LAR

1793 Words

O abrir de olhos me trouxe para um lugar incógnito. Uma brisa muito suave agitava minha franja m*l cortada e tremeluzia minhas pálpebras. A claridade veio em seguida para afirmar de vez que aquela, era a minha nova realidade que levava-me para o desconhecido, de novo. Deitada de lado com um lençol branco e macio, vi em minha volta uma sala extremamente clara, sem energia elétrica. Toda a luminosidade vinha de fora, para além daquela janela de bordas emadeiradas e pintadas. O Sol quente batia no vidro e chicoteava meu corpo, aquecendo-o. Retirei o lençol e me levantei devagar, com a visão embaçada, rodopiando lentamente. Esfreguei os olhos com as mãos e os abri novamente. — Céus! Finalmente! — Uma voz surgiu ali perto, um vulto caminhou em direção a janela do local e a cobriu com uma co

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