3 - FILHA DO AMIGO - A MUDANÇA PRA MINHA CASA

1635 Words
Esta é uma obra de ficção. Todas as relações retratadas são entre adultos consensuais e não envolvem laços sanguíneos. Histórias com sexo explícito para maiores de 18 anos. FÁBIO Meu nome é Fábio, tenho 45 anos, sou divorciado há cinco e vivo sozinho num apartamento de três quartos no melhor bairro da cidade. Advogado, sem filhos, vida organizada, silenciosa, previsível. Até anteontem. Meu melhor amigo se chama Roberto. Nos conhecemos na faculdade de direito, ele seguiu carreira pública, eu fui para a área privada. Trinta anos de amizade. Ele foi padrinho do meu casamento. Eu fui padrinho do dele. Quando a esposa dele morreu, há oito anos, eu segurei as pontas. Ajudei a criar a filha pequena, levei ao médico, busquei na escola quando ele não podia. Ágatha. Lembro quando ela nasceu. Pequena, enrugada, cabelo preto grudado na cabeça. Segurei no colo com medo de quebrar. Ela cresceu me chamando de tio. Eu dava presentes de aniversário, levava na sorveteria, ensinei a andar de bicicleta no parque. A última vez que vi Ágatha pessoalmente foi há dois anos, no Natal. Ela tinha dezenove, cabelo comprido, sorriso fácil. Linda, claro, mas ainda era a filha do meu amigo. Uma criança, no fundo. Quando Roberto me ligou dizendo que ela ia fazer faculdade na cidade, que precisava de um lugar para morar, que o dinheiro estava curto, eu não pensei duas vezes. — Claro, manda ela vir. O quarto de hóspedes tá vazio. Fica à vontade. Ingênuo. Ela chegou anteontem. Roberto trouxe ela de carro, ajudou a subir as malas, me deu um abraço e foi embora no mesmo dia. "Preciso voltar pro trabalho. Confio em você, irmão. Cuida da minha princesa." Cuida da minha princesa. Se ele soubesse no que eu estive pensando nas últimas quarenta e oito horas. --- O primeiro choque foi quando ela desceu do carro. Short jeans desfiado, tão curto que mostrava o começo da curva da b***a. Blusa branca, regata, decote generoso, sem sutiã. Os p****s balançavam livremente quando ela se movia. Cabelo preto, liso, comprido até a cintura. Boca carnuda, pintada de vermelho. Ela sorriu ao me ver. — Tio Fábio! Me abraçou, e eu senti o corpo dela contra o meu. Quente. Firme. Macio nos lugares certos. Meu päu endureceu na hora, e eu agradeci aos deuses por estar usando uma calça folgada. — Ágatha... como você cresceu. Ela riu, um som leve, provocante. — Cresci sim. Agora sou mulher, sabia? Eu sabia. Dava pra ver. Ajudamos a subir as malas. O apartamento tem elevador, então não foi difícil. Colocamos as coisas no quarto de hóspedes, e ela começou a desfazer as malas. — Fica à vontade — falei da porta. — Qualquer coisa, é só chamar. Ela se virou, sorriu, e naquele sorriso eu vi algo. Uma centelha. Um brilho nos olhos que dizia "eu sei o que você tá pensando". — Obrigada, tio. Pode deixar que vou chamar sim. Passei o resto do dia trancado no escritório, tentando trabalhar, mas não conseguia parar de pensar nela. No short. Na blusa. No abraço. Burro. i****a. É a filha do meu melhor amigo. Mas o päu não entendia de amizade. --- No segundo dia, ela apareceu no café da manhã com um vestido leve, branco, quase transparente. Dava pra ver a silhueta do corpo por baixo. Os m*****s escuros marcando o tecido. — Dormiu bem? — perguntei, os olhos fixos na xícara de café. — Dormi. Cama ótima. Aliás, tio, você me salva essa semana? Preciso comprar umas coisas pro apê, mas ainda não recebi a bolsa da faculdade. — Claro. Fala o que precisa. Sentei no sofá da sala, abri o notebook, tentei me concentrar. Ela veio atrás, sentou no braço do sofá, perto de mim. O vestido subiu um pouco, mostrando a coxa lisa, morena. — Tô precisando de roupa de cama, toalhas, essas coisas. E também... — ela hesitou, corou — ...roupa íntima. Engoli seco. — Claro... Claro. A gente vai amanhã no shopping, se você quiser. — Hoje? — ela pediu, os olhos grandes, inocentes. Ou nem tanto. — Hoje. Vamos hoje. --- No shopping, ela me arrastou para todas as lojas. Experimentou toalhas, lençóis, fronhas. Depois veio a parte que eu temia: loja de lingerie. — Me espera aqui, tio — ela pediu, com um sorriso. — Ou quer entrar? Claro que entrei. Ela pegou conjuntos, mostrou, perguntou minha opinião. Vermelho, preto, renda, microfibra. Calcinhas fio-dental que não escondiam nada. Sutiãs que eram quase transparentes. — Esse aqui, tio, o que acha? Ela segurava um conjunto preto. Sutiã de renda, calcinha tão pequena que cabia na palma da mão. — Bonito — minha voz saiu rouca. — Bonito só? — Ela provocou. — Acha que vou ficar gostosa nele? Meu päu já tava duríssimo. Na loja de lingerie. Com a filha do meu amigo. — Ágatha... — tentei