Jéssica
Continuei dançando, quando de novo senti uma mão me segurando — c*****o. Bufei, já impaciente.
Grego: — Bora, já deu. Vou te levar pra casa.
Jéssica: — Não quero, p***a! — respondi, já irritada.
Ele não deu ouvidos, me pegou no colo e colocou sobre o seu ombro. p***a, que chatice!
Levou-me até a moto.
Jéssica: — Me solta, p***a!
Grego: — Fica suave, morena. Só vou te levar pra casa, não vou te fazer m*l.
Ele me ajudou a subir na moto.
Grego: — Segura firme, morena.
Envolvi minha cintura em volta dele e encostei a cabeça nas suas costas. Que costas fortes, viu…
Depois disso, a bebida fez efeito e não lembrei mais de nada.
(...)
Acordei sentindo algo apertando levemente a minha cintura. Virei para o lado e, de repente, dei de cara com o Grego ali do meu lado, sem camisa.
Olhei para baixo e percebi que eu estava vestindo uma camisa dele, do Flamengo. Não lembrava de mais nada depois que subi na moto.
Sentei devagar na cama.
Grego: — A bela adormecida finalmente acordou — disse ele, soltando um risinho.
CARALHO, QUE HOMEM GOSTOSO!
Grego: — Bom dia, morena.
Ele aproximou a mão, colocou meu cabelo para trás da orelha e me deu um selinho suave.
ELE ACABOU DE ME BEIJAR?
Jéssica: — Onde eu estou? — perguntei, e ele sorriu — que sorriso, meu Deus…
Grego: — Na minha casa, morena.
Jéssica: — Não lembro de quase nada, sério. Nunca mais eu bebo desse jeito!
Ele se levantou, foi até a gaveta da cômoda e pegou um remédio.
Grego: — Toma isso, vai melhorar a ressaca.
Ele também pegou uma garrafa de água que estava ao lado da cama e me entregou.
Jéssica: — Valeu — agradeci e tomei o remédio.
Ele saiu do quarto.
Havia duas portas no ambiente; abri a que achei que era o banheiro e não é que acertei mesmo?
Lavei bem o rosto, procurei e achei uma escova de dentes nova, escovei os dentes e depois vesti a minha roupa da noite anterior.
Saí do quarto e desci a escada — a casa era bem arrumada e bonita. Procurei por ele e o encontrei na cozinha.
Jéssica: — Já vou indo, valeu aí, Grego.
Eu já estava saindo quando ele me parou.
Grego: — Espera aí, morena. Já pedi pros meninos trazerem comida pra nós.
Não recusei, não dava mesmo — estava com uma fome da p***a.
Sentei à mesa e ficamos esperando. Ele não parava de me olhar, de um jeito que parecia que ia me devorar só com o olhar.
A campainha tocou e ele foi atender. Caraca, ele tinha pedido uma quantidade enorme de coisas gostosas.
Comemos em silêncio, e eu agradeci a Deus por isso — odeio falar quando estou comendo.
Quando terminamos, ele insistiu em me levar até a minha casa. Aceitei, e fomos de carro.
Chegando na porta, agradeci a ele pela ajuda. Ele segurou minha mão e me deu outro selinho. Fiquei um pouco surpresa, mas não falei nada.
Grego: — Tchau, morena.
Ele deu um cheiro no meu pescoço, me deixando arrepiada.
Jéssica: — Tchau, Grego — respondi, dando um risinho sem jeito e saindo do carro.
Ele partiu com o veículo e eu entrei em casa. Fui direto para o quarto, tomei um banho bem demorado e me deitei — a ressaca ainda estava forte, e eu precisava dormir mais um pouco.