Capítulo 6

1854 Words
Maju toca na campainha assim que chegou na casa dos pais dela onde uma senhora abre a porta em que assim que avistou Maju seus olhos brilharam como de alegria onde quase correu até dentro da casa para chamar um senhor que ao ver a mesma logo trancou a cara demonstrando estar nada feliz já pronto para reclamar e provavelmente mandá-la para fora mas Maju acabou sendo mais rápido, decidindo adiantar as coisas e indo diretamente até o assunto que lhe interessava sem se preocupar da bomba em que ela iria saltar. — Quero matar a Tereza pois ela só atrapalha o meu caminho! E vocês tinham razões a respeito dela, me desculpe… - disse Maju — Para quando? - pergunta a mãe dela — Para já! - responde Maju — Temos um ótimo contato, espera aí… - completa o pai dela Maju aguarda como o pai pediu e assim que pegou o pedaço de papel tendo a referência ela agradeça os pais e vai embora onde ao sair Maju virou-se para trás vendo a figura dos pais dela acenando para a mesma para se despedir da filha em que a mesma ficou muito surpresa ao ver o tão similar que ela era dos pais sendo alto que nunca realmente reparou e nem ligava mas que hoje Maju tinha orgulho e podia dizer que amava os pais dela mesmo não sendo um amor saudável onde mais tarde Maju chegou em casa onde ela pegou o pedaço de papel em que ao pegar o celular dela a mesma discou o número em que um homem de aproximadamente uns vinte e seis anos atendeu em que o mesmo não dizia seu nome verdadeiro e se apresentava como Sr.Lumps onde Maju fez o pedido pagando metade de entrada quanto ao resto na entrega do serviço solicitado onde assim a mesma decidiu ir para um daqueles restaurante chique pois achava que agora com uma coisa a menos era o motivo de comemoração e assim foi a Maju. Maju ligou para o senhor Lumps e aguardava a sua resposta. — como anda a situação? — senhorita Maju. — inicia o homem com uma voz grossa e ao mesmo tempo calma e tranquila. — Acabei de sair da igreja onde sem problemas consegui atirar na vítima. Me misturei com as pessoas após o acontecimento e descobri que a garota vai para o hospital central. — Muito bom, vou efetuar o restante do pagamento. — informou Maju e desligou. Depois de se recordar do que aconteceu, Maju colocou sua roupa do escritório e fingiu que nada tinha acontecido. Pegando as chaves do carro ela dirigia para a empresa, no caminho ligou para Sandra, Elise e sua nova amiga Luiza. Colegas de trabalho que ocupavam Maju por um tempo naqueles meses que se afastou da sua irmã. — bom dia Elise como vai seu caso da empresa do senhor Martins? — pergunta Maju iniciando um assunto aleatório. — Vai bem. Estou usando as dicas que me deu. — Elise era mais tranquila em responder, visto que ainda não saia de sua casa. E iniciaria seu trajeto logo em seguida para o trabalho. Desligando o telefone foi a vez de Sandra ligar para Maju. — Olá Sandra. O que aconteceu? — pergunta com certa curiosidade visto que Sandra era uma mulher que se reservava muito menos contando fofoca. — poderia me passar aqueles informações sobre a lei de defesa? — pediu tentando não parecer um pouco desesperada. — Se um cara matou uma vítima e ele foi pego no flagra com a arma do crime é possível que seja preso imediatamente? Era a pergunta de Sandra sobre um caso de assassinato. neste caso sim. Mas se o envolvido foi atacado e apenas defendeu se do ataque e legítima defesa. O que define que ele seja culpado ou inocente vai ser de acordo com o que ele fez se estava em sua propriedade sendo atacado e ele sabia dos riscos mediante a lei ele apenas será inocentado. — ela relembrou e logo em seguida fez uma pergunta. — seria isso que você quis dizer? — pergunta com uma expressão de dúvida em sua face enquanto chegava ao semáforo que resolveu ficar vermelho para a atrasar. — Sim, exatamente isso. Muito obrigada amiga. — desliga Sandra após agradecer pela ajuda. No hospital… Teresa estava em péssimo estado, o tiro que levou na cabeça fez ela entrar em coma devido a bala alojada em uma parte da cabeça. Seu estado era considerado grave e ela precisaria de uma autorização para ser feita a cirurgia, mas por enquanto ela ficaria em observação devido a lesão não poderia permanecer acordada e sim em coma induzido. Leandro que se encontrava na igreja aguardava notícias de sua noiva e não pode sair da igreja. Quando chegaram no hospital logo deram entrada e fizeram exames em Teresa que eram essenciais. Posteriormente o médico apareceu. — o que aconteceu com minha filha doutor? — o desespero batia em dona Marta que chorava muito e estava inconsolável por sua filha. — devido a lesão no cérebro Teresa vai precisar fazer uma cirurgia existem alguns riscos que pode acontecer como paralisia, problemas na fala e na pior das hipóteses a morte dela. — informava o doutor com calma e sendo sincero. — Minha filha não, por favor meu Deus, porque? O que eu fiz de errado? Eu sempre fui uma boa mãe uma boa esposa. — se lamentava Marta num profundo desespero. Leandro ao saber da notícia através de Eduardo um amigo que