Duda narrando- tô com medo de trombar o MB por aí, tô sem graça com o que rolou, que merda que eu fui fazer? com que cara eu vou ficar quando ele vier aqui em casa? p***a Eduarda, tanta boca pra você despejar sua raiva do Kauã e você faz isso ? Que burra que eu sou.
Fingi uma dor de garganta pra ficar em off, para a faculdade, para o Kauã e para a merda do mundo lá fora! Esquecer, é isso que eu tenho que fazer, apagar da minha mente, isso nunca aconteceu, más aconteceu e ele correspondeu, não se afastou eu que me afastei, isso é coisa da minha cabeça, ele ainda deve me vê como uma pirralha. Minha mãe bateu na porta e entrou com um lanche.
Ana- tá melhor Duda?
Duda- ainda com o corpo meio dolorido mãe.
Ana- não é melhor ir no hospital?
Duda- não, eu prefiro ficar aqui, se piorar eu vou.
Ana- você tá esquisita, não tá me escondendo alguma coisa?
Duda- não mãe, escondendo o quê?
Ana- você não tá grávida do Kauã não né Duda?
O problema nem é ficar grávida, é ficar grávida do Kauã, isso realmente seria um grande problema.
Duda- credo mãe, Deus me livre!
Ana- tá bom então! Qualquer coisa me avisa.
Duda- te amo Ana banana.
Ela riu.
Ana- saudades do Samuel.
Ela me mandou um beijo e saiu.
Ela sabe que esse papo de garganta é furada, ela não pode nem sonhar com a merda que eu fiz,mentir pra ela é f**a, eu nunca minto, más não posso contar isso não.
Pedrinho entrou no quarto.
Duda- não bate mais pirralho?
Pedrinho- você não tá doente.
Duda- é médico agora?
Padrinho- nem precisa ser pra ver que você tá mentindo.
Duda- fala o que você quer.
Pedrinho- eu vi!
Puta que pariu!
Duda- viu o quê? Tá doido?
Pedrinho- vi o Kauã com a Lorena, por isso você tá aí nessa bad, doença de chifre.
Eu ri de desespero, e também de alívio.
Duda- só é corno quem namora, o que não é o meu caso.
Pedrinho- sai desse caô, bora pro baile hoje, dá o troco nesse comédia.
Ele deitou do meu lado.
Pedrinho- na moral, tú vê o que nesse cara? o cara só fala merda, se acha porquê é vapor e cuida da lojinha, na real tu é areia demais pra ele.
Duda- eu sei disso tudo aí que você tá falando, mas é coisa que você não entende, quer ir pro baile? Desde quando tu anda em baile?
Pedrinho- sei lá tava querendo ir nesse, vai rolar uns mcs da hora!
Duda- tá eu vou com você!
Pedrinho é muito na dele, não tem o estilo quebrada, ele é a cara do meu pai, ele é o amor da minha vida, meu irmão é a minha alma gêmea, somos unidos a ponto de um olhar dizer o que a gente quer dizer sem falar nada, só queria de verdade que ele fosse feliz.
Ele deitou do meu lado e comeu todo o meu lanche, ele ficou mechendo no meu cabelo.
Pedrinho- shopping??
Duda- shopping! más e minha mãe acabei de dizer que tô doente.
Pedrinho- se vira! Preciso de um tênis novo.
Ele levantou correndo, lavei a cara amassada, amarrei o cabelo, coloquei um short e um croppet, calcei uma havaiana peguei minha bolsa e desci.
Ana- vão aonde os dois?
Duda- ele quer um tênis mãe, vou levar ele pra comprar.
Ana- você não tava doente?
Pedrinho- garganta é doença mãe?
Ele beijou ela, ela me olhou estranho, dei um beijo nela e sai. Fui dirigindo meu carro com os vidros fechados, quase bati o carro quando vi o MB passando de moto.
Pedrinho- que foi tá doida? Tá doente mesmo? Vamos voltar, não quero morrer.
Duda- relaxa, foi um buraco.
Pedrinho- buraco nenhum maluca!
Respirei fundo, liguei o som e fui de boa, chegamos no shopping, entramos na loja que o Pedro quer o tênis. Ele ficou um tempão parado na frente da vitrini e ninguém veio atender, enquanto em mim chegava um monte, deu vontade de gritar.
Pedrinho- quero esse.
Ele falou sem graça.
Duda- espera aí meu amor que eu vou resolver.
Cheguei no balcão de atendimento e gritei.
