Deixei o corpo frágil e apagado da garota afundado no meio da minha cama king size e fui marchando direto pro banheiro de mármore n***o da minha suíte. O cheiro rançoso de pólvora queimada, suor de medo e o sangue seco dos vermes do cartel mexicano tavam impregnados na minha pele e me dando uma ânsia de vômito do c*****o. Eu precisava limpar a p***a daquela sujeira civil do meu corpo. Arranquei a camisa manchada e joguei no canto, ligando o chuveiro no talo. Deixei a água fervendo, quase pelando, bater com violência nas minhas costas largas e escorrer pelos meus músculos tensionados, lavando a crosta da chacina que eu mesmo orquestrei e comandei no Brasil. O sangue vermelho escorreu pelo ralo de inox. O tabuleiro lá fora já tava limpo. As peças foram eliminadas, a polícia tava comprada e

