Leblon, Rio de Janeiro Chegando em minha casa, eu fui direto à banheira. Apodreci na água quente por algum tempo e só tive tal momento de relaxamento interrompido pelo interfone tocando. “Desgräça!”, xinguei mentalmente. Não que tenha sido r**m, afinal, eu já estava quase caindo no sono e não merecia ser um projeto de Whitney Houston ninfomaníaca — para isso, só faltariam os medicamentos. Vesti o roupão para atender e era minha vizinha. Marta era seu nome. Devia ter cerca de trinta e cinco anos, mas ostentava muita saúde naquele corpão. Do tipo, “tia fitness”, me fez sentir arrependimento por estar de roupão. Ela era branca, os loiros cabelos eram medianos, a lente azul até que caía bem, mas o olhar natural era mais bonito. Vestida com roupa de academia, calça legging e top, todos

