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Rivais do amor

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intro-logo
Blurb

A última vez que Liz foi vista na cidade de cordonelia, ela tinha 18 anos e estava vestida de noiva fugindo de seu casamento, ao seu lado no carro estava Luiz o dono da maior fábrica de sorvete da região. O escândalo tomou a pequena cidade, ela havia trocado seu jovem noivo Marcos por um homem com mais que o dobro da sua idade por dinheiro.

Marcos ficou na cidade, ele e sua família passaram por toda a humilhação enquanto Liz desapareceu de vista, mas agora, oito anos depois, ela está de volta a cidade, sem o velho rico e sem seu vestido de noiva.

Ele quer vingança,

Ela quer a chance de recomeçar,

Será possível os dois conseguirem o que querem?

Oito anos é muito tempo para resgatar o amor, mas muito pouco tempo para esquecê-lo.

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Capítulo 01
Estou voltando para cordonelia faz oito anos que não piso nesta cidade, eu tinha acabado de fazer 18 anos e decidi que aqui era pequeno demais para os meus sonhos. “ Que piada” eu que sou pequena demais para os meus sonhos, a sonhadora e magnífica Liz voltar com rabinho entre as pernas para á cidade que ela jurou nunca mais pisar. “ eu sou mesmo uma piada pronta” e para piorar os meus pais estão no sítio dos (Oliveiras) e como eu ia recusar o convite? Como eu diria que não ia querer ver todos aqueles que eu prometi esquecer, como dizer que ainda não estou pronta para vê-lo? Essa é a pior parte, ter que encará-lo, ter que deixá-lo avaliar os meus fracassos e usar de tom sarcástico para apontar o quanto eu falhei. Escuto a buzina alta — Presta atenção!!!! — Alguém gritar, eu tinha passado o farol vermelho, sinto o meu coração acelerar e perco por um momento o controle do volante, mas consigo frear, e encostar o carro. Eu podia ter morrido, nesse exato momento eu podia bater em outro carro e ter morrido. — Tudo bem moça? — Um rapaz muito bonito aproximou-se do carro, ele tinha lindos olhos verdes, o que me deixou um pouco desnorteada. — Quer ajuda? — Não, eu só perdi o foco. — Olhei para trás para ver se tinha feito algum estrago, mas o bom de cidade pequena é isso, os erros são menos trágicos nos transito. — Não existia semáforo quando estive aqui pela última vez. — Assim, colocaram á uns dois anos, o prefeito que atrair turista precisamos deixar a cidade mais organizada né. — O prefeito! — Sim, bem a cara dele odeia a cidade grande, mas quer tirar dinheiro dos que moram lá. — O conhece? — Talvez o meu tom tenha sido um pouco arrogante. — Sim, estudamos juntos. -- Engoli em seco, tem coisas que não podemos mudar e conhecer aquele homem era uma dessas. — Então é daqui, logo vi, como seus pais se chamam? — Ele sorriu alegre, e aquilo era reconfortante, o lado bom de cidade pequena era isso, as pessoas eram gentis e adoráveis. — Lucrécia e Juliano. — Falei tímida, minha adorável família era muito bem conhecida, por um pequeno detalhe. — Não acredito que é a Liz a noiva fujona! — O apelido que minha mãe me disse aos prantos por telefone tinha me assombrado por anos, mas agora não doía mais. — Posso sair com o carro? — Falei olhando para os cotovelos dele que estavam encostados na janela do carro. — Claro, desculpa, eu ….. Ele ficou vermelho e se afastou, não conseguia dizer nada apenas arrancar com o carro, então era isso, eu era de fato a piada da cidade. E agora teria que conviver com os cochichos e piadas, além de lidar com ele, eu estava indo direto para o covil dele, claro nossas mães amigas de infâncias, mesmo depois tudo se mantiveram amigas, e no fim a mãe dele, me perdoou, afinal era minha madrinha e por vezes me ligava na cidade, gostava de saber como eu estava, eu a amo, amo minha madrinha, mas eu nunca queria te que vê-la novamente,não queria ter que