Capítulo 8

1196 Words
Foi naquele lugar que teve seu primeiro beijo. Conheceu seu melhor amigo Thomas e também teve pela primeira vez seu coração partido. Um lugar como aquele traziam lembranças demais. — Voltar neste lugar não é tão doloroso para você? — Teresa direciona um olhar atento a ele para poder dizer ou comentar com ele algo em uma hipótese distante mudar de assunto. — Reviver o passado pode ser algo bom, sempre podemos aprender com nossos erros para poder mudar como pessoa. Ainda que algumas de fato não mudam nunca. — esclarecer Leandro e assim o silêncio volta a reinar. Então mandou mensagem para benjamin um amigo que ele fez naquela cidade e naquele momento ele se encontra ocupado. Em seu quarto se encontrava Benjamin arrumando a papelada de mais um caso. Em dia de audiência ele praticamente não dormia quase nada. Cada caso era exigido estratégias específicas investigadas fatos que contrapostos com seus argumentos. Tudo para inocentar o cliente ou retirar uma boa quantia de dinheiro de outro. Era inevitável que em alguns casos ele perdesse o que não impedia os clientes de o admirarem por sua defesa. Naqueles seis anos longe de seu irmão Benjamin tinha construído seu nome. Além de também ter se casado com um empresário. Ambos se apaixonaram em um caso onde ambos estavam do lado oposto. Daniel estava sendo acusado de não pagar pensão ao seu filho. Como seu cliente juntou provas o suficiente para apresentar em uma audiência formal ele planejou toda uma forma de defesa ao cliente. Usando a manipulação e um pouco de inteligência ele conseguiu uma boa quantidade a sua contratante. No entanto, alguns meses depois em uma cirurgia o menino morreu foi uma perda terrível e no mesmo ano os dois rivais começaram a se relacionar. Para Benjamin era bem estranho se lembrar que seu caso tinha sido o início de seu relacionamento. Ele tem relação e uma família ao lado do homem que ele prejudicou no passado. — Olá amigo, em que posso ajudar? — preciso de um favor? — que seria? — Gostaria de encomendar uma reserva pra mim você pode me ajudar? — Claro agora mesmo. — respondeu e desligou. O resto do caminho seguia tranquilo sem mais conversas ou assuntos aleatórios. Do outro lado da linha Benjamin fez uma reserva para seu amigo que informou a ele a data e o dia certinho. •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• Quando eles pensaram que teriam paz, Maju chegou com uma cara um pouco abatida, suas roupas indicavam que tinha acabado de sair do trabalho. Eles sequer tiveram apetite para comer algo ou até mesmo beber, ainda que tentassem não iriam conseguir devido a grande preocupação. — boa noite a todos. — desejou Maju fingindo certa tristeza finalmente poderia tentar conquistar Leandro visto que sua irmãzinha estava morta ou pelo menos quase morta. — boa noite Maju. — Leandro iniciou uma curta conversa com ela. Maju se dirigiu até dona Marta que estava muito triste e também abatida com a situação. — boa noite dona Marta faz alguns meses que não vejo minha amiga. — ela fazia um discurso dosando o tom certo com uma expressão que combinava com a situação. — minha filha ficou muito triste com a briga de vocês. Me pergunto qual o motivo da briga, mas imagino qual seja. Em todo caso que deve te perdoar e Teresa não eu agradeço por ter vindo e dar apoio a ela mostra que é uma boa amiga. — Marta era sincera em suas palavras e novamente voltou a se calar. — quero principalmente pedir desculpas por tudo que aconteceu Leandro. Quero te desejar melhoras para você e para dona Marta. Ainda que não tenhamos todo muito tempo nestes últimos meses quero voltar a manter contato com todos. — Maju usava as emoções a seu favor e Leandro como um rolo acreditava nas suas palavras e afetado pelo momento abraçou Maju e a confortou. Obrigada querida Teresa finalmente está me dando o que me pertence. Depois das palavras proferidas mentalmente eles logo viram o médico chegar. — Doutor , o que aconteceu na cirurgia? E minha filha como está? — pergunta dona Marta e todos se juntam para saber da novidade. — Teresa está bem mas ela tem apenas cinco por cento de chances de voltar ao normal. Tudo vai depender da sua recuperação. — informou que, sendo o mais rápido possível, ele ainda teria muitos pacientes para visitar. mesmo assim deu a notícia. — maravilhoso, pelo menos ela tem chances de acordar. — falou Ana com um sorriso no rosto e beijando seu namorado. — sim querida quando ela melhorar pode ser a madrinha do nosso casamento e posteriormente dos nossos filhos. — Tom era o mais alegre deles e feliz pela notícia. — fico muito feliz por vocês. Meus parabéns ao casal e que sejam muito felizes. — Maju se lembrava de seus pais e do vazio deixado por eles, que substituíram o amor por dinheiro assim como carinho e apoio. Algo que nem o dinheiro poderia comprar e suprimir a falta deles. — poderei ter meu amor de volta Maju finalmente a Teresa pode voltar para nós. — Leandro com tranquilidade comentou e viu Maju demonstrando alegria por dentro ela morria de raiva. “ — você se apaixonaria por alguém caso Teresa não namorasse com você Leandro? — Sim, Maju me apaixonaria e viveria um amor com outra pessoa. — Talvez se fosse uma pessoa legal e boa. Clara sobre seus sentimentos e muito leal sim poderia me apaixonar. — foi verdadeiro em suas palavras e conseguia fazer com que de alguma forma Maju entendesse a situação. — Eu vejo que de verdade você ama minha amiga, espero que a deixe feliz sempre. Afinal de contas ela é minha melhor amiga. E tudo que eu tenho próximo a mim como irmã. — revela Maju com uma face abatida “ Relembrava mentalmente as palavras dele. Tudo que precisava era que ela morresse logo então não precisaria se preocupar com a irmã e a tê-la como rival visto que ela estaria a sete palmos da terra. Com isso em mente, Maju faria tudo para alcançar seu objetivo e não mediria esforços para ter o que queria. Maju tinha intenções mais do que sombrias e cada passo que dava a levaria a um destino c***l. Estava jogando um jogo em que a vida era o objetivo final para cada ato uma consequência e para tudo na vida do a morte poderia acabar. Com os olhares sobre si, eles a deixaram confortável pois ela colocaria seu plano em prática em breve. — eu preciso de você novamente senhor lupus. — me diga o que você precisa. — conhece algum médico que preste serviços sujos digamos assim? — Claro, conheço. Você tem planos para alguém não é? — não seja intrometido e faça o que eu digo. — como quiser, senhorita.
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