Ponto de Vista: Verena
O cheiro no quarto do Dr. Gideon Kross não era como o dos outros. Não havia odor de uísque ou charutos caros. O ar era limpo, quase estéril, com um toque sutil e perturbador de antisséptico misturado a um aroma profundo de sândalo. O ambiente era minimalista: paredes brancas, iluminação embutida e uma cama king-size coberta por lençóis de linho cinza impecáveis. Ao lado da cama, sobre uma bancada de aço escovado, repousava um estojo de couro aberto, revelando uma coleção de instrumentos que faziam meu coração martelar contra as costelas: pinças, sondas de metal reluzente e diferentes tipos de palmatórias.
Gideon fechou a porta e trancou-a. O clique do ferrolho soou cirúrgico na quietude do aposento. Ele não tirou as luvas de pelica preta. Caminhou na minha direção com passos medidos, o olhar frio e avaliador fixo no meu rosto.
— Dispa-se, Verena — a ordem veio baixa, calma e inegociável. — Quero cada centímetro da sua pele exposta. Não comece nada que não possa terminar.
Minhas mãos voaram para o zíper do meu vestido. Eu não hesitei. A ansiedade de sentir o controle daquele homem metódico e frio estava me consumindo desde o hall de entrada. Deslizei o tecido pelas coxas e fiquei apenas de lingerie de renda branca, um contraste inocente com a escuridão que eu sabia que habitava a mente dele.
Gideon parou a poucos centímetros de mim. Sentir o cheiro dele, tão limpo e ao mesmo tempo tão masculino, fez meu baixo ventre dar um salto. Ele estendeu a mão enluvada e tocou o meu pescoço. O couro frio contrastou violentamente com a minha pele escaldante de t***o. Ele desceu a mão lentamente, desenhando a clavícula, subindo pela curva do meu pescoço e parando na minha bochecha.
— Sua pele está febril. A resposta dermatográfica é imediata — ele diagnosticou, a voz assustadoramente serena. — Você é uma reatora pura, Verena. Seus sentidos estão à flor da pele, clamando por estímulo. Eu vou te dar exatamente o que você precisa.
Ele segurou a alça do meu sutiã e, com um movimento rápido e brutal, rasgou a peça de renda. Meus s***s saltaram para fora, os m*****s já eretos e endurecidos pela antecipação. Gideon apertou o mamilo direito com os dedos enluvados, uma pinça de carne e couro que me fez soltar um gemido alto.
— Ahnnn! Doutor... dói! — exclamei, arqueando as costas, o prazer agudo da dor me atingindo em cheio.
— A dor é apenas uma interpretação neurológica do estímulo, Verena — ele disse, apertando ainda mais o mamilo, enquanto sua outra mão descia para rasgar a minha calcinha, deixando-me inteiramente nua diante dele. — Eu vou recalibrar a sua interpretação de prazer esta noite.
Ponto de Vista: Gideon
Observar a resposta fisiológica de Verena era um deleite para a minha mente metódica. O corpo dela era um instrumento de precisão, sintonizado para reagir violentamente a qualquer estímulo. A pele estava vermelha onde eu a tocava, a respiração era uma série de decolagens curtas e o cheiro do sexo dela já inundava o ar stperil do quarto.
Eu não precisava de pressa. O prazer, para mim, estava na dissecação das reações dela.
— Para a cama. De costas — ordenei, desfazendo o cinto da minha calça com calma.
Ela obedeceu instantaneamente, rastejando para o centro dos lençóis cinzas e deitando-se de bruços, oferecendo a retaguarda e as pernas longas e torneadas. Peguei a palmatória de couro pesado no estojo de instrumentos. Caminhei até a cama e parei ao lado dela.
Sem aviso, desferi o primeiro golpe.
TAPA!
O som estalado ecoou no quarto. A nádega direita de Verena ficou instantaneamente vermelha. Ela soltou um grito agudo, o corpo saltando no colchão, as unhas cravando no linho.
— AhHH! Gideon! — ela choramingou, a voz embargada.
TAPA!
Desferi o segundo golpe na nádega esquerda, com a mesma intensidade. O ritmo era importante. O intervalo entre os golpes permitia que a dor se espalhasse e se transformasse em uma queimação latejante que alimentava a luxúria dela.
TAPA! TAPA! TAPA!
Continuei o m******e rítmico, alternando entre as nádegas, até que toda a retaguarda dela estivesse vermelha, inchada e quente ao toque. Verena chorava e gemia alto, os quadris se contorcendo em uma busca desesperada por alívio ou por mais punição.
— Por favor! Pára! Ahnn... não pára! Eu quero mais! — ela implorava, a voz crua, os sentidos totalmente entregues à dor que eu ministrava.
Soltei a palmatória e subi na cama, ajoelhando-me atrás dela. Tirei a calça e a cueca, libertando meu pênis ereto, espesso e latejante. Segurei firme no quadril dela, ignorando os tremores do corpo dela, e abri suas pernas com força. A v***a dela estava encharcada, os lábios vulvares inchados de sangue e lubrificação, escorrendo um fluxo copioso que brilhava sob a luz.
