Capitulo quatro.

1661 Words
Estou tensa em falar sobre a minha proposta, mas estamos querendo o mesmo: sexo, como o próprio diz. Às vezes Nando tira a atenção da direção e me olha. Minha boca está seca, nem sei por onde começar, porém, como diz meu pai “uma certeza nós já temos nessa vida: o não!”, então vale arriscar? Limpo a minha garganta e começo. — Faça sexo comigo, depois não ficarei atrás de você, como uma garota apaixonada. Ninguém nunca saberá, acabamos com essa atração mútua. — Solto tudo de uma só vez e agora não tem como voltar atrás. Numa tentativa ridícula de mostrar uma segurança inexistente, falta-me coragem para olhar em seus olhos. Finjo observar as sacadas dos apartamentos de alto padrão. Tudo por uma distração sem sucesso, para não o encarar. — Não poderia fazer isso... Você é virgem. — Como sabe? — Minha voz sai trêmula. — Posso ver como está tensa, as suas mãos, pernas e lábios estão tremendo. As bochechas devem estar queimando de tão vermelhas. — Mais direto impossível. E qual problema nisso? É algum defeito, agora? — Por isso mesmo estou te pedindo, quero perder minha virgindade com alguém experiente, capaz de me fazer curtir cada momento. Minhas amigas reclamaram da primeira vez delas, dizendo o quanto foi frustrante. — Não posso fazer isso, Betina. ― Sua voz soa baixa. ― Eu seria um cretino se aceitasse. — A sua recusa devia me deixar triste e humilhada, mas diferente disso, tenho mais certeza sobre ser com ele. Disposta em ter um sim, apelo no argumento. — Por que, sou r**m demais, Nando? — Nunca mais diga isso. Só agora compreendo a atitude de Roger em protegê-la. ― Trazer meu irmão para essa conversa é jogo baixo. Reviro os olhos. Ele sorri, mesmo irritado. ― Não tem noção do quanto te acho linda, penso todo o momento em como deve ser único tocá-la, mas você merece alguém especial. — Que desculpa mais sem criatividade! — Tudo bem, eu vou procurar quem queira. Com certeza tem alguém no futebol ou na faculdade disposto. — Por que não? Devo estar louca, minha consciência tenta colocar algum juízo na minha cabeça. Nando para o carro e segura o meu queixo com força, beija meus lábios abruptamente. Correspondo da mesma forma. Por alguns segundos esqueço a proposta, sua recusa e até mesmo quem sou. Seus lábios tomam os meus fervorosamente, sua língua não pede passagem, simplesmente me devora. Quando se afasta, perco a noção, e suas palavras me trazem esperança. — Nem pense em se oferecer a outro homem, tá me ouvindo? — fala com rispidez segurando meu rosto. — Você recusou a minha proposta, então vou arrumar alguém para aceitar. Esperei até agora, porque nunca tive essa vontade com ninguém, e o único com que tenho acabou de negar. — Vejo brilho em seu olhar ao ouvir minha confissão, e por uma fração de segundos quase me arrependo, mas confiante que atingi meu objetivo, o encaro esperando uma resposta. — Seus irmãos têm razão, você gosta de um desafio. — Beija-me com força. Aqueles dois andam falando demais, isso sim. — Vou tomar tudo de ti, Betina. Não serei nada gentil. — Faça. — Comemoro. A minha b****a está louca de vontade de ter um p*u dentro dela. Nando entra em seu prédio, e como todos os que avistei pelo caminho, o dele não é diferente, charmoso e de alto padrão. Coloca o carro na vaga, nem espero por seu cavalheirismo, abro a porta, saio. ― Abusada! Vai pagar por cada palavra, atrevida. — Pago com prazer, ordinário. — Estou fodido. — Está nada. Já esteve com uma virgem antes? — Nunca. — Então será a primeira vez para ambos. — Segura meu queixo. — Você é teimosa. E eu um louco. — O elevador para. Fernando abre a porta, observo que é um belo apartamento. Na sala, vai até o bar, coloca uísque no copo e vira num único gole. — Quer beber algo? — Água. — Some por alguns segundos, retorna com uma garrafinha e um copo. Bebo sentindo o gelado na garganta, passo a língua nos lábios. — Vem! — Leva-me consigo, e abre a primeira porta. O quarto é espaçoso e lindo, todo em bege e marrom. Másculo. — Seu quarto? — Sim, tira a roupa. — Mandão! Delícia, gosto disso. Tiro todas as peças, ficando nua em sua frente. — Te quero no chuveiro, vamos tomar banho. Pegando minha mão, entramos no banheiro que é enorme, tem uma banheira de dois lugares, o box cabe três pessoas. Abre e me coloca na ducha, tira sua boxer, entra comigo. Pega o shampoo e começa a lavar meu cabelo com todo cuidado. — Betina, acho seu cabelo lindo, gosto de como é preto, solto e brilhoso, mas só o tinha visto preso até agora. Quero vê-lo solto sempre, pode fazer isso por mim? — Aceno concordando, adoro seus elogios. Pega a esponja com sabonete líquido e ensaboa todo meu corpo, suas mãos deslizam com a espuma. — Seu corpo