Duda- não tem um filho da p**a pra atender nessa merda não?
Xxx- más eu perguntei se a senhora queria ajuda.
Duda- e pro meu irmão quantas de vocês perguntaram? Ou aqui só vende tênis pra branco?
Todo mundo me olhou com uma cara, olhei o Pedrinho todo sem graça. Foram quatro vendedores atender ele que todo sem graça apontou para o tênis, mesmo assim ainda atenderam m*l, de cara feia, sentei e pedi para experimentar uns trinta tênis, quase todos os modelos e advinha não vou levar nenhum, ainda baguncei as caixas.
Pedrinho- você não vai levar nenhum?
Duda- não! Ele pagou o tênis todo sem graça e saímos.
Pedrinho- você não precisava ter feito aquilo.
Duda- fiz pouco, foi engraçado pode falar, ele ficaram muito indignados.
Ele riu, lanchamos e fomos embora.
Já chegamos em casa tarde, fui tomar banho para me arrumar, escovei o cabelo, fiz uma maquiagem com bastante brilho, parei em frente ao espelho , ver o MB vai ser inevitável, é só me fingir de louca, quero muito provocar o Kauã hoje ele vai comer o pão que o d***o amassou, não pode me ver com ninguém? Prepara o colirio gato que a vistas vai cansar, hoje eu vou fazer um arrastão.
Coloquei um short jeans desfiado azul, um cropped preto com paetê, troquei o piercing do umbigo, arrumei o do nariz, coloquei argolas, uma pulseira de ouro que meu pai me deu, o Pedrinho entrou no quarto.
Pedrinho- uou! p***a! Gata pra c*****o.
Véi não é porque é meu irmão não, más o preto é gato demais.
Duda- mano você é muito lindo!
Ele riu.
Duda- salto ou tênis?
Pedrinho- tênis, o salto eu que tenho que carregar depois e já carrego a bolsa.
Duda- tá bom, eu vou dançar até minha b***a ficar dormente.
Pedrinho- anda logo!
Coloco o tênis, passo perfume e desço com ele. Para nossa surpresa minha mãe e meu pai lindos, arrumados e plenos.
Duda- gatos demais pra mim.
Neguim- ta faltando roupa aí não?
Duda- acho que não.
Pedrinho- vai ser baile de família?
Ana- não! Eu e seu pai vamos para o baile no morro dos prazeres, então juízo!
Neguim- se liga que eu tô de longe más tô vigiando.
Menos m*l, o MB deve ir pra lá com eles.
Nos despedimos deles e partiu baile.
Duda- c*****o isso aqui tá lotado! Muito cheio, a rua tá tomada.
Pedrinho- já quero voltar.
Duda- não! Olha aí não é aquele Mc que você gosta?
Pedrinho- posso ouvir ele lá em casa.
Duda- para! foi você que quis vim, sustenta.
Fomos entrando no meio da multidão.
Pedrinho- nosso camarote é o do chefe, não deve ser difícil de achar.
Achamos o camarote e o cara de p*u do Kauã, com o Lucas, rodeado de mulher.
Kauã- nossa senhora! Isso tudo é pra mim?
Duda- claro!
Cumprimentei o Lucas , o Pedro também cumprimentou os dois.
Pedrinho- vamos pegar bebida?
Duda- vamos!
Kauã- eu vou com ela.
Pedrinho- vai p***a nenhuma,fica aí na tua.
Kauã- ele fala, ela é...
Duda- somos filhos do teu chefe, não embaça se eu estralar o dedo você vira fumaça.
Falei da boca pra fora, da boca pra dentro eu queria beijar ele e passar a noite inteira nos braços dele.
Kauã- de boa!
Fui com o Pedro no bar.
Pedrinho- vai ficar assim por causa daquele i****a?
Duda- esquece! Relaxa vamos beber.
Matei logo uma dose de tequila e ele outra, pegamos um copo de Whisky com água de coco cada um, estou surpresa com o Pedro ele quase não bebe.
Senti uma mão quente na minha cintura, me arrepiei.
Xxx- vocês dois estão juntos?
Pedrinho- não! Ela é minha irmã.
Que gatooooo!
Duda- meu nome é Duda...
Ele me beijou com vontade.
Xxx- prazer Duda!
Tá! Prazer né! Ele saiu e me deixou tonta.
Pedrinho- tá vendo, melhor que aquele reflexo de Satanás.
Eu ri. Uma menina gata chegou no Pedro, ficou jogando conversa no ouvido dele más não saiu nada, nunca vi ele pegar ninguém, deve ter vergonha de ficar com alguém na minha frente.
