Capítulo 19

1545 Words
— esse filme parece bom — Leandro dizia prestando atenção no Filme. — Sim. Eu amo quando a personagem corre do assassino. — contou enquanto dava risada da cara de surpresa de Leandro. Logo as falas deles começaram a ser mais interessantes. E os dois prestavam bastante atenção. — mas eu te amo tanto amor . Mesmo assim você corre atrás de mim. — não diz isso, eu sinto muito. Logo apareceu o assassino e matou um deles. Que logo deixou o outro na expectativa de que sobrevivesse a tragédia que viria a acontecer. Mas puderam fugir. — Por favor, não. Gritava a garota quando o homem apareceu com uma arma na mão e a matou sem piedade neste momento Maju acabava por notar que Leandro começava a ficar meio diferente. — Leandro você está meio m*l melhor você seguir para a cama. — Maju falava tentando mover — não quero terminar o filme. — respondeu um pouco mais para um tom pastoso como se estivesse bêbado. Então a contra gosto Maju o forçou a ir para cama e se deitar. E quando ele finalmente dormiu ela começou a tirar suas roupas e o deixar nú. Maju se surpreende ao ver um velho amigo em que já não avistou faz anos como também o fato de não ter visto ele adentrar onde Maju correu nos braços do mesmo em que a acolheu no mesmo instante que ela encontrou os braços do seu único verdadeiro amigo em que conheceu dois a três anos atrás e que ajudava-a nas maldade pois ele também tinha os mesmos pensamentos de que a Maju possuía e em que ela poderia desabafar sem se preocupar em ser olhado de travesso ou julgado pelo o que a mesma fazia o que era algo raríssimo de ela encontrar uma pessoa como ele e em que a mesma valorizava demais essa amizade que ambos tinham. •°Leandro…°• Naquele dia Leandro acordou com o celular despertando às seis da manhã. Ele seguiu para o banheiro e tomou um banho relaxante escovando os dentes em seguida como fazia diariamente. Seguindo para o guarda roupa pegou um terno preto e uma camiseta social branca. Depois de terminar a refeição ele retorna para sala onde olhava o estante com uma televisão de 40 polegadas quase cheia de poeira devido ao pouco uso. Livros de vários estilos para os momentos de lazer em uma prateleira, livros de direito, troféus do colégio, medalhas dos esportes que fez, e principalmente um porta retrato dele com Teresa juntos. ao lado de fotos dele com os amigos em quadros espalhados. A falta que sentia dela era grande demais para fazer ele dar um sorriso mas mantinha pelo menos a sua face neutra na empresa. Maju e Leandro se tornaram amigos naquele tempo, pelo menos dava a entender que os dois passaram a se mandar mensagens sempre antes de irem para a empresa. — bom dia Leandro. — Bom dia Maju. — Tudo bem Leandro. Queria te agradecer pela noite de ontem eu me senti muito bem. — não precisa agradecer Maju, foi bom ter pelo menos um momento de tranquilidade. — eu também estava precisando. — sempre pode contar comigo. Ainda que tenhamos tido todos esses por menores. Leandro vinha de uma família rica, os pais deles moravam em uma mansão em algum lugar fora do Brasil portanto o mesmo não sabia tão bem pois já fazia anos em que ele não conversava direito com os mesmos desde que optou por ficar com a Tereza e os pais dele havia preferido a Maju que obviamente tinha feito isso de propósito para tentar separar a Teresa e o Leandro mas que acabou que o próprio filho preferiu ficar com o amor da vida dele optando em deixar os pais dele para trás, acabando irritando ainda mais a Maju o que era de se esperar já que tudo que ela mais queria era dar um jeito em conseguir ter os pais do Leandro ao seu lado o que conseguiu, achando em que iria conseguir o que queria sendo que infelizmente Maju acabou que não ter sucesso já que Leandro simplesmente cortou os laços com os pais dele logo após o acontecimento. — você sempre é um amor de pessoa Leandro disse Maju. — se recordando não só da condição financeira dele como também da pessoa maravilhosa que ele era. Talvez tenha sido por isso que ela se apaixonou por ele. — Tudo bem. Podemos nos encontrar para tomar café da manhã na lanchonete próximo a empresa? — Claro, posso sim Leandro. Depois da curta interação entre eles, Leandro entrou em seu carro e dirigiu com