é perfeito, estava doido pra ver essa sua b***a gostosa. — Aperta e solta dois tapas com força. — Isso, pelas suas provocações. — Sorri, passa a mão pelos meus s***s e faz círculos puxando o bico. — Eles são pequenos, gosto assim, porque vão encaixar todo na minha boca. — Enxagua a espuma e coloca um deles na boca, sugando. Com a outra mão toca o outro, fazendo círculo em toda auréola. Troca de seio e judia do outro, chupando com força. — Eu vou te chupar aqui, quero ver minhas marcas nessa pele linda. — Mostra o lado do bico do seio e marca, desce e marca também minha barriga e depois, acima do meu ventre. Tudo o que faz é intenso e ao mesmo tempo carinhoso. Fico sem ação, sem saber como agir. Meu controle se foi no momento que seus lábios tomaram os meus. Quero falar, mas as palavras nesse instante somem, deixando só o delírio de cada toque recebido. — Agora você tem várias marcas minhas, abra suas pernas. — Nando as afasta mais, se abaixando, apoia uma delas em sua coxa e leva a boca até minha b****a, lambe todo meu c******s. Nem preciso dizer... perco a razão. — Seu gosto é delicioso. Vou te penetrar com minha língua, meter até sentir seu mel. Quero que goze pra mim Betina. Isso será rápido, querido. Nem bem começou sinto minhas pernas estremecerem, imagine com sua língua me chupando. É tão excitante, erótico vê-lo nu fazendo todas essas coisas comigo. O homem tem o controle sobre meu corpo e não demoro em gozar. Levanta-se e fecha o chuveiro. Sem que espere sou erguida para estar em seu colo, ainda molhados, sou colocada na pedra da pia. Afasta minhas pernas, ficando de frente para mim, e ataca meus s***s novamente. Depois de chupá-los, abaixa-se e volta para minha b****a. Entrego-me ao prazer, nunca fui tocada dessa forma, então a sensação é extrema. Colocando dois dedos, começa a movimentar dentro da minha v****a. — Quero te preparar para entrar em você, não serei gentil contigo. — Nando continua com os dedos, as sensações invadem meu ser e são inexplicáveis. A loucura do momento não ofusca os meus gemidos, tornando-os cada vez mais altos. — Molhadinha e pronta para receber o que tenho reservado pra ti. Posiciona-se a minha frente, coloca o preservativo. Fico com receio se irá doer. Sem que eu notasse, ele encaixa e entra em mais da metade. Em segundos tenho todo seu p*u dentro de mim. Sinto como um corte de gilete rasgando a pele. Nando toca meus lábios ao perceber meu desconforto, e sem aviso, estoca forte. ― Goza comigo, Betina. Não consigo segurar mais. Continuam as estocadas, a excitação toma o controle. Estamos alucinados. A cada investida, nossos corpos se encontram, aperto seu pênis dentro de mim, contraindo minha v****a com a chegada do orgasmo. Sentindo que estou gozando, ele aumenta as estocas, seguindo comigo. Quando terminam seus espasmos, seus olhos me prendem, e nos abraçamos com ternura. — Está linda toda suada, e esteve incrível. Espero não ter te decepcionado. — Sorrio ainda em êxtase. ― Foi maravilhoso, Nando. — Me beija. — Vem! Vamos terminar o banho. — Eu quero de novo. — Ele ri. — Você é uma espertinha. Não basta ter me enlouquecido, e quer complicar ainda mais a minha vida? — diz entrando no chuveiro para finalizar nosso banho, sigo-o. — Ficaria a noite toda te tocando e fodendo, mas preciso levá-la, vão dar por sua falta. — Só mais uma vez. — No chuveiro, tiro a camisinha e lavo seu pênis endurecido novamente. Encosto-o na parede gelada, ele geme com o contato. Ajoelho a sua frente na direção do pênis, deixando várias lambidas. Nunca deixei gozarem na minha boca, masturbei como também fui masturbada. Começo a chupar e vou intensificando os movimentos. Incrível como sem entender minhas ações e emoções com Nando, sinto a sede em descobrir tudo sobre ele. Pode parecer loucura, no entanto, parece mais certo a cada segundo, a cada toque. Com seus gemidos, os olhos fechados e o corpo perfeito, fica impossível controlar. — p***a Betina! Assim fica difícil parar. — Não pare, quero tudo pra mim. Ele estremece, seu pênis fica mais duro e goza, jorrando em minha boca, engulo o quanto consigo. O sabor não é dos melhores, porém, o quanto me excitou vê-lo se desmanchando, sim. Limpo o canto dos lábios; Nando me puxa, devorando meus lábios. — Você gosta do perigo. Estou fodido se ficar mais alguns minutos contigo. Vamos, preciso te levar para casa. — Concordo, meus pais podem estranhar a minha demora. Afinal nem liguei para os meninos. Quando entro na sala em que deixei minha bolsa, pego meu celular. Tem ligação e mensagem do Roger perguntando se estou bem. Respondo antes que ligue em casa. Eu: estava cansada, mas estou bem...beijos.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD