A noite estava silenciosa, mas carregada de tensão e expectativa. Júlia estava prestes a dar à luz, e Gabriel não saía do lado dela, segurando sua mão e sussurrando palavras de incentivo. Cada respiração dela fazia seu coração disparar. — Amor… acho que as contrações estão ficando mais fortes — ela murmurou, apertando a mão dele, os olhos marejados de dor e ansiedade. Gabriel olhou para ela, firme e determinado: — Vamos, Júlia. Fica calma, respira. Já estamos a caminho do hospital, e eu vou ficar com você o tempo todo. Nada vai dar errado. No carro, Gabriel sentia cada estremecimento dela, cada respiração entrecortada, enquanto conduzia com rapidez, mas mantendo a segurança. Ele sabia que cada segundo era precioso. — Amor, você tá bem? — ele perguntava, tentando acalmar-a, embora o me

