Olívia estava deitada na cama, os olhos fixos no teto, mas sua mente não conseguia encontrar descanso. Ela sentia que algo dentro dela estava se quebrando, algo que ela não conseguia mais controlar. O silêncio da casa era opressor, pesado com a sensação de que, por mais que ela tentasse se afastar, havia algo em Theo que ainda a mantinha cativa. Mas não era só o medo que a prendia. Era algo mais profundo, algo que ela não conseguia identificar ou definir com clareza. Era a mistura de desejo e obsessão, de amor e possessividade. Ela sabia que Theo não era apenas o homem que a tinha resgatado daquele inferno. Ele era algo mais. Ele era uma força avassaladora que tinha a capacidade de destruir ou salvar. E Olívia, mesmo tentando resistir, sentia-se atraída por ele de uma maneira que não con

