Estava dormindo quando senti uma mão me puxar com brutalidade, abrir os olhos imaginando que seria o Imperador, mas não era ele e sim um homem que cheirava a álcool puro. Eu olhei para ele sem entender, tentei empurra-lo para que ele saísse de cima de mim, mas eu era mais fraca. — p**a que pariu, que deusa do c*****o, que corpo gostoso — falou segurando meu pescoço. — Me solta, agora — gritei me tremendo. — Cala a boca p***a, eu vou chupar você todinha, comer sua bocetinha e o seu cuzinho. Quero um beijo — falou dando-me uma tapa na cara. — Não! — gritei tentando empurra-lo, me debatendo. — IMPERADOR! Eu gritei por ele, queria que viesse que me salvasse, para mim parecia que somente ele era confiável, pois era o único que me salvava sempre que eu precisava de ajuda e foi o que aconte