encará-la e saber que falhei com ela, falhei com todos, e coloquei o nome da minha família e o do dela na lama. E ao pensar nisso parei o carro novamente, eu devia voltar, devia ir para minha vidinha medíocre e viver lá, porque eu merecia aquela vida, eu mereci tudo que me aconteceu, as lágrimas começaram a brotar. — A vida na cidade ter amoleceram Liz. — Reconheci aquela voz no ato, olhei para o lado e um fusca amarelo estava parado, era John, meu doce e adorável John, eu não o via a tanto tempo, eles estavam bem mais velho. — Ah! Meu Deus, que saudade de você. — Comecei a tirar o cinto, queria abraçá-lo, eu não liguei para ele, nesses últimos anos, mesmo sabendo que ele não me teria julgado, mas minha família culpou John por colocar sonhos na minha cabeça, ele é o bibliotecário da cidade, e eu passa grande parte das minhas férias enfiada na biblioteca com john Ele saiu do carro e abraçou-me, ele parecia mais baixo do que na última vez, sua barba longa ainda estava ali, ele tem olhos grandes e negros, são os olhos mais gentis que já vi.. — Minha pequena sonhando Liz, pensei que nunca mais haveria novamente, foi muita covardia sua não me ligar e contar as suas aventuras. — Se soubesse o que passei, queria ter ficado aqui com você, o mundo nos livros é tão mais fácil John. — Não saberia disso se não tivesse passado, mas vamos, posso-te fazer um café e fazer-te uma tapioca, sei que sente saudade disso. E como eu sentia, mas precisava ir o sítio dos (oliveiras) e teria que lidar com os meus erros, e teria que vê-lo novamente, então tomei a decisão mais covarde. — Claro, dirigir a madrugada toda, estou faminta, e os meus pais devem está acordando ainda. — Ele sorriu. — Sua tática era chegar o mais cedo possível e não se vista. — Ele disse-me encarando, como se eu tivesse fazendo uma travessura. — Faria o mesmo? — Ele abriu um sorriso de lado. — Teria chegado de madrugada, velhos como eu já estou acordados antes do g**o cantar, teria me evitado. — Seria o último que eu iria querer evitar. — Sim, minha pequena, eu sou o menor dos seus problemas. — Muita gente magoada comigo, né? — Não tem como seguir nossos sonhos, sem deixar lágrimas pelo caminho. — E eu inundei a cidade. — Não tem porque falar disso agora, porque não tem como alterar o passado, nem prever o futuro, mexemos com o que está acontecendo agora. — Agora estou faminta. — Então siga o meu carro, e prometo que esse seu problema eu tenho a solução. — Queria que meus problemas se resolvessem com tapioca. — E quem não quer minha pequena? E eu me escondi na parte da manhã na casa do John, mas minha mãe começou a ligar, e tem um número razoável em que se ignora sua mãe antes dela surtar, então eu atendi. — Pensei que teria que procurar seu corpo em algum hospital! — A voz estridente da minha mãe me fez sorrir, era terrível, mas eu adorava-a assim. — Encontrei o john, vim tomar café. — Claro, não pisa na cidade há anos, e a primeira pessoa que quer ver é o velhote do John.— John dá seu sorriso amarelado, ele já havia se acostumado com a minha mãe.— O cumadre para de arrumar as coisas, ela já tomou o café na casa do John, pouco se importou com a nossa recepção, sempre te disse que ela é uma ingrata. Ouvir a minha madrinha ao fundo. “ Mas diga que venha logo, estou com saudade” — Diga que já estou indo. — Te dou vinte minutos, Elizabete, se não estiver aqui, vai conhecer a fúria de sua mãe. — Já estou indo, mãe. — Olhei para John que sorriu. — Me visite na velha biblioteca. — Eu balancei a cabeça, sorrindo e acenando com a mão,, eu sabia que a minha mãe só pararia de falar quando ouvisse o carro em movimento. — Pronto, girei a chave, estou a caminho. — Pronto, agora eu podia continuar ou dar meia volta e fugir, e nunca mais voltar. Respirei fundo, e decidi que já tinha fugido por muito tempo.

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