Os olhos escuros de Remo vagaram pelo meu rosto, meu cabelo, meus braços esticados acima da minha cabeça. Ele se inclinou para baixo, seu rosto c***l se aproximando. Ele parou quando nossos narizes estavam quase escovando. Seus olhos não eram negros; Eles eram o marrom mais escuro que já vi. Ele segurou meu olhar e eu segurei o dele. Eu não olharia para longe, não importava o que ele fizesse. Eu queria que ele me visse como eu era. Não uma fraca, não um peão, mas um ser humano. — Não assim, Serafina, — disse ele. Sua voz era baixa e sombria, hipnotizante, mas era o seu olhar que me mantinha cativa. — Não como uma prostituta em um colchão manchado. — Ele sorriu, e foi pior do que qualquer olhar ou ameaça. Ele baixou sua boca até que seus lábios tocaram os meus levemente, apenas um pouc