Duda- vou no banheiro, aproveita, as pessoas acham que estamos juntos então quando eu voltar quero saber se saiu do 0 a 0.
Pedrinho- vai lá.
Fui dar um rolé nos camarins, beijei um Mc e um cara acho que é da produção, bebi mais um copo de Whisky, voltei e o Pedro não tá más no mesmo lugar, sumiu, liguei más ele não me atende, se ele tiver voltado pra casa sem mim eu mato ele.
Fiquei parada esperando ele no mesmo lugar, dancei com umas meninas, beijei o primeiro cara de novo, o Kauã viu e mostrou a pistola, fingi que nem vi.
Cadê o Pedro? Vou matar ele, droga! pra completar encosta o pirralho i****a do Fábio.
Fábio- tá gata eim véi.
Duda- não é hora de criança tá dormindo?
Fábio- a idade é pouca más o p*u é grande.
Duda- que nojo menino sai daqui, antes que eu te faça engolir a língua.
Que menino i****a, eco! O desgramado ainda saiu sorrindo.
Já tá tarde e eu já tô bem bêbada, o Pedro não atende, não me responde, uma mensagem da minha mãe dizendo que só volta amanhã a noite.
Curti mais uma meia hora de som e o último copo e decidi ir pra casa, passei pelo Kauã doidão grudado na Lorena, que se f**a, que se f**a eu que ainda achei que mesmo depois das provocações terminariamos a noite juntos.
Desci a p***a do morro andando, chorando, igual uma retardada, porquê eu amo esse i****a que não tá nem aí pra mim? E não adianta ninguém dizer nada contra ele que o i*****l do meu coração não escuta.
Cheguei em casa, procurei minha bolsa, ficou com o Pedro, tô sem chave, bati tanto, meus dedos quase quebraram de tanto bater , ele não deve tá em casa ou tá dormindo igual uma pedra.
Olhei pra cima, acho que dá pra pular, subi um pouco e voltei, droga! tentei de novo.
MB- quer ajuda?
Eu pendurada no portão e o meu pesadelo perguntando se eu quero ajuda, não sei se me jogo bato a cabeça e morro, finjo que não escutei e pulo igual o homem aranha, ou se fico aqui fazendo exposição da minha vergonha.
MB- desce que você vai cair.
O que você tá fazendo aqui pelo amor de Deus?
Duda- já fiz isso antes relaxa!
Nunca fiz isso antes.
MB- desce!
Não sou sua filha não rapaz!
Duda- tá bom!
Desci né parecendo uma louca.
Duda- tô sem chave.
MB- percebi, vou lá em casa pegar uma parada pra abrir espera aí.
Agora eu corro, tento pular de novo? Rezo, rezo pra peste do Pedro abrir essa merda pra mim, bati e nada deu até vontade de chorar de raiva, o MB voltou com um garfo, um garfo? Entortou o garfo e enfiou na fechadura que abriu.
MB- pronto!
Duda- valeu.
Ele me olhou dos pés a cabeça.
MB- machucou?
Só o coração , Kauã i****a!
Duda- não, tá tudo bem.
Ele deixou o garfo cair no chão e eu peguei.
MB- pode jogar fora.
Duda- vou guardar vai que seja útil de novo.
Ele riu. Eu entrei, mas queria ter feito outra coisa, o portão abriu e ele entrou.
MB- agora fecha o portão né? Vai deixar aberto?
Nos encaramos e foi mais forte que eu, quando percebi minha boca encostou na dele, ele correspondeu e me beijou segurando minha cintura me puxando pra ele, meu corpo todo reagiu, um calor que parece incendiar cada poro da minha pele, eu não posso más eu quero!
Inconsequente, irresponsável, más louca de t***o.
Nos beijando ardentemente, empurrados para dentro de casa, escadas, meu quarto, os beijos na boca se misturam aos beijos e chupadas no pescoço, o corpo tá em alta temperatura querendo explodir com o dele.
MB- p***a véi! Não.
Duda- não! Não pode.
Cada palavra sussurrada entre línguas, a mão na minha b***a por baixo do short, apertando minha b****a contra o p*u dele, minhas mãos circulam as costas dele apertando ainda mais ele contra mim, ele para e me olha.
MB- isso não tá certo.
Duda- não tá.
