Com o maxilar travado a ponto de quase trincar os dentes da boca, a Vipera bufou e descruzou os braços num movimento brusco e raivoso. Pegou o garfo de prata com uma força ignorante e começou a comer. Mas o olhar dela... c*****o. Ela mastigava a comida me encarando fixamente, destilando um ódio tão radioativo, tão puro e assassino que deixaria qualquer chefe de cartel rival tremendo na base e pedindo arrego. Mas em mim? Isso só alimentava o monstro. A cada garfada furiosa que ela dava, eu sorria. Eu abri um sorriso largo, perverso, sádico ao extremo, erguendo a minha xícara de café num brinde mudo para a rebeldia indomável da minha prisioneira favorita. Quando ela finalmente empurrou o prato sujo pra frente com brutalidade, fazendo a porcelana raspar na madeira cara para mostrar que tinh

