Capítulo 2

1393 Words
Lorenzo (Sinistro) Não tá fácil conviver com a Aurora e depois que as minhas amantes começaram a se afastar comecei a imaginar minha mulher muito mais do que já imaginava. Todas as noites eram uma tentação dormir ao lado dela que sempre vestia uma camisola transparente no corpo e no meio da noite sentia sua bundä roçando no meu paü, era uma bela visão que poderia ser melhor ainda se ela cedesse um pouco. Quando rolou a briga com a Cíntia fiquei püto pra caralhø assim que me passaram um rádio avisando que a minha ficou toda fødida, até se recuperar eu não ia poder me enfiar entre suas pernas e era a melhor føda que eu tinha ali no Vidigal, até poderia trazer a Flávia do Alemão pra cá, só que depois ia dar briga com as outras se descobrissem. Agi no calor da emoção indo pra cima da Aurora e pow foi meu maior erro em anos, nunca tinha levantado a mão pra mulher nenhuma, foi bem merecido os murro que levei dela. Evitei falar com meus pais já sabendo que se descobrissem esse bagulho ia tomar no cü legal e nem deixei ninguém ir em casa ver a Aurora que com certeza ia falar. Cansado de chamar ela e pedir para abrir a maldita porta, desci as escadas ficando na sala. Sentado no sofá e püto pra caralhø com a filha da püta que saiu espalhando pra geral mentiras sobre mim. Eu ia me vingar dessa desgraçada. Subi em silêncio para o nosso quarto, escutei o chuveiro ligado e me controlei em ir testar a fechadura da porta, ia esperar para quando saísse trocar uma ideia com ela. Tirei meu celular do bolso me sentando na ponta da cama, zerei o volume sa mídia e comecei a abrir as mensagens não lidas ainda. Maioria delas era só mina chamando pra dar rolê ou pra desenrolar na casa delas, fora os nude que mandavam de monte, confesso que é difícil resistir a tanta mina gostosa e com dinheiro que eu pagava cada uma delas, o trabalho sempre seria bem feito. Bancava piranhä e os caralhø tudo se eu gostasse de primeira, assim como foi com a Cíntia. Conheci ela numa resenha que o Talibã fez e no dia a piranhä chegou causando, vestidinho vermelho chamando atenção dos menor, mas o interesse foi maior quando me viu de fuzil na mão. Ali era treinada já, nem precisei dar moral que ela chegou com tudo na intenção e pow, nois desenrolou maneiro num barraco que arrumei com Felipe. Pørra, a püta deu o nome em tudo e nossos outros encontros também foram assim, as vezes dividia ela com o Talibã e o TG fazendo aquele estrago na bucetä dela que não arregava nunca quando via as nota. Abri a conversa com ela que mandou foto do rosto com o nariz mostrando os pontos da cirurgia que fez para reposicionar os ossos e cartilagens, avisei que se quisesse alguma plástica depois era pra me acionar que eu ia bancar isso pra ela. Em seguida recebi fotos das costelas roxas e um vídeo que abri por curiosidade e aumentei o volume. — Olha amor o que tua corninhä fez comigo — disse manhosa mostrou a parte roxa da costela e afastou o celular dando uma visão ampla do hematoma — Mesmo assim sempre vou continuar molhadinha pra ti... — nem escutei o resto vendo a audácia dela em mostrar a bucetä aberta enquanto começou a se masturbär Lambi os lábios ainda assistindo o vídeo sentindo meu paü dar sinal de vida na calça que tive que ajeitar na cueca quando num piscar de olhos tive meu celular arrancado das minhas mãos e arremessado na parede. — TÁ DE s*******m COMIGO? — escutei o grito da Aurora e em choque vi o celular caído no chão todo quebrado — Não... Tu não fez isso... — passei a mão nos cabelos sentindo a raiva me consumir — TU TA LOUCA PRA QUEBRAR MEU CELULAR? — gritei na cara dela que não se encolheu e sim, me empurrou — Tu só faz merdä seu bebezão! Não se toca no que tu tá fazendo? — disse ela entredentes — Eu tô aqui nessa casa o dia todo, te respeito e ninguém vai te chamar de cornø por onde tu passa, mas eu não, cada vez que saio é piranhä jogando piada e sabe o que faço? — empurrou meu peito novamente — Eu simplesmente ignoro, porque eu sei que isso aqui...