Com a ponta da língua ele contorna os meus lábios eu abro a boca pra língua dele entrar e f***r com a minha, a mão que tava na minha b***a, sobe as minhas costas, e devagar vai ganhando centímetros na frente, gemi baixo quando ele pegou em um dos meus p****s, mordi o lábio dele com força ele apertou o bico com força, coloquei a minha mão no peito dele e desci devagar, segurei o p*u dele e apertei ele mordeu meu queixo, dois corpos em chamas prestes a causar o maior incêndio que esse morro já viu.
Tirei o cropped e prendi o cabelo, ele tirou a camisa e me puxou pra ele, meus p****s encostados nele me fez suspirar, ele beijou todo o meu pescoço, desceu a língua devagar e passou no mamilo, de olhos fechados eu senti meu corpo se desmanchar de prazer, abri os olhos e vi ele mamar um dos meus s***s enquanto segura o outro, abri o short quase em desespero, ele desceu meu short , me beijou e colocou a mão dentro da minha calcinha, sentiu o tanto que eu tô molhada por ele, colocou um dedo, tirou e colocou na minha boca eu chupei olhando pra ele que me puxou e me jogou na cama, ouvi um barulho no quarto do Pedro e depois uma música, voltei a me concentrar quando ele me puxou com tudo para a beira da cama, puxou minha calcinha com o dente e terminou de tirar com as mãos, me contorci quando ele caiu de boca na minha b****a, passou a língua rígida no meu c******s, sugou e me olhou, c*****o, ele chupa gostoso demais, segurei o cabelo dele e gozei na boca dele, ele subiu beijando minha barriga , chupou meus p****s e me beijou, virei ele que ficou por baixo, beijei ele, desci minha língua pelo peitoral dele, pela barriga dele, dei leves mordidas na virilia, passei a cabeça do p*u dele contornando a minha boca, passei a língua, desci a boca chupando devagar, ele segurou meu cabelo, mamei ele devagar e depois mais rápido, com uma mão masturbei ele enquanto chupo, passei a língua nas bolas ele puxou meu cabelo leve, voltei a chupar e ele gozou na minha boca, olhei pra ele e engoli ele riu.
Duda- é melhor a gente parar!
Ele me puxou, me beijou.
MB- quer parar?
Duda- não!
Falei dentro da boca dele.
Segurei o p*u dele, encaixei na minha b****a e sentei devagar, sussurrando.
Duda- me fode!
MB- é o que eu vou fazer com você safada!
Ele falou baixo. Sentei rebolando, apertando o peito dele, ele apertando a minha b***a, sentei com força e depois rebolei devagar, que homem gostoso do c*****o, p**a que pariu, gozei mordendo a boca pra não gritar, ele gozou apertando minha b***a se contorcendo em baixo de mim, ele me beijou e me colocou de quatro, gozamos de novo, em pé, no chão, eu chupei e ele me chupou, no chuveiro, por cima por baixo.
Deitei na cama exausta, ele deitou do meu lado, o cheiro dele me faz querer mais, beijei ele.
MB- vei o que foi isso?
Duda- não sei!
MB- tenho que sair fora! Que fita se alguém descobre isso eu tô fudido.
Duda- eu tenho vinte anos, sou dona da minha própria b****a.
MB- você sabe que não é só isso.
Duda- eu sei! É, você tem que sair fora!
MB- isso foi um...
Duda- um erro! Mas foi gostoso pra c*****o.
MB- foi...
Ele riu com um sorrisinho safado.
Ele se vestiu e já ia abrindo a porta do quarto.
Duda- não por aí não, se o Pedro tiver aí, fudeu, agora você vai ter que pular.
Ele pegou a pistola colocou na cintura.
MB- p***a!
Saiu pela janela do meu quarto e caiu na lage do vizinho, fiquei olhando ele descer, ele saiu pelo portão do vizinho como se fosse o dono da casa. Tô fudida literalmente, inchada, assada, más tô saciada que filho da p**a gostoso.
Fui no quarto do Pedro que ainda tá rolando um som, não bati , abri a porta tá aberta, tô só o ódio querendo saber porquê ele me deixou sozinha.
Dois pares de tênis no chão, iguais, bermudas? Camisetas? Um braço jogado por cima do endredon, braço de homem, o rosto do Pedro pra fora da cama, dormindo, sai do quarto, fechei a porta devagar.
❤️Reage Duda! Racismo é uma merda e infelizmente é rotina, vamos abordar por aqui também, que baile eim, Duda reagiu mas o coração ficou parado no traste. Pega fogo! Proibido e no off! Que loucura gostosa é essa? Pedrinho amor? Volta aqui!