destino a empresa. O caminho ainda continuava o mesmo trânsito e pessoas que iam e vinham de seus trabalhos exaustos e cansados enquanto outros iniciavam o seu dia de trabalho. Não julgava as pessoas apenas entendia a situação e pouco me ligava para ouvir algumas pessoas xingando ao ver que o trânsito não se movia. Depois de exatos dez minutos tudo voltou ao normal e Leandro partiu em direção a empresa depois de estacionar na garagem do prédio ele saiu encontrando no caminho Maju. Seus pensamentos o traíram por um momento ao ver que a mulher a sua frente usava uma roupa menos sensual. Seus lábios tinham um batom vinho enquanto sua saia preta e blazer preto combinado com o branco traziam a ela um ar de seriedade. — bom dia Leandro. Muito obrigado mais uma vez pela noite de ontem.— falou Maju o abraçando e deixando nele um pouco do perfume adocicado. — você sabe que pode contar comigo sempre Maju. — Leandro a relembrar de sua gentileza e até que não se davam bem no começo mas se deram a oportunidade de se conhecer melhor. — pegou algum caso de ontem para hoje?— Maju perguntou e os dois se olharam por um momento reparando no colar no pescoço de Leandro ela ficou feliz em comentar. — Você está usando meu presente, eu estou muito feliz. — Maju pontua sem deixar Leandro respirar praticamente. — não ainda. — respondeu a primeira pergunta e logo também falou sobre a Segunda. — Eu achei ele fofo e como não tem problema nenhum vou usar ele também. — eu fico feliz de verdade, por isso ainda que eu só tenha a lembrança de minha amiga em você. — não fica triste Maju, eu estou aqui e vou te apoiar assim como Teresa sempre te apoiou. — Leandro comentou. Dando a Maju uma segurança que ela não tinha naquele momento e era verdade. Quanto mais Leandro ficasse perto, mais sugestivo poderia ser sua manipulação visto que ele era tão ingênuo que não notaria através de cada ato as estratégias de Maju. — obrigada Leandro eu valorizo muito sua companhia. — Maju expressa sua gratidão e logo os dois amigos seguiram para a cafeteira. Assim que entraram se destinam a mesa de sempre onde o movimento podia ser visto. — garçom traz o de sempre por favor. — pediu Maju e logo Leandro e ela se sentam de frente um para o outro. — sabe Leandro depois de ontem eu resolvi me dar uma oportunidade e convidar um amigo para jantar. — inicia a conversa com certa tranquilidade que impressionava Leandro. — mas você não tem certeza se ele vai. — sugeriu Leandro ao notar a cara que Maju fez com certa pena. — não é isso e que não queria me sentir sozinha. Caso aconteça uma tragédia. Não confio muito nas pessoas e uma mulher sempre vai ser fraca que um homem. — ela fez um discurso básico que convenceria o suficiente para enganar qualquer um. — posso aparecer lá e te ajudar a não ficar sozinha, se for o caso. — ele comenta com um sorriso gentil e o garçom coloca os bolinhos de chocolate, o chá de Maju e o café de Leandro sobre a mesa. — Muito obrigada Leandro, você é um anjo. — agradece Maju e logo os dois iniciam seu café da manhã. A cada minuto juntos os dois se sentiam mais próximos. — precisamos ir. — respondeu Maju e logo após o café da manhã cada um seguiu para seu trabalho. Pegando casos opostos, os dois trabalharam o dia todo exaustivamente. Quando finalmente terminou o expediente Leandro seguia para seu carro e passaria na sua casa sem saber o que fazer posteriormente. No caminho ele se recordava do passado. As duas caiam em gargalhadas pois isso não tinha como Tereza argumentar pois no fundo tinha um pingo de verdade com isso e assim as duas adentraram no local após ter caminhado um pouco para chegar até lá, o local era lotado era difícil para as duas se manter lado a lado e o óbvio acabou acontecendo sendo que Tereza e Maju acabaram se perdendo no meio da multidão onde após perceber tentaram se achar novamente mas a coisas estava complicada até que Tereza sem querer acabou escorrendo em um rapaz em que do outro lado Maju acabou esbarrando também nele em que assim que as duas se acharam novamente tiveram que segurar a risadas ao ver a cara da outra ao perceber que haviam esbarrado na mesma pessoa, sendo por grande coincidência.
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