acompanhou Marta no hospital devido as condições dela. Ele informou a situação para Leandro que do outro lado da linha estava m*l. — minha noiva. Minha querida Teresa não porque? Ela sempre foi tão boa, amável e atenciosa um amor de pessoa. Quem faria m*l a ela? — se perguntava em um tom alto com os olhos cheios de lágrimas. — não sei amigo a vida é muito injusta mas venha para cá sua sogra vai precisar de você. — Eduardo pronunciou cada palavra com cuidado para não fazer seu amigo se sentir ainda pior. — Tudo bem eu assino mas salva minha filha, doutor , por favor. — pediu dona Marta assinando os formulários de autorização para que a cirurgia fosse feita. — preciso ir. — disse e logo desligou. Na igreja Leandro chorava e logo levantou tendo ajuda de Gabriela, uma amiga que ele conheceu a meses atrás. Ela trabalhava na polícia e tinha os melhores conselhos para dar. além de também ser uma amiga de infância de Leandro os dois m*l se lembravam deste fato. Vendo as condições dele, ela o levou para o hospital para que visse sua amada. Quando ele chegou Leandro foi correndo abraçar dona Marta que estava inconsolável. — como anda a Teresa ela está bem? — pergunta tão aflito quanto sua sogra. — ela vai operar agora informou. — logo os dois se sentaram e aguardava as novidades. Enquanto a operação acontecia na mente de Teresa apenas as lembranças da última vez com Maju seguiram em sua mente como flashback. Maju apenas se deu ao trabalho de se sentar e levantar os óculos de sol. — Eu tive umas férias ótimas, fui para a balada, conheci uns rapazes e bebi um pouco. — fico feliz de verdade por você amiga. — imagino que tenha se preocupado com o que aconteceu naquele dia. Mas eu superei não irei repetir o mesmo ato. — Maju dizia com convicção. — Eu gosto de você tanto e não quero ver você sofrer. Mesmo assim desejo também ter um namorado e me divertir. — Teresa era sincera em casa palavra e suas ações apenas confirmavam o que sentia. — Sei muito bem o que passou, Teresa não se preocupa com isso. Eu te entendo e respeito você mais do que tudo. — Muito obrigada Maju, você é maravilhosa. Eu gosto de ter uma amiga como você. — disse se abraçando e Maju fazia uma cara de nojo. Após o expediente Teresa e Maju seguiam juntos para a casa de Maju e Teresa parecia mais distraída. E antes de sair às duas começam a conversar. — a suas férias foram boas Teresa? — e logo que perguntou Teresa começou a contar das férias dela. — No restaurante o casal entrou com tranquilidade e muita felicidade em seu olhar. E depois de ser acompanhado pela recepcionista que os atendeu e guia para a sua mesa reservada. — olha que lugar lindo. Um ambiente chique e cheio de pessoas vestindo jóias e roupas caras. — posso fazer várias surpresas se você desejar. Tudo será de acordo com o que você quiser. — Eu fico muito feliz sobre isso. Meu amor você é tudo na minha vida . — assim se beijaram e logo chega um garçom muito solícito chegou. — Olá boa noite, o que gostaria de pedir? — Um momento. — pediu Teresa e logo observava o cardápio logo os dois falaram. — iniciou sua fala Teresa assim que as duas entravam para casa de Maju. — amiga, o que você acha dessa parte? — com o papel em mãos apontava para Teresa que parecia nas nuvens. — Teresa então concluiu seu relato detalhado das férias. — um prato de macarrão com almôndegas. E um copo de suco de laranja. — para mim o mesmo. — Leandro completa e logo o garçom se retira. Enquanto os dois olhavam seus telefone se distraíam o suficiente para que pudessem aguardar a refeição chegar. Quando ele trouxe as colocando na mesa, logo iniciaram a refeição em paz. Terminando com uma sobremesa feita de sorvete ao qual os deixou satisfeitos. Quando voltaram para casa, Leandro e Teresa se beijaram e tiveram suas roupas retiradas e jogadas pelo caminho. E logo chegaram no quarto onde se deitam na cama Leandro beijava o pescoço de Teresa e dava algumas mordida também deixando-a excitada. Sua trilha de carinhos se tornou mais interessante à medida que a língua dele descia até sua i********e. Ela gemia com o toque de seu amado e logo sua língua penetrava sua b****a num ritmo de vai e vem. Logo ele parou para olhar para ela com um sorriso no rosto. Ele não queria que sua amada fizesse algo que não gostava e com a permissão dela Leandro se encaixa em suas pernas e a penetrou Teresa o segurou com as pernas envolvendo suas costas. A cada estocada que ele lhe fazia sua amada gemer em resposta ao ato. Assim os dois mudaram de posição para ela por cima dele cavalgando o seu m****o outrora ele a fazia sorrir. Ao término do ato os dois se deitam cansados e conversam até pegar no sono. — você foi incrível, eu amei cada toque, o jeito que me conduzia e seu jeito de me chupar. Oh Deus eu pareço uma pervertida céus. — Não diga isso. Você merece ser amada e com tranquilidade. Sem a correria do dia a dia poderíamos ter poucos momentos felizes. — Eu amo você . Meu dia sempre será feliz só ao seu lado para mim você é meu tudo.
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