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1211 Words
REMO Na manhã seguinte, encontrei Serafina empoleirada em seu lugar habitual no peitoril da janela. Os lençóis não estavam amarrotados. Ela deve ter dormido encostada na janela ou não. — Você enviou os lençóis, — disse Serafina em voz baixa, sem olhar para mim. Claro, ela sabia. Ela não era apenas bonita, era incrivelmente inteligente. Uma combinação letal. — Sim. Entrega expressa. Eles devem chegar à casa da sua família amanhã de manhã ou talvez até hoje à noite. Ela não se virou, não reagiu. Só olhava pela janela. Seu cabelo estava escovado sobre o outro ombro, seu pescoço delgado descoberto aos meus olhos. As marcas dos meus dentes arruinavam sua pele imaculada. Seus ombros se contraíram levemente. Então ela endureceu sua espinha. — O que você disse a eles? Suponho que você enviou uma nota com o seu presente. — Houve uma pequena hesitação em seu tom, uma brecha em sua voz fria. Eu me aproximei. — O que você queria que a nota dissesse? Ela olhou por cima do ombro para mim, uma expressão lindamente odiosa perfeitamente congelada em seu rosto. — Quem sabia que o ódio poderia ser tão bonito? — Eu disse quando meus dedos deslizaram sobre os solavancos suaves de sua espinha através de seu manto de cetim fino. Ela deu um pulo, virou-se e bateu na minha mão. — Não me toque. Eu a pressionei contra a parede, uma mão enrolada em torno de seus pulsos enquanto eu os empurrava na parede acima de sua cabeça. — Ontem você me deixou te tocar, me deixou comer sua b****a, me deixou te f***r. Você me deu a si mesma, voluntariamente, desesperadamente, lascivamente. A última palavra rompeu sua máscara. — Você teria me forçado eventualmente. Meus olhos se fixaram nos dela, meu aperto nos pulsos dela aumentou. — Eu pensei que você fosse corajosa, Angel. Achei que você não escolheria o caminho mais fácil, mas agora vejo que você não pode sequer manter a verdade do que fez. Ela não desviou o olhar. — Agora me diga de novo, por que você se entregou a mim ontem? E seja corajosa. Foi porque temia que eu tomasse o seu presente sem pedir ou porque você queria ser aquela decidindo a quem queria presentear? Ela engoliu em seco. — Eu queria dar de presente para o Danilo. Era um privilégio dele. — Realmente? Ou você se sentiu obrigada a presenteá-lo porque alguém lhe prometeu esse presente sem o seu consentimento? — Não se atreva a falar sobre o consentimento. Eu me aproximei. — Por que você me deu? Seus olhos brilharam e lágrimas brotaram em seus olhos. — Porque eu quis! — Ela fechou os lábios e finalmente desviou o olhar. Uma lágrima deslizou por sua bochecha perfeita, e ela respirou estremecendo. — Eles não vão me perdoar por isso. Eles vão me odiar ferozmente, mas nunca tanto quanto eu me odeio, nunca o bastante. Eu me inclinei e passei meu nariz por sua pulsação, minha mão envolvendo seu rosto. — Faça isso, — ela sussurrou, implorou, e eu recuei, olhando para as piscinas azuis de desespero. — Fazer o quê? — Eu acariciei o ponto macio atrás de sua orelha. — Me machuque. Minha boca roçou seu queixo e mais acima sobre seus lábios. — Me machuque. — Ela disse isso mais duro desta vez. Eu agarrei sua cintura e a virei, pressionando-a contra a parede, seus pulsos ainda acima da cabeça, meu corpo enjaulado o dela. Eu já estava dolorosamente duro. A mão que não segurava seus pulsos se moveu sob o manto de cetim e a encontrou nua por baixo. Eu exalei contra o pescoço dela e mordi levemente, fazendo-a estremecer. Meus dedos se moveram para sua barriga lisa, em seguida, abaixaram para os cachos aparados até que eu mergulhei entre suas dobras. — Me machuque, Remo! — Eu vou, Angel. Paciência é uma virtude. Você não se lembra? — Meus dedos deslizaram mais profundamente. Ela não estava molhada como ontem, apenas excitada, principalmente quebrada e desesperada para trocar uma forma de dor por outra. Eu soltei meu cinto e tirei meu p*u antes de aliviá-lo entre suas belas e firmes nádegas. Sua respiração ficou presa, mas eu mergulhei mais baixo para sua b****a. Ela estava tensa como um punho contra a minha ponta, dolorida, preparada para a dor. Eu não empurrei. Em vez disso, meus dedos começaram a brincar com sua b****a, de leve, provocando, persuadindo toques. Nada como o que ela queria. — Por que você não pode só me machucar? — Ela sussurrou, inclinando o rosto para o lado e para cima. Sim por quê? Minhas mãos sempre causavam dor prontamente. Eu a segurei no lugar, braços erguidos acima de sua cabeça, sua frente pressionada contra a parede, meu p*u entre suas coxas, e a assisti chorar. Eu reivindiquei sua boca em um beijo, provando suas lágrimas enquanto meus dedos acariciavam entre os lábios de sua b****a. Logo pude sentir sua rendição. Meus dedos deslizaram através de sua umidade, e sua b****a afrouxou contra a minha ponta. Usando o meu pé afastei mais suas pernas, em seguida, olhei em seus olhos azuis enquanto entrava nela. Ela estremeceu e beijei sua boca novamente, lento e lânguido, até que eu estava embainhado nela até minhas bolas, meu p*u enterrado profundamente dentro dela. — Agora sua paciência será recompensada, Angel. Ela sorriu sem alegria contra a minha boca, e eu puxei todo o caminho para fora dela, em seguida, bati de volta. Ela engasgou, seu corpo enrijecendo, preso entre o meu peito e a parede. Sua b****a apertou impiedosamente ao meu redor. Eu acariciei seu c******s enquanto dirigia nela novamente. Meu corpo ansiava por ir ainda mais forte, e ela também, mas eu me contive, não querendo causar nenhum dano duradouro. Porra. O que diabos Serafina estava fazendo comigo? Seus olhos seguraram os meus como se ela pudesse encontrar a salvação lá, mas nós dois estávamos condenados, e eu estava arrastandoa para mais perto da danação todos os dias. Minhas bolas bateram contra ela a cada impulso, e eu estava perdendo o controle, não apenas do meu p*u, mas também de todo o resto. Serafina ainda estava apertada e seus gemidos hesitantes, a dor mais forte que o prazer. Reivindicando sua boca em um beijo, abandonei o controle e gozei com um arrepio violento. Ela estremeceu em meus braços quando meu p*u se contraiu dentro dela. Eu pressionei minha testa na dela, permanecendo dentro por alguns momentos. Seu hálito quente se espalhou pelos meus lábios e finalmente eu saí dela. Seu gemido me fez beijar sua omoplata. Então eu a levantei em meus braços. Eu a carreguei até a cama e a deitei, depois me pressionei atrás dela, e ela deixou. Ela estava quieta. Eu corri meus dedos por seu braço liso. Seu doce aroma misturado com o meu e o almiscarado do sexo. A mistura perfeita. — E você se sente melhor? A dor ajudou? — Murmurei contra seu ombro quando a beijei novamente. Eu não tinha certeza do porquê sentia o desejo de beijá-la daquele jeito, mas simplesmente não conseguia parar. — Não, — ela disse baixinho. — Eu poderia tê-la avisado. — Você sabe tudo sobre a dor e seus efeitos, não sabe?
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