Renata
Meu primeiro dia de trabalho foi cansativo e estranho, tive até a impressão que meu chefe é um vampiro, óbvio que isso é impossível, acho que só foi uma coincidência estranha, acho o que cachecol deve estar na moda agora.
—como foi seu primeiro dia de trabalho, britânica?— Diz Nicolae dirigindo para casa, ele parece estar de bom humor.
—meu nome é Renata, é falta de educação me chamar de britânica.— falo olhando ele dirigir.
—não precisa ficar nervosa.— Diz calmo.
—desculpa, meu primeiro dia foi estranho.— falo observando a paisagem.
—estranho como?— diz parecendo curioso para saber.
—se eu realmente acreditasse no sobrenatural diria que meu chefe é um baita vampiro gato.— falo pensando, vejo que Nicolae fica um tempo em silêncio, ele ficou sério do nada.
—qual o nome dele?— pergunta bem sério.
—Anthony Grifford.— falo e tudo fica em silêncio por um longo tempo.
—se achou ele estranho fique longe.— diz sério, sinto que ele está me escondendo algo.
—tem como ir logo para casa, quero deitar na cama e descansar.— falo encostando minha cabeça na poltrona do carro.
—já está se sentindo em casa né?— diz mudando de assunto.
—sim, estou me sentindo em casa. — falo olhando a paisagem.
(...)
Finalmente chegamos a casa dos Meyer, saio do carro e entro na casa rapidamente, pois começou a nevar e está muito frio.
—como foi seu primeiro dia no trabalho?— diz Andrei com um sorriso aconchegante, estar perto dele me deixa calma.
—estranho, mas bom.— falo abrindo um sorriso.
—amanhã irei te levar para conhecer a cidade.— diz meu amigo sentando no sofá, ele está com a camisa aberta, consigo ver seu abdômen daqui, as vezes esqueço que ele é um homem atraente, acho que é por causa do tempo de amizade.
—vai levar ela como? Pelo que eu lembre você não tem carro.— diz Nicolae olhando o irmão adotivo.
—vou levar ela para caminhar e conhecer a região.— diz Andrei não ligando para as provocações do irmão.
—vocês parecem não se dar bem.— falo reparando na forma que os dois se tratam.
—deixa eles brigando e vem ajudar a cozinhar.— diz Daciana me olhando.
—tá.— falo saindo da sala e indo para cozinha, vejo todas as mulheres da família Meyer ajudando na cozinha que é enorme.
—lave as mãos e vai cortar a carne.— diz Daciana sem olhar para mim enquanto cozinha algo no forno.
Vou para a pia e lavo minhas mãos, pego o pedaço de carne e coloco em cima da bancada, pego uma faca e fico ali a cortar a carne. Estranho que nenhum homem esteja ajudando, parece ter muita coisa para fazer ainda, essa família parece ser bem conservadora.
—por que nenhum homem está ajudando? / Falo enquanto corto a carne.
—Eles trabalham para comprar a comida e nós preparamos.— diz Daciana que nem olha para mim.
— mas a mulher também trabalha.— falo sem entender o raciocínio dela.
—eu não sou contra uma mulher trabalhar, mas o que acontece se o casal ter um filho e a esposa estiver trabalhando?— fala Daciana temperando o molho.
—é só o casal pagar uma babá enquanto eles estiverem trabalhando. — falo colocando a carne que já cortei em um pote.
—e quem vai cuidar do marido se ele chegar cansado do trabalho?— Daciana parece acreditar no que diz.
Fico em silêncio cortando a carne pois quem sou eu para discordar, estou na casa dela, o mínimo que posso fazer é ajudar. Enquanto corto a carne acabo me distraindo com uma conversa sobre roupas e acabo cortando meu dedo.
— aiii......— dou em gritinho por causa da dor, coloco meu dedo na boca pois ele começou a sangrar, odeio o costo de ferro do sangue.
—vai cuidar do seu dedo, não queremos que seu sangue caia na comida.— fala Daciana me olhando, acho que ela pensa que sou inútil.
— eu sou saudável se quer saber.— falo me sentindo meio ofendida.
—bom saber, mas ainda assim, vai cuidar do corte.— Daciana parece estar seria.
—deixa eu cuidar do corte, irei colocar um curativo.— diz Aline me olhando.
—não, vai demorar mais para o jantar ficar pronto. Renata vai ver o Andrei, ele vai cuidar do seu corte.— diz Daciana que já parece estar p**a comigo.
Saio da cozinha e caminho procurando o quarto do Andrei, o corte foi meio fundo e acho que preciso de um curativo.
—estava me procurando?— pergunta Andrei me olhando, ele está sem camisa, seu corpo parece úmido e seu cabelo está molhado, acho que ele acabou de se banhar.
—eu cortei o dedo, preciso de um curativo.— falo olhando o corpo dele.
—vem cá.— fala Andrei que se afasta um pouco de mim, sigo ele até uma sala, vejo ele abrir uma caveta e pegar um curativo.
Andrei pega minha mão e me senta no sofá, vejo ele a cuidar do meu corte, ele é tão cuidadoso comigo.
—obrigada, não sei o que faria sem você.— falo sorrindo, não consigo deixar de olhar o tanquinho dele, sinto meu rosto a esquentar.
—posso de fazer uma pergunta, Ren?— Diz me olhando de forma intensa.
—claro que pode, Andrei.—falo olhando para ele.
—eu tenho alguma chance com você, sei que me vê como amigo, não quero passar dos limites sem saber como se sente.— diz me olhando.
—eu não entendi o que quis dizer.— falo sentindo meu coração acelerar, me viro sem saber como reagir a esse comentário.
—então farei você entender.— diz Andrei que me puxa para seu colo, sinto um certo volume encostando em minha b***a.
Um arrepio enorme passa em meu corpo, eu não sei como reagir, sinto ele beijar meu pescoço e dar pequenos chupões que me fazem estremecer, o volume encostado em minha b***a parece estar mais firme.
— o que significa isso, Andreii.....?— pergunto com a voz trêmula.
—acho que é bem perceptível o que isso significa, eu gosto de você e muito tempo, Ren.— diz em meu ouvido.
Sinto seu toque em minha barriga, ele levanta minha blusa deixando meu sutiã a mostra, não sei como reagir a isso mas não consigo pedir para parar.
—eu sempre amei seus seios.— diz apertando eles por cima do sutiã, sinto minha i********e esquentar me fazendo esfregar as pernas.
Andrei para de apertar uns dos meus s***s e abre o zíper da minha calça, sinto que isso está indo longe de mais. Ele abaixa um pouco minha calça jeans sem desgrudar nossos corpos, sinto ele tocar minha parti íntima por trás da calcinha fazendo movimentos em meu ponto mais sensível, coloco a mão em minha boca para não gemer nem chamar seu nome.
—você é tão sensível, já está toda molhada.— diz Andrei que logo depois lambe meu ouvido me fazendo ficar toda arrepiada.
Escuto a porta a nossa frente abrir, minha respiração para por alguns segundos, Aline está a nos olhar sem dizer nada, vejo ela respirar fundo.
—tem como vocês fazerem isso depois do jantar, papai e mamãe já estão esperando na mesa.— fala Aline que logo depois sai da sala.
—você escapou de mim dessa vez, mas na próxima não vai ter essa chance.— diz maliciosamente, saio de perto dele e arrumo minha roupa, fico encostada na parede tentando me recompor do acontecido.