Pego as minhas roupas espalhadas pela sala. Nando, vestindo uma bermuda e camiseta regata da cor preta, se junta a mim. Um último abraço e beijo cheio de palavras não ditas de ambos deixa uma a sensação de vazio. — Não precisa me levar, é só chamar um táxi. ― Estamos num impasse há alguns minutos. Não vejo a necessidade de me levar, ele por outro lado, acha que sim. — Nem pensar. — Me beija na cabeça. — Obrigado pela noite, foi uma experiência maravilhosa ― diz segurando-me pela mão. — Obrigada! Pra mim, foi como eu queria. Quando me deixa em casa, entro apressada e sigo para meu quarto, não quero esbarrar com ninguém. Deito e fico com a sensação do toque dele em mim, mas prometi que nunca falaria do assunto e jamais o procuraria. Meu celular vibra, e fico surpresa quando vejo quem é

