Ela ainda tava em choque, o sistema dela tava em pane, não adiantava disfarçar. As mãos pequenas dela tremiam tanto que ela m*l conseguia segurar a tesoura tática para cortar o pedaço de tecido, mas a desgraçada se recusava a dar um passo pra trás. Ela pegou mais uma compressa limpa, embebeu sem pena nenhuma no antisséptico cirúrgico e pressionou direto, com brutalidade, contra o r***o sangrento no meu ombro. Com uma firmeza absurda que faria muito médico arrepiar. Eu dei um puxão violento no ar pelo choque repentino do ardor rasgando a carne aberta, os meus músculos enrijeceram como pedra maciça, mas não desviei o meu olhar n***o dos olhos dela nem por um c*****o de milésimo de segundo. A Marina limpava o meu sangue com uma concentração furiosa, o maxilar totalmente travado, os lábios a