Abaixe-me e lambi a entrada do sexo dela com uma única lambida longa e faminta, sentindo o gosto metálico e doce da luxúria dela. Verena soltou um grito animalesco.
Ponto de Vista: Verena
O toque da língua de Gideon na minha b****a dorida e latejante foi como jogar gasolina no fogo. Eu estava louca. A dor nas minhas nádegas se misturava à queimação insuportável entre as minhas pernas. Quando senti a glande grossa e úmida do pênis dele pressionando contra a minha entrada virgem, achei que ia desmaiar de t***o e medo.
— Gideon... por favor... me fode! Me fode agora! — supliquei, esfregando a b****a contra a cabeça do p*u dele.
— Você está pronta para receber o meu rigor, v***a? — ele rosnou no meu ouvido, cravando os dedos enluvados na marca vermelha da palmatória na minha nádega, apertando com força.
— Sim! Sim! Eu sou sua v***a! — gritei, desprovida de qualquer pudor.
Ele segurou firme na minha cintura e empurrou. A cabeça enorme do pênis dele forçou a entrada estreita da minha v****a, esticando a minha pele até o limite. Um gemido de dor pura e agulhada rasgou a minha garganta.
— AhHH! É muito grande! Gideon! — chorei, tentando mover o quadril para longe, mas ele me segurava com a firmeza de uma morsa.
— Fique quieta. Deixe o seu corpo se alargar para mim — ele ordenou, a voz fria e calma, ignorando o meu sofrimento, focando apenas na mecânica da invasão.
Ele deu um impulso seco e brutal. O estalo do meu hímen se rompendo foi como uma facada no meu baixo ventre. Gritei com toda a força dos meus pulmões, um choro agudo e descontrolado, enquanto o pênis grosso de Gideon se cravava até a raiz no fundo da minha v****a virgem.
— AHHHHH! MEU PAI! DÓI! — gritei, as mãos agarrando os lençóis com força, o corpo inteiro tremendo em choque.
O sangue da minha virgindade escorreu pelas minhas coxas, misturando-se à lubrificação e sujando o linho cinza. Gideon permaneceu enterrado fundo dentro de mim, imóvel, deixando meu canal vaginal apertado e quente se acostumar com a presença maciça dele.
Ponto de Vista: Gideon
O aperto da b****a de Verena era cirúrgico. O canal dela parecia uma luva de veludo quente que ordenhava o meu m****o com espasmos violentos e involuntários de dor e t***o. Eu sentia cada terminação nervosa dela reagindo ao meu toque, ao meu tamanho, ao sangue que escorria.
Iniciei as estocadas. Devagar, com precisão. Puxava o quadril até quase sair totalmente da v****a dela e socava de volta com firmeza, sentindo a membrana do colo do útero dela resistir ao impacto da minha glande.
— Ahn! Ahn! Ahn! — os gemidos de Verena eram curtos, ritmados pela minha socada. A dor estava se transformando em uma onda de calor devastadora que a consumia.
Aumentei o ritmo, transformando a transa em um m******e mecânico de prazer. Eu a fodia com uma força bruta, o som das nossas peles se chocando ecoando alto no quarto silencioso.
Tapa! Tapa! Tapa!
A cada estocada profunda, minha pélvis batia contra as nádegas doridas dela, enviando novos choques de dor que alimentavam o orgasmo dela. Segurei os cabelos dela e puxei sua cabeça para trás, cravando a boca no pescoço dela em uma mordida dolorosa que deixou uma marca roxa instantânea.
— v***a gostosa! — rosnava a cada socada profunda. — Olha como você engole meu p*u inteiro! Você foi feita para ser fodida por mim!
— Sim! Fode a minha b****a! Fode duro, Doutor! — ela gritava, o corpo se contorcendo em um frenesi de luxúria, as unhas arranhando os lençóis, o quadril acompanhando desesperadamente as minhas estocadas.
Eu sentia o orgasmo dela se acumulando. As paredes vaginais dela começaram a apertar meu pênis com uma força incrível, sofrendo espasmos violentos.
— Eu vou gozar! Eu vou gozar, Gideon! — ela gritou, o corpo inteiro arqueando em um espasmo final de prazer cru.
— Goza para mim, Verena! Goza no meu p*u! — ordenei, acelerando as investidas ao máximo, o pênis entrando e saindo dela como um pistão.
O orgasmo a atingiu com a força de um tsunami. A b****a dela apertou meu m****o como um vício, sugando cada gota de prazer. A sensação do orgasmo dela me fez perder o resto do controle. Segurei firme na cintura dela, enterrando o pênis até a raiz, e descarreguei jorros espessos e quentes de esperma diretamente dentro dela.
A sensação do leite quente dele preenchendo as minhas entranhas fez o meu orgasmo se prolongar em ondas dolorosas e deliciosas. Ficamos ali, colados, arfando juntos na penumbra do quarto, selados pelo sangue, pelo esperma e pela rendição total dos meus sentidos.