SERAFINA Fabiano me arrastou por um lance de escadas até um porão. — Fabi, — eu disse implorando, puxando o seu aperto. — Fabiano, — ele rosnou, nem mesmo olhando para mim quando me puxou através de outro corredor estreito e vazio. Ele parecia furioso. Antes que eu pudesse pronunciar outra palavra, ele abriu uma porta pesada e entrou em uma sala comigo. Meus olhos dispararam ao redor. Uma cela. Meu estômago revirou quando vi o banheiro e o chuveiro em um canto, mas ainda pior quando notei o colchão manchado no chão em frente a eles. Manchas vermelhas e amarelas. O terror me atingiu com força e, de repente, percebi o que deveria acontecer aqui. Meus olhos voaram para uma câmera no canto à minha direita e depois de volta para Fabiano. Ele era o Executor da Camorra e, enquanto meu

