Capítulo 16

1047 Words
Bianca aceitou o meu convite, subi as escadas tomei meu banho, eu precisava ser um bom anfitrião, alguns negócios futuros podiam ser influenciado a ideia do piquenique foi bom, tiraria a formalidade de tudo, como meu pai falava para fechar um bom negócio precisa paquerar, seduzir porque sempre existem propostas melhores, mas a sua tem que ser irresistível. Aprendi desde de muito novo que tudo é uma oportunidade, e quando vi a oportunidade de trazer os mathias para a cerimônia não perdi tempo, eles são uma família muito unida e um escuta outro, mas marcar um reunião com todos é quase impossível, porém a mãe deles adora minha mãe e jamais recusaria um convite dela. Alguém bate na porta. — Entra! — Acha que é melhor eu ficar? — Leila pergunta, entrando no quarto. — Não precisa me proteger. — Falei sorrindo. — Sou eu o mais velho. — Nossa mãe tem que parar com isso, agora ela tá jogando Mathews para mim. — Engoli em seco, aquilo era inadmissível. — De onde ela tirou isso? Ele por acaso disse algo? — Eu poderia facilmente matá-lo, Matthews é um bom amigo, porém não serve para minha irmã. — Claro que não, nossa mãe está ficando maluca, a idade tá fazendo isso com ela, disse que quer ter netos, que já não tem mais serventia como mãe. — Leila cruza os braços de maneira idêntica à nossa mãe, elas eram tão parecidas. — Ele não é homem para você, vou conversar com ela. — Não seja idota, não quero o Mathews e vamos falar do seu problema. — Ela era tão mandona, eu podia jurar que em algum momento deram uns trinta anos para ela e eu não estava aqui para ver. — Eu tenho um problema? — Falei colocando o relógio. — Todos sabemos que nossa mãe quer você bem casado com Liz, mas eu não vou permitir que isso aconteça. — Eu sorri, Leila era tão ingênua. — Fale sobre seus planos, aparentemente as mulheres dessa família tem grandes planos para a minha vida amorosa. — Eu vi como ficou. — Ela fala desviando o olhar, nós nunca tínhamos tocado no assunto, jamais tínhamos falado sobre como fiquei depois da ida de Liz. — Sou grandinho, não se preocupe comigo. — Ela sorri. — Vejo como a olha, mas ele não te merece, ela te deixou no chão. — Ela respira fundo. — Eu não vou admitir que volte para ela, não deixarei que ela faça o mesmo de novo. — Eu sei me cuidar Leila, não se preocupe eu melhor do que ninguém sei o que ela fez e causou. — Porque Luan não vai com vocês? Ele precisa fazer alguma coisa além de trabalhar. — Ele tem as obrigações dele Leila, eu sou simpático e ele o cérebro, nem todos têm o privilégio de nascer com os dois como você. — Por isso vou só usufruir do trabalho de vocês, e viver bem em Paris. — Leila sempre quis sair daqui e estudar moda, algo que minha mãe se n**a a deixar. — Como pretende convencer nossa mãe. — Leila ri. — Já fiz minha inscrição, vou ano que vem, não sou como vocês, não precisam tanto de mim, sou livre Marcos. E isso era bom, gostava de saber que ao menos alguém dessa família podia ser e fazer o que quiser, eu Luan não tínhamos essa opção, o legado da família estava sobre nossos ombros e uma escorregada e tudo iria cair por terra, aos poucos estamos recuperando nosso lugar no mercado e fechar negócio com os Mathias eram determinante para isso. — Faz bem, sobre o outro assunto já estou resolvendo, e ninguém pode machucar mais meu coração. — Eu sorri. — Ela pode. — Leila fala se retirando. — Esse é o problema, somente ela consegue, por isso fique longe dela…. Respirei fundo, ela tinha chegado em 24h e eu todos estavam achando que eu iria correr para os braços dela feito um cachorrinho. Talvez eu não tenha dissimulado a minha dor tão bem quanto pensei. Derci para aguardar as pessoas, o sol estava quente e era um bom dia para um passeio, não demorou muito para Bianca aparecer, ela usava short e blusa ambos muito curtos, nada demais é até normal para um dia no lago, porém ela destoa das demais damas que estavam ali, eu sorrir para ela, não era como se ela não soubesse que estava sendo acusada pelos olhares. — Não conseguir vir como uma velha. — Ela fala sorrindo, óbvio que as mulheres não estavam contentes com os olhares de seus maridos sobre Bianca, mas ela sorriu para todas e foi fazer o que faz de melhor, que é ser adorável. Então estávamos todos reunidos, à espera dela, Liz continuava com o péssimo hábito de se atrasar, e eu poderia subir em seu quarto e chamá-la, mas decidi esperar com os outros. E então ela apareceu simplesmente linda e perfeita, seus olhos inspecionaram o lugar e então ela franziu as sobrancelhas e se virou, quando vi já estava indo atrás dela. Ela andava depressa pelo corredor, conseguiu alcançá-la e segurei por seu braço. — Estavamos à sua espera, esqueceu algo? — Perguntei e com certeza não estava preparado para aquele olhar. — Decidir não ir.… — Ela fala, mas m*l pude ouvir, o vestido deixava bem marcado seus s***s, engoli em seco, ali não era hora. — Tá bonita demais, para ficar em casa. — Falei desviando o olhar, com certeza isso não serviu para nada ela tinha percebido, ela sabia o efeito que ainda tinha em mim. — Não vejo porque iria, estou pensando em organizar minhas coisas. — Ela fala revirando os olhos, e eu já estava tentado a esquecer os convidados lá embaixo e carregá-la para meu quarto e vê-la revirar os olhos por outro motivo. — Eu apreciaria muito a sua presença. — Na minha cama, agora só nós dois, seria fácil levá-la para meu quarto, estávamos tão perto. — Tenho certeza que irá apreciar bem mais a de Bianca. — O balde de gelo veio, mas ela ficava maravilhosa com ciúmes, e eu queria atentá-la. — Tá com ciúmes? — Não esperei ela responder, o meu desejo em beijá-la foi maior.
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