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1464 Words
A cozinha estava silenciosa. O jantar havia terminado há algum tempo, e a mansão mergulhara em um silêncio quase reverente, interrompido apenas pelo som do relógio na sala e do vento batendo levemente nas janelas. Emily se levantou da mesa, puxando a blusa casualmente, sentindo o tecido escorregar levemente pelos ombros. Só queria água. Só isso. Ela nem percebeu que Alexander estava ali, de pé, na penumbra do corredor, vestindo apenas uma cueca e uma camisa desabotoada que deixava seus ombros largos à mostra. Havia algo nele que sempre a desarmava — não apenas sua presença imponente, mas a aura de domínio, de alguém que sabia exatamente o efeito que tinha sobre ela. Quando Emily virou-se para colocar o copo na bancada, encontrou os olhos dele. Aqueles olhos que a lembravam de noites passadas, de momentos roubados, de segredos que nunca deveriam ser revelados. Por um instante, o mundo inteiro parecia desaparecer. Só existia ele, ela e aquela tensão elétrica que percorria o ar. Alexander avançou alguns passos silenciosos, a aproximação firme e inegável. Sem dizer uma palavra, encurralou Emily levemente contra a parede da cozinha, deixando apenas um espaço mínimo para que ela respirasse. O calor do corpo dele, o cheiro que sempre a deixava tonta… tudo isso misturava-se ao medo e à excitação que pulsava dentro dela. — Quem diria… — sussurrou ele, a voz baixa, provocante, roçando o ouvido dela — que a grande Emily Carter poderia gemer loucamente por mim O corpo dela estremeceu. As palavras dele eram como fogo, despertando algo antigo e profundo. Ela sentiu cada centímetro dele próximo, a firmeza do peito, a intensidade do olhar, a presença dominante e sedutora. Um arrepio percorreu sua espinha, e por um instante, Emily esqueceu de todas as precauções que sempre tomava. Ela tentou se afastar, mas Alexander não permitiu. Cada gesto dele era calculado, desafiador, quase c***l de tão tentador. Seus dedos tocaram suavemente o braço dela, uma carícia que falava mais do que palavras. A tensão entre eles cresceu como uma tempestade silenciosa. — Você não sabe o que está fazendo comigo — disse Emily, tentando recuperar a compostura, mas a voz falhou no último instante, carregada de desejo contido. — Sei exatamente — respondeu Alexander, com um sorriso de canto, intenso, calculado. — E você também sabe. Ele aproximou o rosto do dela lentamente, e o coração de Emily disparou. Cada passo dele parecia desafiar todas as barreiras que ela havia construído. Cada gesto parecia sussurrar promessas perigosas. Ele a virou delicadamente, a fazendo sentir seu m****o que enconstava em sua b***a, aquilo era demais, ela não conseguiria resistir. _ Eu sempre soube que tu eras a mascarada, mas agora terei a certeza. Surpresa! Espanto! _Como?? Não é possível que sejas tu !_ ainda confusa, perplexa e com os desejos a flor da pele. Alexander beijou a clavícula de Emily a fazendo arfar e desejo . Tomado pelo prazer , Alexander a beijou desesperadamente como se tivesse esperado por isso há muito tempo. Suas mãos tocaram os ombros dela, desceram levemente pelas costas, enquanto Emily sentia uma mistura de excitação e vertigem. O mundo inteiro parecia ter parado. Cada toque, cada suspiro, cada batida de coração era amplificada naquele momento. Emily, com os olhos fechados, deixou-se levar, sentindo o calor, a firmeza, a intensidade dele. O passado voltou em flashes: o baile de máscaras, aquela noite há tantos anos, o mistério que nunca puderam revelar. Tudo estava ali, condensado em um único instante. Ela percebeu, com uma clareza quase dolorosa, que ele era o homem daquele baile. Alexander. Sempre havia sido. O beijo se aprofundou. Ele segurou delicadamente o rosto dela com as mãos, aproximando-a de si, enquanto suas respirações se misturavam. A cozinha, antes silenciosa, agora parecia um palco para aquela tensão, cada suspiro e murmúrio ecoando pelo espaço. Em um movimento rápido, Emily estava no colo de Alexander sentindo ainda mais o calor de seu corpo, seu m****o duro , Emily não via a hora de poder sentir aquilo novamente Emily tentou falar, mas cada palavra se perdeu na intensidade daquele momento. Ele então sussurrou perto do ouvido dela: — Eu nunca esqueci aquela noite… nunca esqueci você. Aquelas palavras a fizeram estremecer. Cada frase dele era como um fio acendendo uma chama que ela tentava manter apagada. E quando ele passou a mão suavemente pela cintura dela, a aproximação se