Padre Miguel, Rio de Janeiro Não saberia dizer o que era aquilo que o perv*rtido tinha, conseguindo manipular meu corpo, mesmo à distância. Ele me fez arrepiar com sua voz e isso foi muito assustador. Após desligar, deitei no sofá. Estava apavorada por ter um demônio querendo minha alma! — ou era como eu sentia. Enquanto deitada, tive a sensação que ele me observava. — N-não… — Foi uma palavra misturada a gemidos. A mão já procurava saciedade e aquilo era estranho. Estava molhada como nunca estive e revirei os olhos quando só me senti começar a tocar o ponto sensível. Fiquei rapidamente ofegante. Lembrando da forma como ele me olhou, das carícias que ele me fez, da vontade que tive e tinha de chamá-lo, implorá-lo para consumir todo meu corpo. Vontade de fugir de minha maldita vida…