— apontou para nós dois com o dedo indicador em riste — Não existe. Nosso casamento não é real, mas nem por isso tô dando motivo pra tu ser piada aqui, onde é teu morro — suas palavras me atingiram com força e vi seus olhos marejados de ódio — Eu também não queria me casar, ainda mais com um idiotä como você — gritou e eu me afastei dela — Foi mal... — foi a única coisa que saiu — Eu sei que tô agindo errado, mas não tô pegando ninguém na frente dos outros e cada mina que pego sempre foi no sigilo — ela da uma risada que me da medo — Sigilo? Só se for no teu cü — grita — Tu só pega piranhä m*l comida que quer sair falando pra geral como é ser mais uma entre tantas que tu pega — diz apertando com força a toalha enrolada em volta do corpo que eu nem tinha percebido que estava ali — A gente fez uma lista — disse como se isso fosse importante pra ela — Se em dois dias eu sair de casa e qualquer uma fizer piada, eu vou matar — seu tom não me deixa duvidar que vá fazer isso — Não vou mais inventar nada teu por mais engraçado que seja, mas se tu não souber cuidar das tuas piranhä e não me respeitar mais. Eu vou fazer um inferno aqui nesse morro, mato tuas piranhä, te arrebento em casa porque eu não tenho medo de você — segurei a risada que ameaçou sair entre meus lábios Era engraçado escutar ela ameaçando me bater e talvez eu quisesse ver ela matando alguém, só para ver se realmente tem coragem. — Já disse que foi m*l e é sério mermo que eu me arrependo de ter levantado a mão pra tu — falo mais calmo Ainda tô püto por ter destruído meu celular, mas eu consigo outro em minutos. O difícil era ficar no clima de merdä com ela sabendo que eu tava no erro esse tempo todo. — Só quero que me respeite — suspirou cansada e eu assenti — Não vai precisar falar de novo, tô no erro e vou ficar de boa — disse quando ela passou por mim entrando no closet Precisava deixar um pouco as mina de lado mermo comendo elas na rua, quem precisava ser respeitada por geral era Aurora que mesmo não sendo realmente minha mulher, seu papel na minha vida precisava continuar mantendo as aparências. Pensei em contratar acompanhantes de luxo fora do morro em um apartamento que ganhei da minha mãe no ano passado, mas ficava difícil sair daqui pra ir até lá e depois voltar. Ia sair do quarto levando o assunto como encerrado quando escutei ela falando provavelmente no celular. — Ele vai se arrepender de tá tudo isso que tá me fazendo passar aqui, amanhã a gente se encontra e marca melhor o nosso plano... Fiquei ali esperando um retorno da conversa, mas não teve, por alguns minutos fiquei esperando e vi realmente que tinha encerrado ali então, decidi ir atrás de outro celular. Amanhã eu ia dar um jeito de seguir ela e só de pensar nela indo se encontrar com algum homem, meu sangue fervia de raiva. Se Aurora quisesse dar pra alguém, seria pra mim que estava ali o tempo todo e não pra outro, nunca me faria passar por cornø diante todo o morro. É, talvez eu entendesse o que ela sentia quando as piranhäs falavam merdä na rua e não permitiria mais isso. Aurora veria mudanças em mim para não precisar de ninguém mais pra satisfazer ela, eu seria esse homem e nem que eu fingisse ser um bom marido por algum tempo até eu ter o que eu queria. Ela.
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