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— Eu não acho que uma pessoa possa saber tudo sobre a dor. Todo mundo sente dor de maneira diferente, reage de maneira diferente. É uma coisa curiosa. O corpo de Serafina relaxou ainda mais no meu abraço. — Eu acho que prefiro dor. Não me faz sentir tão culpada quanto o prazer. Enterrei meu nariz no cabelo dela. — Você não tem motivos para se sentir culpada. Ela não disse nada e finalmente sua respiração se estabilizou. Eu levantei minha cabeça com cuidado e a encontrei adormecida. Seus cílios pálidos tremulavam, seu rosto tranquilo. Eu nunca tinha entendido o apelo de ver alguém dormir, sempre achei chato, insatisfatório. Eu estava tão errado. Continuei acariciando seu braço, em seguida, beijei sua pele novamente. p***a. Como eu ia devolvê-la? Repousei minha cabeça no travesseir

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