NARRADO POR KEVÃO Eu ia sair. Ia recuar, sumir, correr pra minha casa e b*******a pensando nela até dormir gemendo o nome da desgraçada. Mas Deus não quis. Ou o d***o quis demais. Esbarrei num tamborete do lado da porta. — CLAC! A p***a virou, caiu no chão. Rebeca virou na hora. O olho arregalado, o susto estampado. — “KEVÃO?!” Ela tava pelada ainda. Toda. A p***a da toalha no chão, esquecida. Eu vi o corpo todo. Cada curva, cada dobra, cada centímetro de pele que eu já sonhei beijar e nunca toquei de verdade. Ela olhou pro próprio corpo, depois pra mim. A alma dela pegou fogo. — “SEU MALUCO! FILHO DA p**a!” Se abaixou correndo, pegou a toalha, enrolou como deu. Eu nem me mexi. — “Tu invadiu minha casa?! TÁ DOENTE?!” — “Tu esqueceu que essa casa é no meu morro?” — solt