tornou mais íntima, mais urgente, mas ainda carregada de ternura e controle. Eles se afastaram apenas o suficiente para respirar, os olhos de Alexander queimando com intensidade. Emily tentou organizar os pensamentos, mas percebeu que não conseguia. Alexander tinha a habilidade de desconstruí-la apenas com o olhar. — Me leve para seu quarto — conseguiu dizer entre respirações curtas, incapaz de resistir à atração, ao desejo latente que crescia a cada segundo. Ele apenas sorriu, compreendendo sem precisar de mais palavras. Sem pressa, guiou-a pelo corredor, cada toque seu lembrando Emily da tensão antiga, da noite mascarada, da sensação de que havia algo predestinado entre eles. No quarto, Alexander fechou a porta, mantendo a atmosfera carregada de eletricidade. Eles se aproximaram novamente, e Alexander, com cuidado e precisão, tocou a mão de Emily e a segurou firmemente, os olhos fixos nos dela. — Eu te quero — disse ele, sem rodeios, mas com uma intensidade que a fez estremecer. — Não apenas agora, mas desde aquela noite. Emily sentiu o mundo girar. Cada palavra dele rasgava as barreiras que ela havia construído, cada gesto fazia seu coração disparar. Ela se apoiou nele, respirando fundo, tentando controlar o turbilhão de emoções e sensações que crescia a cada instante. Eles se beijaram novamente, desta vez mais lento, mais profundo, mais intenso. Cada toque era cheio de promessa e lembrança, cada suspiro carregado de história e desejo contido. Alexander tocava cada parte do corpo de Emily como se estivesse a reconhecendo, voltando a explorar aquela maravilha. Emily gemeu alto , quando Alexander passou a mão em ses s***s e ficou tocando , procurando os lugares em que ela mais sentia prazer , foi quando então ele abocanhou o seio esquerdo e os chupou com tanta vontade, que a calcinha de Emily já estava toda molhada, e fazia o mesmo no seio direito enquanto passava a mão no outro. A encheu de beijos e carícias por todo corpo, até chegar onde estava o mel . Ele sorriu e de seguida a chupou , a chupou de forma precisa, a chupou como se de lá pudesse sair um líquido precioso que ele ansiava , enquanto isso Emily se contorcia de prazer , gemia, dizia palavras insanas que faziam Alexander enlouquecer ainda mais _Ahhhhhh, isso Alexander, isso- suplicava de prazer Alexander continuou os movimentos, até sentir as pernas dela bambas _Goza bonito, para mim Emily Laurent- a sensação de a dominar era simplesmente agradável, a sensação de ser o macho alfa, de a deixar desconcentrada é o que mais o impulsionava. Depois que ela atingiu o orgasmo, ele disse. _Agora é a minha vez, querida . Retirou a cueca tento seu m****o pulado , como se já quisesse sair há bastante tempo. Emily observou aquela cena, como se fosse em câmera lenta, era lindo, grande, grosso, cheio de veias como da última vez. Não lhe deu tempo de processar, introduziu seu pênis em sua v****a, depois dela se adaptar, foi fazendo movimentos de vai e vem com uma rapidez absurda , arrancando vários gemidos de ambos, foi então quando eles gozaram e se deitaram na cama . _Sua b***a é maravilhosa - ela sorriu encantada O tempo pareceu desacelerar. A casa silenciosa agora parecia testemunhar aquele momento carregado de emoção e atração. Alexander acariciava delicadamente o rosto e os cabelos dela, e Emily sentia-se completamente dominada, mas ao mesmo tempo segura, protegida, viva. A tensão estava no auge, mas havia algo ainda mais profundo: reconhecimento, desejo, emoção e conexão. A noite avançou, mas eles permaneceram juntos, explorando cada instante de proximidade, cada toque, cada suspiro, sem precisar dizer mais nada. Cada gesto era carregado de história, cada olhar uma confissão silenciosa. Finalmente, exaustos, ambos se deitaram lado a lado na cama, abraçados. O silêncio que se seguiu não era pesado; era reconfortante, íntimo, carregado de segurança e conexão. Alexander envolveu Emily com cuidado, enquanto ela se aconchegava contra ele, sentindo o calor do corpo dele, o ritmo do coração dele, a certeza de que, pelo menos naquele momento, estavam juntos. E assim, entre abraços, respirações e sentimentos contidos, eles adormeceram, exaustos, mas mais próximos do que jamais haviam estado antes. A tensão da noite anterior, a DR, o ciúme e o orgulho — tudo se transformou em i********e, deixando claro que aquela relação de fachada estava se tornando algo muito mais intenso e complexo do que qualquer contrato poderia prever.
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