7 começo de tudo

834 Words
Matteo: fique calma, jamais iria te machucar, só confia. Respirei fundo e deixei ele me guiar, sinto sua respiração no meio das minhas pernas, ele desliza minha calcinha retirando-a de mim e me mostrando. Matteo: isso vai ficar comigo, como um lembrete de hoje. Concordo com a cabeça, mas logo perco o sentido, quando sua boca encosta na minha vagin4, isso é muito bom, é torturante, não consigo segurar o gemido que escapa entre meus lábios, ficando cada vez mais forte, o gemido aumenta, o calor aumenta, até que sinto uma sensação de alivio, a boca dele me faz sentir uma coisa boa que não sei explicar. Any: o que é isso? Essa sensação, é... estranha Matteo é um orgasmo, isso acontece quando chegamos no nosso limite, agora vamos avançar, você concorda? Any: si..sim Ele sobe e me beija, fazendo experimentar cada gota do meu orgasmo em sua língua, ele se posiciona no meio das minhas pernas colocando seu p*u bem na minha entrada, me penetrando aos poucos, sinto o desconforto, mas é suportável, até que sinto por inteiro dentro de mim, indo cada vez mais rápido, até que chegamos ao orgasmo juntos, as respirações ofegantes, p**a merda não usamos camisinha, há não. Any: camisinha, não usamos camisinha. Matteo: essa daqui- ele me mostra após estar vestido novamente- não se preocupa, mas eu quero saber por que você mentiu que era virgem? Puta merda, visto a minha roupa rapidamente, recordando a consciência de onde estamos e que daqui algumas horas terei que viajar, respiro fundo e estou preste a sair do banheiro, quando ele me puxa me prendendo na porta. Any: me solta, não quero te machucar. Matteo: olha garota, tu não entenderias o quanto suportável eu sou pra dor, agora me diz porque mentiu. Any: garota? Eu devia te bota em coma, não te devo satisfação, agora me deixa ir. Matteo: quer ir tranquilo, mas não finja que isso não foi bom, talvez o ultimo orgasmo que você irá sentir. Any: existe homens muito melhor que você, agora sai da minha frente. Ele sai, com aquele sorrisinho de convencido do seu rosto, volto para o andar de cima, a Larissa me avisa, para irmos embora, concordo com a cabeça ela me olha por um segundo e depois olha pra escada vendo Matteo subir, ela me olha como se já soubesse de tudo, apenas ignoro aquele olhar, pego minha bolsa me despeço de todos e sigo com Dalila e Larissa para fora, entramos no carro que estava nos esperando, depois de longos minutos chegamos em casa, dei boa noite e fui descansar, já que daqui duas horas, eu terei que acordar, que merda de noite. Só relaxo e me permito dormi. Três horas depois Acabei cochilando só por uma hora, levantei fiz minha higiene, comi e agora estou aqui no avião indo pra minha primeira missão, aqui estou eu, com uma peruca loira, uma roupa chique, um sapato caro, me disfarçando totalmente, meu nome é Ângela, tenho 21 anos, é legal toda essa emoção, é mas é assustador, apesar de tudo. Europa Finalmente chegamos no hotel, depois de toda a função finalmente chegamos, já me instalei no quarto, verifiquei tudo, pra ver se não tinha nenhuma escuta, deixo minha arma do lado da cama, pego o binóquio verifico se tenho uma visão boa do restaurante, tudo perfeito como planejei, só esperar a noite, pra cumprir a missão, eu escolhi essa porquê era uma missão de um dia, é só executar e ir embora, fácil e rápido, o dia passa de pressa, dando lugar pra noite, meus alvos começam a chegar, vejo cinco homens chegando, verificando a área, vejo mais dez homens estocando um, o cara com quem meu alvo vai se encontrar, passa vinte minutos e vejo finalmente o alvo, pegou a arma e posiciono, fico cuidando esperando uns minutos pro plano se concretizar, dá uma hora de conversa deles, coloco o silenciador, preparo tudo, alvo na mira. Dalila: quando estiver pronta, faça e vamos embora. Any: ok, homem identificado. Dalila: ok, é ele, pode executar. Executo sem pensar muito, vejo o pessoal começa se mover, até que eles viram seu rosto na nossa direção, percebo a merda que tinha feito, aquele era Mathias, o irmão de Matteo. Any: tu estás vendo isso, me diz que não é o que eu estou vendo Dalila? Dalila: ele era nosso alvo, não foi erro nosso, agora vamos embora. Antes de levantar, vejo matteo do lado do irmão, mandando procurar quem fez isso, levanto rapidamente, desmonto a arma e guardando tudo rapidamente, boto a peruca, pegou a mala e sigo para fora com Dalila, deixamos tudo pago em dinheiro pra não ser rastreada, entramos no taxi que estava parado na frente do hotel, a sim que ele arranca solto o ar que estava prendendo, olho pra trás vendo o pessoal entrar no hotel, saímos bem na hora, isso vai dar merda, muita merda, quem mandou matar ele, e porquê? Essa pergunta creio que não vai ser respondida.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD