A porta do apartamento de Kael se fechou atrás deles com um estalo seco. O som ecoou no ar denso de tensão. Alanna respirava rápido, a pele arrepiada sob o vestido colado que usara para provocá-lo — e funcionou. A noite estava quente, mas a temperatura entre eles queimava de forma diferente. Um calor que vinha de dentro, nascido do olhar que ele lançava sobre ela desde que saíram juntos do restaurante. Kael encostou-se na parede, os olhos fixos nela como um predador que saboreia a presa antes do ataque. — Você tem ideia do que faz comigo, Alanna? Ela se aproximou lentamente, os saltos estalando no piso como uma contagem regressiva. Um sorriso brincava nos cantos dos lábios. — Tenho. E adoro isso. Kael rosnou baixo, avançando. Em segundos, ela estava contra a parede, com os pulsos pres

