XVIII. A Mágica do Prazer

1216 Words

Centro, Rio de Janeiro Ela nem tinha um perfil profissional tão r**m, considerando o quanto se autodepreciou em seu stand-up. — Apesar da formação tecnológica, não seguiu os estudos… Falta de oportunidade? — perguntei, olhando os papéis. Manter a concentração no trabalho era muito necessário e só eu sei o quanto aquilo foi custoso. Li e reli o currículo por duas vezes, mas precisei reler uma terceira após suspirar. Poliglota, ela falava inglês, português, castelhano e filipino. Trabalhou apenas duas vezes: um estágio não remunerado, que se tornou remunerado em dois meses; um bom emprego numa multinacional, como TI, que durou pouco também. — Tenho uma mãe doente, um sobrinho para criar. Agora, ele tem oito… seria impossível pensar em faculdade! — Entendo… Tem irmã ou irmão… presumo.

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