1— e você o meu. Assim adormeceram abraçados no dia seguinte e ainda se depararam com os lençóis manchados de sangue. Todo mundo sabe que virgem sempre mancha o lençol em sua primeira vez e todos informaram isso principalmente os empregados. Nos últimos dias eles curtiram a praia e voltaram a visitar o restaurante criando uma nova memória do lugar para que pudessem ter algo para se lembrar no futuro.
— Teresa para agora você já está falando de novo do seu relacionamento chega já deu. — grita exausta. O dia foi cansativo totalmente. Ela odiava ter que ensinar novatos. com o menino não foi diferente o filho dos chefes, que até então era desconhecido pelos funcionários. Ficando o dia todo no seu pé m*l pode trabalhar muito bem.
— o que eu fiz para você maju? — Teresa perguntou com tranquilidade mas também triste pela repreensão de sua amiga.
— vice. Ainda pergunta você só fala de Leandro para cá e para lá. Já chega não quero saber mais você já roubou o cara que eu amo. Eu ainda vou ficar com ele porque eu amo ele de verdade.
— Maju não seja louca ele não te ama. Por favor não seja tão m*l.
— sai da minha casa agora não quero te ver.
— mais Maju eu ….
— eu disse sai vou ter que repetir denovo. — gritou Maju visivelmente num ódio mortal.
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A luz branca sobre seus olhos incomodavam a visão ainda que ela estivesse sedada. As lágrimas ainda caiam por seu rosto e no fundo ela desejava apenas ter paz e tranquilidade para sua família ao invés de mais preocupação para eles e seu futuro marido. Infelizmente não tinham tido tempo para se entrega e viver muito seu relacionamento que teve alto e baixos devido principalmente a Maju ser o obstáculo em seu caminho.
Dona Marta relembrava a conversa com sua filha sobre Maju.
— mãe eu não me sinto bem — revelou Teresa ao chegar em casa abatida pelo que aconteceu na casa de Maju.
— o que aconteceu filha? me conta você parece que viu um fantasma. — pergunta marta com curiosidade e preocupação com sua filha.
— estava na casa da Maju e numa conversa com ela eu acabei contando minhas férias e que eu transei com Leandro. — Teresa contava com pesar como se tivesse culpa do que aconteceu.
— essa garota nunca me desceu. Me desculpa mas esse Leandro ela estava obcecada por inveja. — sua mãe dizia algo que percebeu de longe do pouco que sua filha contava da garota.
— mãe ela não é r**m eu acredito. — Teresa tenta defender Maju em vão pois sua mãe tinha um bom sexto sentido e não se enganaria facilmente. Depois da conversa com sua filha ela passou a não ver Maju e ficaram separadas por um tempo.
O clima tenso entre o local era visível a todos e Marta começou a rezar baixinho.
Querido Deus ajude minha filha Teresa, ela é uma pessoa boa e amável. Tem um bom coração sempre direita e muito tranquila por favor senhor ajude minha filha. Agradeço desde já por me ouvir amém.
Leandro buscava uma solução mentalmente para o problema de Teresa .
Ele se lembrava de um último caso onde o acusado ameaçou eles de morte por perderem. O homem parecia sério sobre sua ameaça e principalmente seria ele o culpado do estado de sua amada. Era uma pergunta à qual não saberia responder. Todos os amigos dele também foram visitar Teresa no hospital e desejar melhoras.
— boa noite como anda a minha amiga ? — pergunta Ana Paula muito abatida ao lado de Thomas que acompanhava ela.
— ainda vai m*l está em cirurgia ainda.— Leandro comentou a Ana Paula. Thomas que seguia ela também sentou ao seu lado. E juntos os quatro ficaram preocupados não demorou muito e logo os amigos perguntaram do acidente no casamento.
— O que aconteceu foi que recebi notícias agora de um atentado à vida de alguém no casamento. Leandro, você está bem ? O que aconteceu? Quem foi atingido? — viviam fazia pergunta com certo interessante e muita curiosidade. ainda que no fundo não apoiasse totalmente a relação de seu irmão com Teresa. Ela não desejava que a mesma morresse.
— foi a Teresa. Aconteceu na igreja e nem sequer pude dizer o quanto amava ela. Se ela morrer não sei o que vai ser da minha vida ela é minha amada e meu tudo viviam. — chorava ao se lembrar das palavras dela dizendo que aceitava o casamento.
— agora não está sozinho, amigo pode contar com a gente para tudo o que precisar Leandro. — Thomas deu um abraço no melhor amigo e o confortou.
— obrigado vocês são meu tudo neste momento. — Leandro dizia com certa tristeza em sua voz se recordando dos últimos dias das férias deles.
Leandro parecia ansioso quando chegou no território da casa de Tereza. Com um lindo buquê de rosas vermelhas ele aperta o botão da companhia. E logo Marta foi atender sorridente.
— Minha filha o Leandro chegou.
— já vou descer mãe. — gritou do quarto e logo desceu apressada.
— oi. — respondeu ao ver Teresa.
— Olá, tudo bem. — devolveu uma resposta de forma tímida.
Uma conversa se iniciou posteriormente onde Leandro explicou que desejava levar Teresa para viajar e conhecer a casa de praia da família dele. Marta por sua vez ficou feliz também. No entanto, deixou claro que se ele fizesse m*l para sua filha ela iria intervir sobre. Além de proibir a visita dele à residência da família e novamente a vida de sua filha. Leandro aceitou as condições e logo eles seguiram para o carro dele e colocaram as malas de Teresa lá. Sua mãe se despede de Tereza e o casal seguiu rumo a praia.
— Você nunca viajou? — pergunta com certa curiosidade.
— Na verdade não sou muito fã. Meu pai e eu pouco nos vimos e fizemos viagem. — tocar naquele assunto fazia Teresa ficar triste então Leandro desejava saber o motivo ainda que não soubessem tudo um do outro.
— Meu pai e minha mãe se separaram na infância. Ainda era muito jovem e não soube lidar muito bem com isso. Devido a separação eu acabei tendo um problema para aceitar e tive que passar por psicólogo por um tempo. Meu pai pouco me visitava e raramente estava comigo, então passei a ficar mais com minha mãe. Ainda que ame meu pai não o culpo pela separação mas todo caso que envolve família e separação me deixam m*l por isso.
— me desculpa, eu não sabia disso. — disse Leandro e se sentiu m*l por perguntar sobre.
— você não sabia. Mas vamos mudar de assunto.
Teresa então ouviu tudo que Leandro tinha para contar. Ele informou que sua família adquiriu a prioridade aos seus 10 anos não que ele odiasse a ideia mas aproveitavam pouco o lugar. As paredes ainda continuavam no seu tom azul, a piscina ainda tinha o fundo azul. Tudo continuava o mesmo exceto ele que não visitava o lugar a um bom e longo tempo.