para te levar para casa. — diz me olhando, aceno com a cabeça e vejo o carro se distanciar. Vou em direção ao prédio que irei trabalhar, estou um pouco nervosa mas é normal, entro e vou até a recepcionista, falo com ela e mostro meu documento, ela chama outra mulher que me leva pelos corredores, acho que estou indo falar com o chefe, vejo a mulher parar em frente a uma porta, respiro fundo e entro. Vejo um homem lindo que parece ter uns 30 e poucos anos, tem cabelos pretos, pele bem branca e olhos cor de mel, mesmo com o terno social da para perceber que ele malha pois seus músculos são visíveis, errado dizer mas ele é literalmente um deus grego muito gato. — você deve ser a nova fotografa da empresa, é um prazer ter conhecer, ter uma bela dama trabalhando aqui será ótimo. Já ia me esquecendo, meu nome é Anthony Grifford. — Diz meu belo chefe me olhando de uma forma intensa. — meu nome é Renata Bernardi, obrigada por ter me aceitado na empresa, prometo fazer um trabalho excelente enquanto estiver aqui. — Falo sorrindo. — não tenho dúvidas disso, senhorita Renata. — Diz com um tom que eu identifico com malícia mas não posso confirmar. — o que exatamente irei fazer hoje? — Pergunto olhando meu chefe. — por hoje só irá conhecer a empresa e ver o melhor meio de publicidade. — Diz me olhando, sinto que ele está a me analisar. — Está bem, senhor Grifford. — falo sorrindo. — pode me chamar de Anthony quando estivermos a sós. — diz com um sorriso galanteador. — mas você é meu chefe, preciso te tratar com respeito. — falo meio insegura disso. — estamos sozinhos não precisa ser respeitosa, vou mandar minha secretária de levar para conhece a empresa, depois ela irá levar você até sua mesa. / Diz me olhando. Vejo Anthony chamar a secretária que aparece na porta, sigo ela pela empresa que é enorme, tem várias pessoas trabalhando aqui, depois do passeio ela me leva até minha mesa, tem uma câmera bem cara em cima dela e um computador, "ótimo", acho que vou trabalhar assim por um bom tempo. (...) Finalmente terminei de escolher as melhores imagens para o anúncio, falta cinco minutos para o meu tempo de trabalho acabar. Acho que vou comer alguma coisa na máquina depois que o horário terminar, estou com um pouco de fome. Quando meu horário acaba me levanto e vou para a máquina no corredor, vejo uma funcionária passando a mão no pescoço, tem gotas de um líquido vermelho em sua roupa, vejo a mesma mulher pegar um cachecol na bolsa e cobrir o pescoço com ele, escuto uma porta abrir, vejo o chefe Anthony sair dali, sua boa está com um líquido vermelho, ele vem em minha direção. — senhor Grifford, sua boca está suja. — Falo não querendo perguntar o que não é da minha conta, apesar de ser estranho para c*****o. — eu estava bebendo suco de morango e beterraba. — diz com um sorriso simpático, não parece estar mentindo, também não parece razoável pensar que ele é um vampiro, pois todos sabem que eles não existem. — entendo. — Falo voltando minha atenção para a máquina de comida a minha frente. — tem um refeitório na empresa, pode comer um pedaço de pizza ou lasanha lá. — fala me olhando calmamente. — acho que só irei comer um biscoito mesmo. — falo sorrindo. — vai para casa sozinha? Se quiser posso te levar, você é nova aqui, não deve conhecer ninguém. — falo me olhando de uma forma estranha. — não precisa, o irmão de um amigo meu irá me buscar. — Falo sorrindo. — está bem, espero que volte bem para casa. — Diz sorrindo. — obrigada. — falo pegando um biscoito, ele sai de perto de mim e volta para sua sala. Pego meu celular e mando uma mensagem para Nicolae avisando que já irei embora, caminho pela empresa para encontrar a saída, passo pelo refeitório, vejo que as mulheres jovens e bonitas estão usando um cachecol ou algo do tipo para cobrir o pescoço, agora assim está estranho. Saio da empresa e fico no lado de fora esperando Nicolae, depois de longos minutos esperando ele chega. Entro no carro e ele começa a dirigir para casa, o dia foi longo e estranho, muito estranho na verdade.
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