advertir. — Relaxa, tio. É só uma pergunta. Ela comprou. Pagou com meu cartão. Seis conjuntos. Todos pequenos. Todos altamente provocantes. --- Naquela noite, não consegui dormir. Fiquei na cama, de cueca, olhando para o teto, pensando nela. Nos olhos dela. No corpo. No jeito que mexia os quadris ao andar. No sorriso. O meu päu latejava. Resisti. Tentei pensar em outras coisas. Não adiantou. Lá pelas duas da manhã, não aguentei mais. Baixei a cueca, segurei o päu, comecei a b*******a. Fechei os olhos, imaginando ela. O vestido branco. As coxas. A boca. Foi quando ouvi um barulho. Meu quarto tem uma porta de correr que dá para a sacada. A sacada é compartilhada com o quarto de hóspedes. Ela devia estar lá fora, talvez pegando ar, e viu. Viu tudo. A porta estava entreaberta. Ela empurrou devagar, entrou. — Tio Fábio? Gelei. — Ágatha, sai, pelo amor... Mas ela não saiu. Aproximou-se da cama, a silhueta iluminada pela luz da lua. Usava um baby doll curto, transparente, e por baixo... o conjunto preto. O que ela comprou no shopping. — Não para não — ela sussurrou, a voz doce. — Quero ver. — Isso é loucura. Seu pai... — Meu pai não tá aqui. Agora, continua. Ela sentou na borda da cama, ao meu lado. A mão dela substituiu a minha. Pequena, macia, quente. — Sempre imaginei como seria — ela murmurou, enquanto deslizava a mão pelo meu päu. — Sempre achei você lindo, tio. Quando era adolescente, sonhava com você. — Ágatha... Ela se inclinou, a boca perto do meu ouvido. — Quero que você me coma, Fábio. Quero sentir esse päu dentro de mim. Antes que eu pudesse responder, ela abaixou a cabeça e levou meu päu à boca. Quente. Molhado. Perfeito. A boca dela deslizou, lenta, a língua brincando na cabeça, descendo, subindo. Ela chupava como se tivesse feito aquilo a vida inteira, os olhos fixos nos meus, o cabelo preto caindo sobre o rosto. — p***a, Ágatha... Ela sorriu com o päu na boca, depois aprofundou, engolindo tudo até a garganta. Quase gozei na hora. — Calma — ela disse, sentindo. — Ainda não. Quero mais. Subiu no colo, montou em mim. O baby doll subiu, mostrando a calcinha preta, minúscula. Ela puxou para o lado, revelando a b*******a já molhada, brilhando. — Me come — pediu. Segurei os quadris dela, guiei meu p*u até a entrada. Quando a cabeça pressionou, ela gemeu, mordeu o lábio. — Devagar, tá? Faz tempo que não... — Tem namorado? — Não. Empurrei devagar. Apertada. Quente. Molhada. Ela gemeu alto quando entrei até o fundo, as unhas cravando no meu peito. — c*****o, Ágatha... — Isso, isso, fala meu nome... Comecei a mover os quadris, devagar, sentindo cada milímetro dela. Ela cavalgava em cima, os p****s balançando livres sob o baby doll. Mamei um deles, puxei o mamilo com os dentes, e ela gritou. — Mais forte, Fábio, me come mais forte. Virei ela na cama, deitei por cima, enterrei fundo. As pernas dela subiram, fecharam na minha cintura, e eu comecei a bombar com força. A cama rangia. A cabeceira batia na parede. — Assim? É assim que você quer, sua safada? — Sim, sim, me fod3, me come gostoso... A mão dela desceu, esfregou o c******s enquanto eu comia. O corpo começou a tremer, os gemidos ficaram mais agudos. — Vou gozar, vou gozar, não para... — Goza, goza nesse päu... Ela gozou com um grito abafado no travesseiro, o corpo inteiro se contraindo, me apertando por dentro. Foi tão forte que me levou junto. Enterrei fundo, gozei dentro dela, jorrando quente, pulsando, infinito. Ficamos ali, ofegantes, suados, colados. — c*****o — ela murmurou depois de um tempo. — c*****o — concordei. Ela riu, deitou a cabeça no meu peito. — Vou estar morando aqui por um ano, tio. Acho que vai ser um ano bom. Acariciei o cabelo dela, o coração ainda acelerado. — Vai ser. --- Na manhã seguinte, tomei café com ela na cozinha. Ela usava um short jeans e uma camiseta larga, o cabelo preso. Parecia uma menina inocente. — Bom dia, tio — disse, com um sorriso. — Bom dia, Ágatha. Ela piscou para mim, discretamente, antes de morder a torrada. O celular tocou. Roberto. — E aí, irmão? Minha filha tá dando trabalho? Olhei para ela, que me encarava, a língua passando devagar pela torrada. — Tá, sim — respondi. — Mas tô dando conta dela direitinho. Desliguei. Ela riu. — Tá dando conta mesmo, hein, tio? Levantou, levou o prato à pia, passou por mim e deixou a mão pousar de leve no meu päu, por cima da calça. — Hoje à noite tem mais? Engoli seco. — Tem. — Então vou comprar mais lingerie. Ela saiu rebolando, e eu fiquei ali, sentado, putä que pariu. Ia ser um ano longo. Ou curto demais. ADICIONE NA BIBLIOTECA COMENTE VOTE NO BILHETE LUNAR INSTA: @crisfer_autora
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