REMO
Na manhã seguinte, encontrei Serafina empoleirada em seu lugar habitual no peitoril da janela. Os lençóis não estavam amarrotados. Ela deve ter dormido encostada na janela ou não.
— Você enviou os lençóis, — disse Serafina em voz baixa, sem olhar para mim. Claro, ela sabia. Ela não era apenas bonita, era incrivelmente inteligente. Uma combinação letal.
— Sim. Entrega expressa. Eles devem chegar à casa da sua família amanhã de manhã ou talvez até hoje à noite.
Ela não se virou, não reagiu. Só olhava pela janela. Seu cabelo estava escovado sobre o outro ombro, seu pescoço delgado descoberto aos meus olhos. As marcas dos meus dentes arruinavam sua pele imaculada. Seus ombros se contraíram levemente. Então ela endureceu sua espinha. — O que você disse a eles? Suponho que você enviou uma nota com o seu presente. — Houve uma pequena hesitação em seu tom, uma brecha em sua voz fria.
Eu me aproximei. — O que você queria que a nota dissesse?
Ela olhou por cima do ombro para mim, uma expressão lindamente odiosa perfeitamente congelada em seu rosto.
— Quem sabia que o ódio poderia ser tão bonito? — Eu disse quando meus dedos deslizaram sobre os solavancos suaves de sua espinha através de seu manto de cetim fino.
Ela deu um pulo, virou-se e bateu na minha mão. — Não me toque.
Eu a pressionei contra a parede, uma mão enrolada em torno de seus pulsos enquanto eu os empurrava na parede acima de sua cabeça. — Ontem você me deixou te tocar, me deixou comer sua b****a, me deixou te f***r. Você me deu a si mesma, voluntariamente, desesperadamente, lascivamente.
A última palavra rompeu sua máscara. — Você teria me forçado eventualmente.
Meus olhos se fixaram nos dela, meu aperto nos pulsos dela aumentou. — Eu pensei que você fosse corajosa, Angel. Achei que você não escolheria o caminho mais fácil, mas agora vejo que você não pode sequer manter a verdade do que fez.
Ela não desviou o olhar.
— Agora me diga de novo, por que você se entregou a mim ontem? E seja corajosa. Foi porque temia que eu tomasse o seu presente sem pedir ou porque você queria ser aquela decidindo a quem queria presentear?
Ela engoliu em seco. — Eu queria dar de presente para o Danilo. Era um privilégio dele.
— Realmente? Ou você se sentiu obrigada a presenteá-lo porque alguém lhe prometeu esse presente sem o seu consentimento?
— Não se atreva a falar sobre o consentimento.
Eu me aproximei. — Por que você me deu?
Seus olhos brilharam e lágrimas brotaram em seus olhos. — Porque eu quis! — Ela fechou os lábios e finalmente desviou o olhar. Uma lágrima deslizou por sua bochecha perfeita, e ela respirou estremecendo. — Eles não vão me perdoar por isso. Eles vão me odiar ferozmente, mas nunca tanto quanto eu me odeio, nunca o bastante.
Eu me inclinei e passei meu nariz por sua pulsação, minha mão envolvendo seu rosto.
— Faça isso, — ela sussurrou, implorou, e eu recuei, olhando para as piscinas azuis de desespero.
— Fazer o quê? — Eu acariciei o ponto macio atrás de sua orelha.
— Me machuque.
Minha boca roçou seu queixo e mais acima sobre seus lábios.
— Me machuque. — Ela disse isso mais duro desta vez. Eu agarrei sua cintura e a virei, pressionando-a contra a parede, seus pulsos ainda acima da cabeça, meu corpo enjaulado o dela. Eu já estava dolorosamente duro. A mão que não segurava seus pulsos se moveu sob o manto de cetim e a encontrou nua por baixo. Eu exalei contra o pescoço dela e mordi levemente, fazendo-a estremecer. Meus dedos se moveram para sua barriga lisa, em seguida, abaixaram para os cachos aparados até que eu mergulhei entre suas dobras. — Me machuque, Remo!
— Eu vou, Angel. Paciência é uma virtude. Você não se lembra? — Meus dedos deslizaram mais profundamente.
Ela não estava molhada como ontem, apenas excitada, principalmente quebrada e desesperada para trocar uma forma de dor por outra. Eu soltei meu cinto e tirei meu p*u antes de aliviá-lo entre suas belas e firmes nádegas. Sua respiração ficou presa, mas eu mergulhei mais baixo para sua b****a. Ela estava tensa como um punho contra a minha ponta, dolorida, preparada para a dor.
Eu não empurrei. Em vez disso, meus dedos começaram a brincar com sua b****a, de leve, provocando, persuadindo toques. Nada como o que ela queria.
— Por que você não pode só me machucar? — Ela sussurrou, inclinando o rosto para o lado e para cima.
Sim por quê? Minhas mãos sempre causavam dor prontamente.
Eu a segurei no lugar, braços erguidos acima de sua cabeça, sua frente pressionada contra a parede, meu p*u entre suas coxas, e a assisti chorar. Eu reivindiquei sua boca em um beijo, provando suas lágrimas enquanto meus dedos acariciavam entre os lábios de sua b****a. Logo pude sentir sua rendição. Meus dedos deslizaram através de sua umidade, e sua b****a afrouxou contra a minha ponta. Usando o meu pé afastei mais suas pernas, em seguida, olhei em seus olhos azuis enquanto entrava nela. Ela estremeceu e beijei sua boca novamente, lento e lânguido, até que eu estava embainhado nela até minhas bolas, meu p*u enterrado profundamente dentro dela.
— Agora sua paciência será recompensada, Angel.
Ela sorriu sem alegria contra a minha boca, e eu puxei todo o caminho para fora dela, em seguida, bati de volta. Ela engasgou, seu corpo enrijecendo, preso entre o meu peito e a parede. Sua b****a apertou impiedosamente ao meu redor. Eu acariciei seu c******s enquanto dirigia nela novamente. Meu corpo ansiava por ir ainda mais forte, e ela também, mas eu me contive, não querendo causar nenhum dano duradouro.
Porra.
O que diabos Serafina estava fazendo comigo?
Seus olhos seguraram os meus como se ela pudesse encontrar a salvação lá, mas nós dois estávamos condenados, e eu estava arrastandoa para mais perto da danação todos os dias.
Minhas bolas bateram contra ela a cada impulso, e eu estava perdendo o controle, não apenas do meu p*u, mas também de todo o resto. Serafina ainda estava apertada e seus gemidos hesitantes, a dor mais forte que o prazer. Reivindicando sua boca em um beijo, abandonei o controle e gozei com um arrepio violento.
Ela estremeceu em meus braços quando meu p*u se contraiu dentro dela. Eu pressionei minha testa na dela, permanecendo dentro por alguns momentos. Seu hálito quente se espalhou pelos meus lábios e finalmente eu saí dela. Seu gemido me fez beijar sua omoplata. Então eu a levantei em meus braços.
Eu a carreguei até a cama e a deitei, depois me pressionei atrás dela, e ela deixou. Ela estava quieta. Eu corri meus dedos por seu braço liso. Seu doce aroma misturado com o meu e o almiscarado do sexo. A mistura perfeita.
— E você se sente melhor? A dor ajudou? — Murmurei contra seu ombro quando a beijei novamente. Eu não tinha certeza do porquê sentia o desejo de beijá-la daquele jeito, mas simplesmente não conseguia parar.
— Não, — ela disse baixinho.
— Eu poderia tê-la avisado.
— Você sabe tudo sobre a dor e seus efeitos, não sabe?