CAPÍTULO TRINTA E TRÊS. Selene Moreau Eles entram no carro, e eu coloco o cinto, antes deles acelerarem. Eu estou tão confusa, que eu não consigo sequer aproveitar o facto de eu estar no meio das pessoas que eu mais me sinto confortável e feliz de estar perto. Chegamos na enorme casa da montanha do Laurent, e eu troquei poucas palavras, porque a minha mente pediu distras e começou a dar espirais que estava precisando. Entramos na casa e a Zafina estava aqui nos recebendo. — Sejam bem-vindos! — ela diz, e eu sorrio. — Obrigada! — agradeço. — Oh, senhor Denis! — eles exclamam, vendo um senhor um pouco mais velho que a Zafina. Os olhos dele vem até mim, e eu ofereço um sorriso amarelo. — Senhorita Selene, seja bem-vinda! — ele diz, e eu assinto. Ele me conhece, e eles o conhecem.

