Esta é uma obra de ficção. Todas as relações retratadas são entre adultos consensuais e não envolvem laços sanguíneos. Histórias com sexo explícito para maiores de 18 anos.
LARISSA
Meu nome é Larissa, tenho 22 anos e moro com minha mãe e meu padrasto desde os quinze. Na época, achei estranho quando ela apresentou o novo namorado, o Ricardo. Ele era mais novo que ela, forte, daquele tipo que chama atenção sem querer. Hoje, sete anos depois, eles continuam juntos, e eu continuo aqui, terminando a faculdade.
Ricardo tem quarenta anos agora. O tempo só fez bem pra ele, os cabelos levemente grisalhos nas laterais, o corpo definido de quem malha cinco vezes por semana, a barba por fazer que dá um ar perigosamente sexy. Sempre o tratei com respeito, mas nunca consegui ignorar o jeito que meu estômago revirava quando ele passava pela sala de camiseta regata.
Minha mãe é comissária de bordo. Viaja muito. Sempre viajou. E nesses dias, ficávamos eu e ele. Sozinhos. Sempre um respeitando o outro, sempre distantes. Até ontem.
— Vou ficar um mês fora, amor. — minha mãe anunciou no jantar de domingo. — Tenho um treinamento em Miami, depois algumas rotas internacionais. Você cuida da Larissa pra mim?
Ricardo sorriu, aquele sorriso de canto que mexia comigo.
— Claro. Pode ir tranquila.
Ela foi. E na primeira noite, algo mudou.
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Eram quase onze da noite. Eu tinha acabado de sair do banho, meu cabelo ainda molhado pingando nos ombros. Usei a camisola mais curta que tinha, era vontade de me sentir bonita, só isso, uma peça de seda preta, alças finas, que m*l cobria a metade da coxa.
Descalça, fui até a cozinha pegar água.
A casa estava silenciosa. Só o barulho do ventilador do quarto dele. Abri a geladeira, a luz me iluminava, peguei a garrafa e quando me virei...
Ele estava ali.
Parado na porta da cozinha, apenas de cueca. Uma cueca box preta, básica, mas que não escondia absolutamente nada. O corpo dele estava mais impressionante do que eu imaginava. Peitoral definido, aquele caminho de pelos descendo pela barriga, os braços fortes cruzados sobre o peito.
Me assustei, óbvio.
— p**a merda, Ricardo! Você quase me matou do coração.
Ele riu baixo, a voz grave.
— Desculpa. Não tava conseguindo dormir, ouvi barulho, vim ver se era você mesmo ou um ladrão. — Ele disse com ironia.
— Era um ladrão. — respondi com humor, tentando não olhar pra baixo. — Só tava pegando água.
O silêncio caiu entre nós. Pesado. Elétrico.
Os olhos dele percorreram meu corpo devagar. Muito devagar. Dos meus pés descalços, subindo pelas minhas pernas, parando na barra da camisola, subindo até meus sëios que, eu percebi horrorizada, estavam completamente durinhos sob a seda fina.
Frio, é só frio, repeti pra mim mesma. Mesmo sentindo o suor escorrer na testa.
— Larissa... — A voz dele saiu diferente. Rouca. — Você sempre vem pra cozinha assim?
Engoli seco.
— Assim como?
— Quase... nua.
O ar faltou.
— É... é que essa é a minha camisola mais fresquinha. Tava com calor.
Ele deu um passo à frente. Depois outro. Agora estava a menos de um metro. Eu sentia o cheiro dele, sabonete masculino, algo amadeirado, e o calor que irradiava do corpo.
— Sabe o que eu pensei quando sua mãe falou que ia viajar um mês? — Ele perguntou, os olhos fixos nos meus.
Neguei com a cabeça, incapaz de falar.
— Pensei... um mês sozinho com você. E jurei que ia me controlar pra não fazer besteira.
Outro passo. Dava pra ver cada detalhe do rosto dele, os olhos escuros, a barba grossa, a boca carnuda.
— Mas aí você aparece assim... e eu não sou de ferro, Larissa.
Meu corpo inteiro tremia.
— Ricardo... a minha mãe...
— Tua mãe está em Miami. E nunca vai saber se você não contar. — A mão dele levantou, lenta, como se me desse tempo pra fugir. Quando os dedos tocaram meu rosto, eu fechei os olhos. — Diz que não quer. Diz agora que eu paro.
Eu devia dizer.
Devia empurrar ele, correr pro meu quarto, trancar a porta. Mas quando abri a boca, o que saiu foi:
— Não quero que você pare.
Foi o suficiente.
A boca dele encontrou a minha com uma fome que me assustou e me excitou ao mesmo tempo. Não foi um beijo tímido, de teste. Foi profundo, devorador, a língua invadindo, as mãos dele puxando meus quadris contra o corpo dele.
Eu senti. Senti o volume duro pressionando minha barriga através do tecido fino da cueca. Minhas mãos subiram pro peito dele, sentindo os músculos contraídos, a pele quente.
Ele me empurrou contra a geladeira. O barulho do motor vibrando nas minhas costas enquanto a boca dele descia pelo meu pescoço, mordendo de leve, sugando.
— Quer mesmo, Larissa? — Ele perguntou contra minha pele. — Porque se for, vai ser do meu jeito. E eu não vou ter dó de você.
— Quero! — arfei. — Faz logo.
Ele não precisou ouvir duas vezes.
Num movimento rápido, Ricardo me levantou como se eu não pesasse nada. Minhas pernas envolveram a cintura dele automaticamente. Senti a parede fria do corredor nas minhas costas enquanto ele me carregava, a boca voltando à minha, os beijos molhados, desesperados.
Não sei como, mas em segundos estávamos no quarto dele. Ele me deitou na cama, a camisola subiu até minha cintura, e eu vi ele me olhando. As pernas abertas, a calcinha preta minúscula totalmente encharcada, os sëios quase escapando da seda.
— c*****o. — ele murmurou, os olhos brilhando. — Você é muito mais gostosa do que eu imaginei.
A informação me atingiu em cheio.
Ele imaginava.
Ele já tinha pensado nisso também.
Antes que eu pudesse processar, ele se ajoelhou na cama, puxou minha calcinha pro lado com dois dedos e enterrou o rosto ali.
Meu corpo arqueou na hora. A língua dele era quente, macia e firme ao mesmo tempo, deslizando por todo meu comprimento, encontrando meu ponto com uma precisão assustadora. Eu agarrei os lençóis, mordi o lábio pra não gritar, mas quando ele chupou de verdade, sugando com força, um gemido alto escapou.
— Ahh! Assim... Ricardo... assim, por favor...
Ele alternava entre lambidas rápidas e chupões profundos, os dedos abrindo minha entrada, me preparando. Eu já estava tão molhada que ouvia os sons obscenos da boca dele trabalhando em mim.
— Tão doce. — ele murmurou contra mim, a barba úmida roçando minha pele sensível. — Quero provar você gozando.
E continuou. Mais rápido, mais intenso, até que meu corpo começou a tremer, as pernas fechando em volta da cabeça dele, e eu gozei com um grito sufocado no travesseiro, ondas de prazer me consumindo enquanto ele não parava, prolongando cada segundo.
Quando finalmente levantei a cabeça, ofegante, ele estava acima de mim, tirando a cueca. O päu dele era grande. Muito grande. Grosso, reto, a cabeça rosada já molhada de t***o. Uma veia pulsava na lateral.
Minha boca secou.
— Cabe?
Ele riu, aquele riso de canto.
— Vai caber. Vou fazer caber minha querida.
Se inclinou sobre mim, o corpo enorme cobrindo o meu, o päu deslizando pela minha entrada, colhendo minha lubrificação. Quando a ponta pressionou, eu prendi a respiração.
Ele entrou devagar.
Muito devagar.
Sentia cada centímetro abrindo caminho, preenchendo espaços que eu nem sabia que estavam vazios. Quando chegou ao fundo, parou, os olhos nos meus.
— Tá doendo?
Neguei.
— Tá... perfeito.
Ele começou a se mover.
Primeiro devagar, estocadas profundas que me faziam sentir cada pedaço dele.
Depois foi acelerando, o ritmo ficando mais urgente, as mãos dele segurando meus quadris com força, puxando meu corpo contra o dele a cada investida.
A cama rangeu. Nossos corpos suados se chocavam com sons molhados. Eu arranhava as costas dele, puxava os cabelos, pedia mais.
— Assim? É assim que você quer, minha p*****a? — A voz dele era gutural, diferente.
— Sim, sim, mais fundo, me fode...
Ele virou meu corpo de lado, ergueu minha perna e entrou de novo, num ângulo que me fez ver estrelas. A mão dele desceu até meu cl!tór!s, esfregando em círculos enquanto ele me comia por trás.
— Sente isso? Sente o päu do seu padrasto te comendo? Sempre quis isso, né, Larissa? Sempre quis dar pra mim.
Sim, sempre.
Eu só não tinha coragem de admitir.
— Sou sua. — gemi. — Sou toda sua.
A mão dele apertou meu pescoço de leve, só o suficiente pra acelerar meus batimentos, enquanto as estocadas ficavam mais erradas, mais urgentes. Eu senti o segundo orgasmo chegando, mais forte que o primeiro.
— Vou gozar. — avisei, a voz falhando.
— Goza comigo. Goza nesse päu.
E foi simultâneo. Eu me desmanchei em espasmos, meus gritos abafados pelo travesseiro, enquanto ele enterrava fundo e eu sentia cada jato quente dentro de mim, preenchendo, pulsando, infinito.
Ficamos assim, imóveis, por um longo tempo. A respiração ofegante, os corpos colados, o cheiro de sexo no ar.
Quando ele finalmente saiu de dentro de mim, deitou ao meu lado, puxou meu corpo contra o dele e beijou minha testa.
— Um mês. — ele sussurrou. Trinta noites.
Eu sorri, exausta, satisfeita.
— E amanhã?
A mão dele desceu pelas minhas costas, apertou minha b***a.
— Amanhã a gente começa de novo.
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No outro lado da cidade, Miami estava apenas começando o dia. Minha mãe tomava café no hotel, pronta pro treinamento, completamente alheia ao que acontecia no quarto do marido.
Na cama dele.
Na cama deles.
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